Questões Discursivas

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Q4066082 Matemática
O custo total para elaborar certo conjunto de questões foi de R$ 3.750,00, dividido igualmente entre 12 professores. Qual o valor pago a cada professor?
Alternativas
Q4066081 Raciocínio Lógico
Em determinado período, uma Banca elaboradora contratou 80 elaboradores:
45 elaboram questões de Língua Portuguesa (conjunto P).
38 elaboram questões de Literatura (conjunto L).
22 atuam nas duas áreas simultaneamente.

Quantos elaboradores elaboram exclusivamente Literatura?
Alternativas
Q4066080 Matemática
A Prefeitura divulgou, em seu informativo mensal, o levantamento do número de atendimentos realizados pela Unidade Básica de Saúde (UBS) do município no primeiro trimestre do ano. A tabela abaixo resume os dados apresentados:

Atendimentos por Mês − UBS Centra
Q.8.png (423×67)
Com base nas informações da tabela, qual afirmação está correta?
Alternativas
Q4066079 Matemática
Uma equipe precisa formar uma comissão técnica composta por 3 revisores escolhidos entre 7 especialistas distintos. Quantas comissões diferentes podem ser formadas?
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Q4066078 Matemática
Prefeitura Municipal está preparando um informativo especial para a população, contendo orientações sobre novos serviços públicos e melhorias recentes. Para garantir a entrega em todos os bairros, será necessário imprimir um grande volume de material. Durante o planejamento, constatou-se que a gráfica contratada consegue produzir 12.000 folhas em 30 minutos de operação contínua. Considerando que, para atender toda a demanda, será preciso imprimir 18.000 folhas, e que a máquina manterá exatamente o mesmo ritmo de produção, o tempo estimado de impressão desse novo lote será de:
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Q4066077 Português
Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.


Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.


Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos. 


A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.


Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.


Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios  também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.


Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.         
Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, "trata-se" de um fogo bom, manso e brando, que "se apaga" sozinho com o sereno da noite.
As colocações pronominais destacadas na frase denominam-se, respectivamente,
Alternativas
Q4066076 Português
Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.


Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.


Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos. 


A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.


Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.


Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios  também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.


Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.         
Essas queimas reduzem o acúmulo de capim "seco", altamente "inflamável", e criam aceiros "naturais".

Sintaticamente, os termos destacados na frase são, respectivamente,
Alternativas
Q4066075 Português
Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.


Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.


Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos. 


A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.


Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.


Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios  também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.


Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.         
Incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente "ultrapassar" três mil hectares.

Sintaticamente, quanto à regência verbal, o verbo destacado é         
Alternativas
Q4066074 Português
Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.


Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.


Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos. 


A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.


Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.


Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios  também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.


Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.         
A compreensão do texto permite identificar a forma como o uso do fogo passa de prática condenada a estratégia ambientalmente controlada.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4066073 Português
Os agentes ambientais que botam fogo na natureza

Caminhonetes com brigadistas avançam entre labaredas no Jalapão, mas não para conter o fogo: são eles que o provocam de forma controlada. Segundo o brigadista Deusimar Cardoso, trata-se de um fogo bom, manso e brando, que se apaga sozinho com o sereno da noite e permite que, pouco depois, se caminhe sobre as cinzas. A prática é conduzida pelo ICMBio e integra o Manejo Integrado do Fogo, uma política que busca prevenir grandes incêndios por meio de queimadas de baixa intensidade no início da estação seca.


Essas queimas reduzem o acúmulo de capim seco, altamente inflamável, e criam aceiros naturais. A área queimada permanece protegida por cerca de dois anos, enquanto a vegetação se regenera. Pequenos trechos são queimados de forma alternada, formando um mosaico que favorece espécies com diferentes necessidades em relação ao fogo. Desde que essa estratégia passou a ser adotada, em 2014, incêndios que antes alcançavam até cem mil hectares passaram a raramente ultrapassar três mil.


Nem sempre foi assim. Durante anos, os órgãos ambientais adotaram a política de fogo zero, o que gerou conflitos com comunidades quilombolas do Jalapão, como a do Rio Novo. Segundo o morador Manoel Ramos de Jesus, a proibição do fogo e do gado alterou profundamente o modo de vida local e levou ao acúmulo de capim seco. O resultado foi um grande incêndio em 2004, que destruiu áreas extensas e matou animais. Outros incêndios ocorreram nos anos seguintes, afetando comunidades e causando mortes e prejuízos. 


