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    73.994 questões encontradas
    01
    Q827699
    Ano: 2017
    Banca: NUCEPE
    Órgão: PM-PI

    TEXTO 1

    (1) “Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

    (2) No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

    (3) O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

    (4) Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

    (5) O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

    (6) O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

    Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta a ideia global do Texto 1.

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    Ano: 2017
    Banca: NUCEPE
    Órgão: PM-PI

    TEXTO 1

    (1) “Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

    (2) No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

    (3) O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

    (4) Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

    (5) O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

    (6) O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

    Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

    No Texto 1, o leitor encontra informações que esclarecem e justificam:

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    03
    Q827701
    Ano: 2017
    Banca: NUCEPE
    Órgão: PM-PI

    TEXTO 1

    (1) “Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

    (2) No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

    (3) O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

    (4) Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

    (5) O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

    (6) O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

    Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

    Sendo a língua heterogênea e variável, existe a possibilidade de os usuários empregarem termos diversos para expressar um mesmo significado. Essa característica das línguas naturais está exemplificada no seguinte trecho do Texto 1: 

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    04
    Q827702
    Ano: 2017
    Banca: NUCEPE
    Órgão: PM-PI

    TEXTO 1

    (1) “Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

    (2) No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

    (3) O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

    (4) Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

    (5) O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

    (6) O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

    Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

    Analise as características textuais apresentadas abaixo.

    1) Emprego de um vocabulário técnico especializado, pouco acessível ao leitor mediano.

    2) Farta exemplificação, que colabora na definição do ponto de vista do autor.

    3) Frequente utilização de figuras de linguagem, estratégia responsável pela poeticidade do texto.

    4) Presença de palavras ou expressões que revelam a intenção do autor de estabelecer um diálogo com o leitor, como: “Se você acompanha programas policiais...” (1º parágrafo) e “Pois bem.”. (4º parágrafo).

    São características do Texto 1, apenas: 

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    05
    Q827703
    Ano: 2017
    Banca: NUCEPE
    Órgão: PM-PI

    TEXTO 1

    (1) “Ao avistar a guarnição da polícia, o elemento empreendeu fuga em desabalada carreira, pulando muros e invadindo quintais. Depois o meliante adentrou num matagal, tomando rumo ignorado”. Se você acompanha programas policiais, deve ter percebido que o texto acima faz parte da linguagem simbólica das polícias Militar e Civil, um pouco mais da primeira instituição.

    (2) No “mundo policial” há alguns termos e expressões que são entendidos apenas por aqueles que fazem parte da instituição. Na maioria das vezes, são comandos ou gírias que estabelecem níveis de comunicação entre os membros da corporação. O objetivo é manter o conteúdo de mensagens importantes restrito a seus membros, evitando o vazamento desnecessário de informações.

    (3) O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica. O repórter-foca (iniciante) é capaz de não compreender uma ocorrência policial registrada numa delegacia qualquer. É comum o repórter policial encontrar termos como mocó (esconderijo); meliante (bandido); invólucro (papelote de droga); minuciosa (abordagem completa no suspeito); cão (revólver); chuço (policiais escrevem ‘chuncho’ – arma artesanal pontiaguda, geralmente fabricada no interior dos presídios); tereza (corda feita com lençóis, geralmente usada para fuga em presídios); cavalo doido (vários presos correndo ao mesmo tempo rumo ao muro para tentar fuga das unidades prisionais); x-9 (delator, o chamado dedo-duro); armar a casa (fazer uma emboscada); oxi (cocaína oxidada, pura); RP (Rádio Patrulha); positivo/operante (ok durante a operação). Isso sem incluir os códigos usados somente entre os militares.

    (4) Pois bem. Imagine você que um repórter iniciante chega à delegacia logo pela manhã e se depara com a seguinte ocorrência: “A guarnição RP 0000, em patrulhamento de rotina pela Zona Leste, deparou-se com dois elementos em atitudes suspeitas, saindo de um mocó. Em revista minuciosa aos meliantes, foram encontrados 30 invólucros de oxi, dois chunchos e um revólver. Os acusados confessaram que fugiram recentemente do presídio Urso Branco. Na fuga, usaram um tereza, e usariam o revólver para armar a casa de um rival. Os conduzidos foram encaminhados para a delegacia, para que o delegado tome as medidas de praxe.” Para o perfeito entendimento da ocorrência, o repórter precisaria perguntar alguns termos aos policiais.

    (5) O problema – na visão de especialistas – é que repórteres policiais, principalmente os que trabalham na TV e na rádio, estão incorporando essa linguagem em suas reportagens, e usam os mesmos termos para se comunicar com os leitores/espectadores/ouvintes. Assim, é comum vermos alguns repórteres chamando o suspeito de ‘meliante’; ou dizendo que os acusados foram presos ‘num mocó’.

    (6) O delegado Márcio Moraes, titular da Delegacia de Homicídios, disse que a maioria das gírias é criada por bandidos, para despistar a ação da polícia. A gíria mais recente criada no meio criminal é “cega”. De acordo com o contexto da história, a gíria pode ter um significado diferente, mas na maioria das vezes o seu uso é para desmentir algo. Por exemplo: quando um crime é atribuído a um suspeito e esse suspeito é questionado sobre o crime, logo ele responde: “é cega”, querendo dizer que a informação repassada para a polícia é mentirosa.

    Disponível em: http://comunicacaoespecializada.blogspot.com.br/2009/11/linguagem_26.html. Acesso em 09/06/17. Adaptado.

    O terceiro parágrafo inicia-se com a seguinte informação: “O jornalista policial acaba aprendendo essa linguagem simbólica.” Em relação aos parágrafos anteriores, essa informação expressa uma  

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