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Questões Militares Sobre oncologia em medicina

Foram encontradas 1.584 questões

Q4156700 Medicina
Uma mulher de 51 anos realiza mamografia de rastreamento. O exame identifica, na mama esquerda, um nódulo ovalado, de contornos parcialmente indistintos, com densidade alta, medindo 1,5 cm, localizado no quadrante superior externo. Não foram identificadas calcificações associadas ou alteração da arquitetura. Diante desse achado, qual é a melhor classificação BI-RADS e conduta?
Alternativas
Q4156697 Medicina
Uma paciente de 48 anos, com mamas de volume médio, foi diagnosticada com carcinoma ductal in situ (CDIS) grau 3 em biópsia core. O nódulo é palpável e mede 2,5 cm em seu maior eixo, sem linfonodos clinicamente suspeitos. A equipe cirúrgica optou por realizar cirurgia conservadora com radioterapia adjuvante. Qual a conduta mais adequada em relação à avaliação axilar?
Alternativas
Q4156694 Medicina
Uma mulher de 65 anos, previamente tratada por câncer de mama há 10 anos, é levada ao pronto atendimento por familiares devido a fraqueza intensa, sonolência, constipação e episódios recentes de confusão mental. Ela também relata dor lombar progressiva nas últimas semanas. Os familiares mencionam que ela tem urinado com frequência aumentada e bebido muita água. Não há febre ou sinais de infecção.

Diante do quadro clínico, qual o distúrbio metabólico mais provável?
Alternativas
Q4156480 Medicina
Com relação ao tratamento neoadjuvante dos adenocarcinomas localmente avançados do reto médio e inferior, assinale a alternativa correta sobre o uso da radioterapia.
Alternativas
Q4156477 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta o exame que é considerado padrão-ouro para o estadiamento local do câncer esofágico, especialmente na avaliação da invasão da parede esofágica e linfonodos peri-esofágicos.
Alternativas
Q4156470 Medicina
Homem de 67 anos, ex-trabalhador da construção naval, com história de exposição ao amianto, apresenta dispneia progressiva e derrame pleural unilateral. A toracocentese foi pouco conclusiva.
Assinale a alternativa correta sobre o provável diagnóstico do paciente.
Alternativas
Q4156279 Medicina
Mulher de 48 anos, não tabagista e não etilista, sem comorbidades, tem queixa de cefaleia frontal persistente e visão dupla há quatro meses. Ao exame físico, observa- -se proptose e limitação da motilidade ocular extrínseca à esquerda, com diminuição da acuidade visual do mesmo lado. Sem linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão expansiva de 4,5 cm no seio etmoidal esquerdo, com invasão da órbita, deslocamento do globo ocular e comprometimento do músculo reto medial com extensão intracraniana e invasão não extensa da dura-máter na fossa craniana anterior. Não parece haver invasão de encéfalo. A biópsia incisional revela adenocarcinoma de tipo intestinal. Após discussão multidisciplinar, a paciente é submetida à ressecção craniofacial anterior com maxilectomia medial, etmoidectomia, ressecção da dura-máter invadida e exenteração da órbita esquerda. O exame anatomopatológico confirma adenocarcinoma de tipo intestinal, com margens cirúrgicas livres, porém exíguas (menor que 1 mm) na região da dura-máter.
Qual é a conduta mais adequada no pós-operatório?
Alternativas
Q4156278 Medicina
 Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista, apresenta quadro de obstrução nasal à direita, sangramentos nasais recorrentes e dor facial há três meses. Na rinoscopia, nota-se abaulamento da parede medial do seio maxilar direito, com extensão para fossa nasal ipsilateral. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tomografia computadorizada com contraste dos seios da face mostra lesão expansiva de 2,5 cm no seio maxilar direito, com destruição da parede medial e extensão para fossa nasal, sem invasão da órbita, etmoide, septo, base do crânio ou tecidos moles da face. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
Qual a melhor abordagem para o caso descrito?