A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros à Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes. A partir daí, o ICMBio passou a valorizar os saberes tradicionais e implementou o Manejo Integrado do Fogo no Jalapão. Hoje, as comunidades também são autorizadas, em pequena escala, a usar o fogo para renovar pastagens e abrir roças, e o gado criado solto ajuda a manter o capim baixo.


Com resultados positivos, a estratégia passou a ser adotada em outras regiões do Cerrado, Pantanal, Pampa e áreas campestres da Amazônia. Os órgãos ambientais passaram a diferenciar queimadas prescritas de incêndios acidentais, reconhecendo que nem todo fogo é destrutivo. A prática foi regulamentada em 2024 pela Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, que reconhece o fogo como parte dos sistemas ecológicos e valoriza os conhecimentos tradicionais, embora proíba seu uso para substituir vegetação nativa.


Segundo o biólogo Marco Borges, o fogo sempre fez parte da dinâmica do Cerrado, causado por raios  também pela ação humana ao longo de milênios. Muitas espécies se adaptaram a ele: algumas árvores têm cascas resistentes, certas sementes só germinam após o fogo, e animais desenvolveram estratégias de fuga. Além disso, as queimas controladas emitem menos gases do que grandes incêndios, pois são menos intensas e mais espaçadas.


Para Borges, a nova política ajuda a construir uma cultura de convivência com o fogo. Ele próprio realiza queimas prescritas e afirma que, além de proteger o ambiente e as comunidades, observar o fogo controlado pode ser até terapêutico.        


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1wle9w09evo.adaptado.         

A mudança de postura ocorreu após uma expedição de técnicos brasileiros "à" Austrália, em 2014, onde conheceram práticas semelhantes realizadas por comunidades aborígenes.


Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase,


Alternativas
Q4066072 Pedagogia
O estudo de caso é uma metodologia fundamental para o planejamento do Atendimento Educacional Especializado (AEE), pois permite a produção, sistematização e registro de informações sobre estudantes, suas estratégias de aprendizagem e necessidades educacionais. Nesse sentido, ele constitui a etapa inicial para identificar, analisar e planejar as intervenções pedagógicas necessárias, respeitando a diversidade de alunos na perspectiva inclusiva. Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA sobre as etapas e objetivos do estudo de caso no AEE.
Alternativas
Q4066071 Pedagogia
As tecnologias assistivas têm ampliado as possibilidades de autonomia, comunicação e participação de estudantes com diferentes tipos de deficiência. Considerando as necessidades educacionais de alunos com deficiência física (DF) e deficiência visual (DV), analise as alternativas a seguir e identifique aquela que representa, de forma correta, o papel e o uso pedagógico da Tecnologia Assistiva no contexto inclusivo.
Alternativas
Q4066070 Pedagogia
A deficiência motora pode afetar o desempenho escolar em função de limitações físicas, mas não necessariamente compromete as funções cognitivas. Em geral, crianças com deficiência física podem se beneficiar de pequenas adaptações no ambiente escolar, materiais e equipamentos. A aprendizagem se dá de modo semelhante à das demais crianças, desde que o contexto educacional proporcione acessibilidade, flexibilidade curricular e respeito ao ritmo individual. Com base nessas informações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066069 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva se concretiza por meio da legislação que regulamenta o Atendimento Educacional Especializado (AEE), conforme o Decreto n° 12.686/2025. Esse atendimento é definido como um serviço pedagógico de caráter:
Alternativas
Q4066068 Pedagogia

Observe a figura:


Q.26.png (432×446)


Fonte: Práticas Pedagógicas Inclusivas: estratégias e possibilidades de ensino e aprendizagem. Tutóia, MA: Diálogos, 2023.



