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    74.990 questões encontradas
    Ano: 2017
    Banca: IBFC
    Órgão: CBM-BA

    Leia o texto

                      Education in Brazil: a plan for change

    After three-and-a-half years of debate and conjecture in Congress, Brazil’s national education plan (PNE) was finally passed into law in July 2014

    The scope of the PNE is vast, setting 20 targets covering all aspects from pre-school to professional training within a ten-year timeframe, and no fewer than 253 strategies by which to achieve them. Its key proposals include:

    Investment

    Federal spending on education is to increase from 5.6 percent of GDP to at least 7 percent by the fifth year of the plan and 10 percent by 2023. The diference will be funded by profits from Brazil’s pre-salt oil exploration, but the challenge is spending the money efficiently, something not usually associated with the public sector.

    Access

    All children aged four to five will be guaranteed a place in school by 2016, and half of those up to the age of three will be able to attend a public crèche by 2020. The plan will also increase assistance for those with special needs to achieve universal access via improved facilities and training.

    Literacy

    The plan aims to ensure that all children will be able to read and write by the third year of secondary school, and to eradicate illiteracy in those aged 15-plus by 2020. It will also reduce functional illiteracy by 50 percent. UNESCO research shows Brazil has the eighth highest level of adult illiteracy in the world.

    Teachers

    The plan will create a national policy forthe continued training of teachers and education professionals and will ensure that, by the tenth year, 50 percent of teachers working in primary education will have completed a graduate course in their specialist field. It also aims to increase the average teaching wage to the same level as professionals of a similar level of training.

    Higher education

    The PNE will seek to enrol 50 percent of 18 to 24-year-olds into higher education and increase those into public universities by at least 40 percent, whilst also ensuring 75 percent of lecturers have a master’s degree and 35 percent possess a doctorate.

    This content was commissioned by the Report Company, who take sole responsibility for it.

    Disponível em:<https://www.theguardian.com/the-report-company/2015/ may/18/education-in-brazil-a-plan-for-change> . Acesso em: 13 jul. 2017.


    Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

    ( ) Depois de três anos e meio de debate no Congresso, o Plano Nacional de Educação foi, finalmente, transformado em lei no mês de julho de 2014.

    ( ) De acordo com o texto, o investimento em educação poderá chegar em 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no quinto ano do Plano Nacional de Educação, ou seja, em 2019.

    ( ) Segundo o texto, o Plano Nacional de Educação prevê um plano de carreira para os professores de tal sorte que eles, em média, receberão o que os demais profissionais com mesmo nível de formação recebem.

    ( ) O Plano Nacional de Educação visa reduzir o analfabetismo funcional em 50% já que, de acordo com pesquisa da Unesco, o Brasil tem o 8º maior nível de analfabetismo funcional do mundo.


    Escolha a sequência correta

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    Ano: 2017
    Banca: IBFC
    Órgão: PM-BA

    Texto I


                                                    Diálogos

           Ele telefonou aflitíssimo.

           - Preciso marcar um horário, não é para mim, é para minha filha.

           - Que idade tem sua filha?

           - Quinze anos.

           - Ela quer vir?

           - Quer, quer...

          Chegam na consulta antes da hora. Agitado, ele fala muito, essa é minha filha, desejo que fale com ela, que a convença a não viajar.

           A garota, adolescente, mal-humorada, queixo projetado pra cima, boca cerrada com determinação.

           - Vamos entrar? Ana convida os dois.

           - Não, não, ela entra sozinha.

           A menina levanta-se e dirige-se para a sala de consulta.

           - O que trouxe vocês aqui?

           - Nada, não tenho o que falar, não tenho o que discutir, não queria vir, não preciso vir aqui. Já falei para o meu pai.

           - Mas já que veio, não poderia contar do que se trata?

           - Quero viajar, encontrar minha mãe que mora fora, quero ir morar com ela. Meus pais são separados, ele não quer me deixar, mas vou assim mesmo.

            - Você tentou falar com ele?

            - Não adianta, ele não quer ouvir, e por isso que minha mãe foi embora e eu não quero mais falar disso.

           (Estaria repetindo o gesto da mãe, indo embora sem conversa, sem explicação?)

            - Parece que o diálogo não é bem-vindo em sua casa.

            - Não, levanta-se para sair, não é isso.

