Questões de Concurso Sobre medicina
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Qual é o tipo de imobilização indicado para esse caso?
As encefalopatias crônicas não-progressivas, conhecidas também como paralisia cerebral, têm como causa lesões no sistema nervoso central nos três primeiros anos de vida, com múltiplas sequelas.
Considerando isso, um paciente com paralisia cerebral do tipo atáxica apresenta características diversas, tais como:
Paciente com 75 anos, do sexo masculino, sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) há quatro anos e faz uso contínuo de rivaroxabana. Apresenta o dente 26 com grande perda de estrutura coronária, com indicação de exodontia.
Para a execução do procedimento cirúrgico em segurança, deve-se realizar a
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo feminino, de 25 anos, sob suspeita clínica de doença desmielinizante, realiza ressonância magnética do crânio e das colunas cervical e dorsal. No relatório, são descritas lesões ovaladas com hipersinal em T2/FLAIR nas seguintes localizações: justa-corticais, periventriculares, ponte e coluna cervical, sendo que algumas delas apresentam realce pelo meio de contraste.
Considerando-se os conceitos definidos pelos critérios revisados de MacDonald (2017), conclui-se que:
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Paciente com antecedente de hidrocefalia não comunicante, portador de cateter para drenagem ventricular referindo cefaleia postural, com predomínio na posição ortostática. Relatório de estudo de ressonância magnética do crânio para avaliação da cefaleia descreve na conclusão os seguintes achados: “Espessamento / realce paquimeníngeo difuso, aumento nas dimensões da glândula hipofisária, migração inferior das tonsilas cerebelares e hematomas subdurais bilaterais”.
Considerando a descrição fornecida, a entidade que se encaixa nos padrões é:
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Recém-nascido prematuro (30 semanas) apresentando quadro de hipotonia e rebaixamento do nível de consciência. Estudo ultrassonográfico transfontanela evidencia sinais de hemorragia da matriz germinal, com componente hemorrágico intraventricular e dilatação ventricular, sem alterações no parênquima cerebral.
Em relação à graduação dos achados, devem ser classificados como (classificação de Papile):
O parênquima renal pode ser envolvido em uma variedade de doenças sindrômicas multissistêmicas. As características de envolvimento renal e extrarrenal na doença renal policística do adulto são:
A utilização dos meios de contraste endovenosos é de relevante valor para definição diagnóstica em múltiplas situações, e como outros medicamentos, eventualmente, estão associados a desenvolvimento de reações adversas. O diagnóstico e seu respectivo tratamento em caso de reação adversa é o seguinte:
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Mulher de 55 anos, professora aposentada e tabagista, apresenta disfonia progressiva há dois anos. Queixa-se de que sua voz é “rouca e grossa”. Ao exame vídeolaringoscópico apresentou aumento de volume das pregas vocais com edema flácido e redundância de mucosa.
Considerando o diagnóstico mais provável para esse caso, a paciente é informada de que
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Paciente do sexo masculino, de 35 anos, relata que “acordou com o rosto torto” há dez dias. Nega doenças prévias ou quadro semelhante anteriormente. Ao repouso, o paciente não apresenta deformidade evidente, e a assimetria aparece em todos os terços da face após ser orientado a utilizar a musculatura da mímica facial. O fechamento ocular só ocorre com esforço máximo. A otoscopia é normal.
Nesse caso, o provável diagnóstico e a conduta são:
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Paciente do sexo feminino, de 54 anos, queixa-se de tontura rotatória associada a náuseas, sudorese ao se levantar da cama, há quatro dias. Nega hipoacusia, zumbido ou quadro semelhante anteriormente. Após deitar o paciente na maca com rotação lateral da cabeça, nota-se a presença de nistagmo geotrópico (horizontal para baixo) bilateral, com duração de cerca de 40 segundos, mais intenso quando a cabeça é virada para a direita.
De acordo com o exposto, conclui-se que trata-se de um caso de
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Paciente do sexo feminino, de 30 anos, queixa-se de obstrução nasal bilateral, quase diária, há cinco meses, associada à rinorreia hialina, prurido nasal e espirros. Relata ter feito uso de corticosteroide nasal, sem melhora. Tem teste cutâneo (prick test) negativo, pesquisa de IgE para aeroalérgenos (RAST) negativo e a citologia nasal mostra 20% de eosinófilos.
O diagnóstico para esse caso é de