L5 é um aluno com deficiência intelectual e hipotonia muscular. Em uma atividade pedagógica inclusiva, a professora utilizou uma prática de equilíbrio corporal em três etapas: inicialmente, uma corda esticada no chão, depois uma corda disposta de forma sinuosa e, por último, um slackline para que os alunos pudessem vivenciar diferentes estímulos de desequilíbrio dinâmico. Qual era o objetivo principal dessa prática? Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4066067 Pedagogia
O conceito de necessidades educacionais especiais no contexto brasileiro propõe uma mudança de foco: deixa de se concentrar exclusivamente nas dificuldades do aluno e passa a considerar o que a escola pode oferecer para atender à diversidade de forma inclusiva. Com base nesse entendimento, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066066 Pedagogia
O aluno com altas habilidades/superdotação apresenta características cognitivas e socioemocionais específicas que influenciam diretamente seu processo de aprendizagem. Ele tende a demonstrar curiosidade intensa, rapidez na compreensão de conteúdos, pensamento criativo e crítico, além de grande envolvimento em atividades de seu interesse. No entanto, pode também apresentar vulnerabilidades, como perfeccionismo, sensibilidade acentuada, dificuldade de adaptação a rotinas escolares pouco desafiadoras e frustração diante da falta de estímulos. Considerando essas particularidades, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066065 Pedagogia
Comparada às deficiências motoras, sensoriais e de comunicação, a deficiência intelectual encontra-se em situação peculiar, tanto devido à invisibilidade inerente ao indivíduo não sindrômico, como pelas representações sociais dominantes que, ao atribuírem à pessoa com deficiência intelectual uma cognição infantil, contribuem para excluí-la do direito a uma vida adulta autônoma e cidadã.
Fonte: SOARES; GÓES (2018).

Com base nas contribuições da perspectiva histórico-cultural para o estudo da deficiência intelectual, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Hoje, a compreensão da deficiência demanda conhecimentos sobre a construção histórico-cultural dos conceitos, das concepções vigentes e dos critérios científicos para a sua identificação. Exige, ainda, reconhecer como as pessoas com deficiência constroem noções sobre si mesmas e narram suas experiências em contextos dialógicos.
(__)O reconhecimento do sujeito com deficiência como agente em sua própria trajetória e como sujeito cuja conduta é mediada pelas condições históricas e socioculturais concretas não é relevante para a compreensão da deficiência intelectual.
(__)A categoria deficiência intelectual constituiu-se ao longo da história em meio a diferentes definições e significações dualistas, que foram sendo substituídas ou reforçadas pelas seguintes, sem que se superassem as representações negativas e estigmatizantes, apoiadas em abordagens normativas do desenvolvimento humano.
(__)A deficiência intelectual deve ser compreendida apenas como impossibilidade de desenvolvimento cognitivo, já que a limitação intelectual é uma condição fixa e imutável do indivíduo.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q4066064 Pedagogia
Alunos com altas habilidades ou superdotação apresentam características cognitivas, socioemocionais e comportamentais que os diferenciam de seus pares, como rapidez na aprendizagem, curiosidade intensa, pensamento original, senso de justiça aguçado, sensibilidade elevada e tendência ao perfeccionismo. Essas particularidades exigem do professor práticas pedagógicas que respeitem o ritmo, o estilo de aprendizagem e os interesses desses alunos. Com base nessas informações, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4066063 Português
A deficiência intelectual (DI) é um transtorno do neurodesenvolvimento que, em geral, se manifesta antes da criança iniciar suas atividades escolares. A pessoa com DI apresenta déficits nas funções intelectuais e adaptativas, ou seja, enfrenta dificuldades no raciocínio, no pensamento abstrato, na aprendizagem acadêmica, na resolução de problemas, no julgamento, no planejamento, na aprendizagem por experiência e em relação à independência pessoal e à responsabilidade social. Esses déficits podem afetar, na maioria das vezes, a vida independente, a comunicação e a participação social. A DI é classificada quanto à gravidade em quatro níveis: leve, moderada, grave e profunda. Um dos métodos de alfabetização e prática da leitura e escrita é aquele que utiliza o (X), cujo objetivo principal é enfatizar a relação entre sons e letras. Nesse método, inicialmente, ensina-se a forma e o som das vogais e, posteriormente, das consoantes, seguindo um grau de dificuldade crescente. Dessa forma, o estudante é estimulado a combinar fonemas, compreendendo que, assim, é possível formar sílabas e palavras.

Fonte: MUNHOZ, Juliana de Souza Borges; DIAS, Carmen Lúcia; DOS SANTOS, Daniela Ferreira. A leitura e a escrita na deficiência intelectual: experiências que favoreceram o processo de alfabetização. In: Colloquium Humanarum. ISSN: 1809-8207. 2022. p. 66-85.

Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: D
24: C
25: C
26: C
27: A
28: C
29: B
30: C
31: A
32: B
33: D
34: A
35: A
36: D
37: A
38: B
39: A
40: C