            - Talvez quisesse que seu pai conversasse com você, em vez de lhe trazer para falar com uma psicóloga que não conhece nem pediu pra conhecer.

           Esse é o único momento em que Maria olha de fato para Ana.

           - É isso mesmo, diz e dirige-se à porta. Na sala de espera, Ana diz ao pai:

           - Sua filha quer que você fale com ela, quer ser ouvida por você, não por mim. Ela não tem o que falar para mim, mas tem muito a dizer a você.

          - Não, não, não sei falar com ela, não entendo o que ela diz, é igual à mãe, por isso a trouxe aqui, para que você fale com ela.

          - Vamos então falar juntos?

          - Não, não posso. Levantam-se e saem para nunca mais voltar.

    (LOEB, Sylvia. Diálogos. In: ____. Contos do divã. Cotia: Ateliê Editorial, 2007. P. 73)

    Assinale a alternativa correta. É possível perceber uma relação entre a estrutura e o tema do texto acima, sobretudo porque o texto é organizado por falas, o que: 

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    Ano: 2017
    Banca: IBFC
    Órgão: PM-BA

    Texto I


                                                    Diálogos

           Ele telefonou aflitíssimo.

           - Preciso marcar um horário, não é para mim, é para minha filha.

           - Que idade tem sua filha?

           - Quinze anos.

           - Ela quer vir?

           - Quer, quer...

          Chegam na consulta antes da hora. Agitado, ele fala muito, essa é minha filha, desejo que fale com ela, que a convença a não viajar.

           A garota, adolescente, mal-humorada, queixo projetado pra cima, boca cerrada com determinação.

           - Vamos entrar? Ana convida os dois.

           - Não, não, ela entra sozinha.

           A menina levanta-se e dirige-se para a sala de consulta.

           - O que trouxe vocês aqui?

           - Nada, não tenho o que falar, não tenho o que discutir, não queria vir, não preciso vir aqui. Já falei para o meu pai.

           - Mas já que veio, não poderia contar do que se trata?

           - Quero viajar, encontrar minha mãe que mora fora, quero ir morar com ela. Meus pais são separados, ele não quer me deixar, mas vou assim mesmo.

            - Você tentou falar com ele?

            - Não adianta, ele não quer ouvir, e por isso que minha mãe foi embora e eu não quero mais falar disso.

           (Estaria repetindo o gesto da mãe, indo embora sem conversa, sem explicação?)

            - Parece que o diálogo não é bem-vindo em sua casa.

            - Não, levanta-se para sair, não é isso.

            - Talvez quisesse que seu pai conversasse com você, em vez de lhe trazer para falar com uma psicóloga que não conhece nem pediu pra conhecer.

           Esse é o único momento em que Maria olha de fato para Ana.

           - É isso mesmo, diz e dirige-se à porta. Na sala de espera, Ana diz ao pai:

           - Sua filha quer que você fale com ela, quer ser ouvida por você, não por mim. Ela não tem o que falar para mim, mas tem muito a dizer a você.

          - Não, não, não sei falar com ela, não entendo o que ela diz, é igual à mãe, por isso a trouxe aqui, para que você fale com ela.

          - Vamos então falar juntos?

          - Não, não posso. Levantam-se e saem para nunca mais voltar.

    (LOEB, Sylvia. Diálogos. In: ____. Contos do divã. Cotia: Ateliê Editorial, 2007. P. 73)

    Assinale a alternativa correta. Em “Chegam na consulta antes da hora.” (7º§), de acordo com a norma padrão, percebe-se um desvio de: 

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    Ano: 2017
    Banca: IBFC
    Órgão: PM-BA

    Texto I


                                                    Diálogos

           Ele telefonou aflitíssimo.

           - Preciso marcar um horário, não é para mim, é para minha filha.

           - Que idade tem sua filha?

           - Quinze anos.

           - Ela quer vir?

           - Quer, quer...

          Chegam na consulta antes da hora. Agitado, ele fala muito, essa é minha filha, desejo que fale com ela, que a convença a não viajar.

           A garota, adolescente, mal-humorada, queixo projetado pra cima, boca cerrada com determinação.

           - Vamos entrar? Ana convida os dois.

           - Não, não, ela entra sozinha.

           A menina levanta-se e dirige-se para a sala de consulta.

           - O que trouxe vocês aqui?