Alternativas
Q4156277 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 52 anos, previamente hígida, apresenta nódulo em região submandibular esquerda, com crescimento progressivo há seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular profunda de 3,5 cm, que faz corpo com a glândula submandibular esquerda, pétrea, fixa a planos profundos, dolorosa à palpação. Há um linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,0 cm, com características metastáticas e fixo. Ressonância magnética evidencia lesão infiltrativa em glândula submandibular esquerda, com 3,8 cm, com invasão do soalho da boca e musculatura adjacente, além de linfonodo metastático em nível IIA homolateral com sinais de ruptura capsular. A biópsia incisional revela carcinoma adenoide cístico com padrão predominantemente sólido e invasão perineural extensa. Após ressecção da glândula submandibular com margem de segurança, incluindo parte do assoalho bucal e musculatura adjacente, associada a esvaziamento cervical seletivo (níveis I-III), o exame anatomopatológico confirmou tratar- -se de carcinoma adenoide cístico, padrão sólido, com 3,5 cm, invasão perineural extensa, margens cirúrgicas livres (menor margem de 3 mm) e metástase em dois de dezoito linfonodos dissecados, sem ruptura capsular.
Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?
Alternativas
Q4156276 Medicina
Homem com 73 anos, tabagista e etilista, apresenta aumento de volume indolor em região parotídea direita, com evolução de um ano. Ao exame físico, observa-se lesão nodular profunda em região parotídea à direita com cerca de 2,5 cm no maior diâmetro, de consistência dura, móvel, sem linfonodos significativos palpáveis e com mímica facial preservada. Ressonância magnética evidencia lesão bem delimitada, com 2,8 cm, restrita ao lobo superficial da parótida direita, sem invasão de estruturas adjacentes. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela carcinoma mucoepidermoide de baixo grau.
Qual a conduta mais adequada para esse caso?
Alternativas
Q4156275 Medicina
Homem de 72 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/ dia), etilista social, apresenta disfonia progressiva há oito meses, associada a dispneia aos médios esforços nas últimas semanas. Nasofibrolaringoscopia mostrou lesão ulceroinfiltrativa em supraglote, envolvendo a prega vestibular e a prega ariepiglótica à direita, paralisia da hemilaringe direita. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão com invasão da cartilagem tireoide, sem extensão extralaríngea, e presença de linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,5 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT confirma captação em lesão primária e linfonodo cervical, sem evidência de metástases à distância. Após laringectomia total com esvaziamento cervical radical modificado à direita e esvaziamento cervical seletivo II-IV à esquerda, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado, com 3,8 cm no maior diâmetro, invasão da cartilagem tireoide, margens cirúrgicas livres, ausência de embolização vascular e linfática e invasão perineural ausente, com metástase em quatro de 32 linfonodos dissecados, sem ruptura capsular, homolaterais ao tumor primário.
Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?
Alternativas
Q4156274 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 68 anos, tabagista há 35 anos (30 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta disfonia progressiva há nove meses, com relato de piora nos últimos dois meses associada a odinofagia e sensação de “bolo” na garganta. Durante laringofibroscopia ambulatorial, foi evidenciada lesão vegetante em prega vocal direita, com extensão para comissura anterior e invasão superficial da prega vocal contralateral, com mobilidade preservada de ambas as pregas vocais. A comissura anterior somente foi acessível com o exame fibroscópico, sendo de difícil visibilização com telescópio, e o paciente tem um grau moderado de retrognatia. Tomografia computadorizada com contraste e cortes finos (1 mm) evidencia lesão restrita à glote, com mínima invasão de cartilagem tireoide na face interna da quilha dela, com espessamento de pregas vocais e extensão para comissura anterior. Não há evidência de linfonodomegalias cervicais ou metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
Alternativas
Q4156273 Medicina
Mulher de 45 anos, não tabagista e não etilista, apresenta tumor em base de língua com 2,5 cm de diâmetro, com evolução de seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular submucosa em hemibase de língua à direita, além de presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, o maior com 1,8 cm à direita. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas não queratinizante. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à base de língua e presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT evidencia captação em lesão primária e em linfonodos cervicais bilaterais, sem evidência de metástases à distância. Após tratamento com quimiorradioterapia definitiva (70 Gy + cisplatina), a paciente apresenta resposta completa clínica e radiológica. Dois anos após o tratamento, a paciente permanece sem evidência de doença, mas apresenta xerostomia grau 2, disfagia leve para alimentos sólidos e hipotireoidismo em tratamento.
Assinale a alternativa correta sobre esse caso.