           - Nada, não tenho o que falar, não tenho o que discutir, não queria vir, não preciso vir aqui. Já falei para o meu pai.

           - Mas já que veio, não poderia contar do que se trata?

           - Quero viajar, encontrar minha mãe que mora fora, quero ir morar com ela. Meus pais são separados, ele não quer me deixar, mas vou assim mesmo.

            - Você tentou falar com ele?

            - Não adianta, ele não quer ouvir, e por isso que minha mãe foi embora e eu não quero mais falar disso.

           (Estaria repetindo o gesto da mãe, indo embora sem conversa, sem explicação?)

            - Parece que o diálogo não é bem-vindo em sua casa.

            - Não, levanta-se para sair, não é isso.

            - Talvez quisesse que seu pai conversasse com você, em vez de lhe trazer para falar com uma psicóloga que não conhece nem pediu pra conhecer.

           Esse é o único momento em que Maria olha de fato para Ana.

           - É isso mesmo, diz e dirige-se à porta. Na sala de espera, Ana diz ao pai:

           - Sua filha quer que você fale com ela, quer ser ouvida por você, não por mim. Ela não tem o que falar para mim, mas tem muito a dizer a você.

          - Não, não, não sei falar com ela, não entendo o que ela diz, é igual à mãe, por isso a trouxe aqui, para que você fale com ela.

          - Vamos então falar juntos?

          - Não, não posso. Levantam-se e saem para nunca mais voltar.

    (LOEB, Sylvia. Diálogos. In: ____. Contos do divã. Cotia: Ateliê Editorial, 2007. P. 73)

    Assinale a alternativa correta. Em relação ao texto, pode-se perceber que:

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    05
    Q832906
    Ano: 2017
    Banca: IBFC
    Órgão: PM-BA

    Texto I


                                                    Diálogos

           Ele telefonou aflitíssimo.

           - Preciso marcar um horário, não é para mim, é para minha filha.

           - Que idade tem sua filha?

           - Quinze anos.

           - Ela quer vir?

           - Quer, quer...

          Chegam na consulta antes da hora. Agitado, ele fala muito, essa é minha filha, desejo que fale com ela, que a convença a não viajar.

           A garota, adolescente, mal-humorada, queixo projetado pra cima, boca cerrada com determinação.

           - Vamos entrar? Ana convida os dois.

           - Não, não, ela entra sozinha.

           A menina levanta-se e dirige-se para a sala de consulta.

           - O que trouxe vocês aqui?

           - Nada, não tenho o que falar, não tenho o que discutir, não queria vir, não preciso vir aqui. Já falei para o meu pai.

           - Mas já que veio, não poderia contar do que se trata?

           - Quero viajar, encontrar minha mãe que mora fora, quero ir morar com ela. Meus pais são separados, ele não quer me deixar, mas vou assim mesmo.

            - Você tentou falar com ele?

            - Não adianta, ele não quer ouvir, e por isso que minha mãe foi embora e eu não quero mais falar disso.

           (Estaria repetindo o gesto da mãe, indo embora sem conversa, sem explicação?)

            - Parece que o diálogo não é bem-vindo em sua casa.

            - Não, levanta-se para sair, não é isso.

            - Talvez quisesse que seu pai conversasse com você, em vez de lhe trazer para falar com uma psicóloga que não conhece nem pediu pra conhecer.

           Esse é o único momento em que Maria olha de fato para Ana.

           - É isso mesmo, diz e dirige-se à porta. Na sala de espera, Ana diz ao pai:

           - Sua filha quer que você fale com ela, quer ser ouvida por você, não por mim. Ela não tem o que falar para mim, mas tem muito a dizer a você.

          - Não, não, não sei falar com ela, não entendo o que ela diz, é igual à mãe, por isso a trouxe aqui, para que você fale com ela.

          - Vamos então falar juntos?

          - Não, não posso. Levantam-se e saem para nunca mais voltar.

    (LOEB, Sylvia. Diálogos. In: ____. Contos do divã. Cotia: Ateliê Editorial, 2007. P. 73)

    Assinale a alternativa correta. Observe a ocorrência de crase em “é igual à mãe” (26º§) e assinale a opção em que a substituição do substantivo “mãe” provocaria a impossibilidade da ocorrência desse fenômeno linguístico. 

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