Alternativas
Q4156272 Medicina
Homem de 52 anos, etilista social e não tabagista, apresenta tumor em região da tonsila palatina direita com 3,2 cm de diâmetro, indolor, com evolução de dois meses. Ao exame físico, observa-se lesão exofítica em tonsila palatina direita, sem ulceração, e presença de linfonodo cervical ipsilateral de 2,5 cm, móvel, indolor. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas moderadamente diferenciado. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à amígdala palatina e presença de dois linfonodos cervicais ipsilaterais, o maior com 2,8 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT não evidencia metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) para carcinoma de orofaringe p16 positivo e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
Alternativas
Q4156271 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 58 anos, não tabagista e não etilista, apresenta lesão leucoplásica em soalho bucal com 1,8 cm de diâmetro, com áreas eritematosas e endurecimento à palpação. A paciente relata crescimento progressivo da lesão nos últimos seis meses e dor leve relacionada a alimentação. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular bem diferenciado com invasão superficial do tecido conjuntivo. A ressonância magnética mostra lesão restrita ao assoalho bucal sem invasão de estruturas adjacentes e sem evidência de comprometimento linfonodal. PET-CT não evidencia metástases à distância ou linfonodais. Após ressecção cirúrgica com margens de 1 cm, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular bem diferenciado com 1,5 cm no maior diâmetro, profundidade de invasão de 6 mm, invasão perineural presente em pequenos filetes nervosos, invasão linfovascular presente, margens cirúrgicas livres, porém exíguas.
Qual a conduta mais adequada para essa paciente no pós-operatório?
Alternativas
Q4156270 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta lesão ulcerada na língua há três meses. Ao exame loco-regional, observa-se, em borda direita de língua, uma lesão predominantemente infiltrativa com 3,5 cm de diâmetro, endurecida, que dista 2,0 cm do V lingual e 1,5 cm da linha média, sem acometimento do soalho da boca. Na palpação do pescoço, apresenta linfonodo cervical ipsilateral palpável, fixo, endurecido e indolor, com 1,5 cm de diâmetro em nível IB. A biópsia incisional do tumor primário confirma carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada cervical evidencia lesão restrita à língua sem invasão de estruturas adjacentes e presença de linfonodo cervical ipsilateral irregular com necrose central de 1,8 cm. Não há evidência de metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
Alternativas
Q4156269 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 56 anos de idade, foi tratado com tireoidectomia total e esvaziamento do compartimento central (conduta do cirurgião do caso) por um carcinoma papilífero com 1,2 cm, no maior diâmetro, variante clássica, sem extravasamento e sem metástases linfonodais.
A meta recomendada para supressão com levotiroxina, segundo a ATA, é de TSH
Alternativas
Q4156268 Medicina
 Um paciente de 45 anos, portador de um nódulo de tireoide com cerca de 4,0 cm no maior diâmetro, foi submetido a tireoidectomia total após a punção aspirativa resultar numa citologia suspeita para malignidade (Bethesda V). Não havia evidência clínica nem radiológica de metástases linfonodais. O exame anatomopatológico mostrou tratar-se de um carcinoma anaplásico de tireoide com 4,5 cm, limitado à glândula, e exames de imagem posteriores não mostraram evidência de metástases à distância.
Em casos como esse, se o diagnóstico de carcinoma anaplásico estiver presente antes da abordagem cirúrgica do paciente, qual é a abordagem inicial recomendada pela American Thyroid Association?
Alternativas
Q4156267 Medicina
Homem de 60 anos, com diagnóstico de carcinoma papilífero da tireoide, sem evidências de metástases linfonodais nem à distância, foi submetido a tireoidectomia total, e o exame anatomopatológico mostrou carcinoma papilífero clássico com 3,0 cm no maior diâmetro e extensão extratireoidiana microscópica aos tecidos extratireoidianos vizinhos.
Qual é a estratificação de risco para esse caso, de acordo com os guidelines da American Thyroid Association?
Alternativas
Q4156263 Medicina
Mulher, de 48 anos, foi submetida à maxilectomia total à direita com exenteração orbital ipsilateral por carcinoma epidermoide de seio maxilar. Após a ressecção, observa-se um defeito complexo tridimensional envolvendo maxila, palato duro, assoalho orbital e conteúdo orbital. A paciente será submetida à radioterapia adjuvante.
Considerando a complexidade do defeito e a necessidade de radioterapia pós-operatória, qual a melhor opção reconstrutiva para esse caso?
Alternativas
Respostas
261: E
262: A
263: B
264: E
265: D
266: D
267: E
268: C
269: C
270: B
271: D
272: A
273: D
274: E
275: B
276: C
277: A
278: E
279: D
280: E