Questões de Concurso Sobre medicina

Foram encontradas 162.185 questões

Q4154314 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente de 19 anos, do sexo feminino, relata disfonia súbita, há um dia. Informa que estava em um show, tendo gritado muito e que, após um grito mais forte e tosse, a voz quase desapareceu. Nega doenças prévias ou uso de medicação. A telelaringoscopia mostra um enantema na prega vocal esquerda, que se estende do terço anterior ao termo médio.



Considerando o exposto, conclui-se que trata-se de um caso de 

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Q4154313 Medicina
A epistaxe é um quadro que causa muito desconforto para o paciente e seus familiares. O otorrinolaringologista deve estar familiarizado com a anatomia nasal para o manejo adequado dos casos mais graves. Na anatomia do suprimento arterial da cavidade nasal,
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Q4154312 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo feminino, de 32 anos, é atendida no ambulatório de otorrinolaringologia por queixa de zumbido bilateral do “tipo apito”, constante, pior à noite, de início há sete dias. Nega hipoacusia ou sensação de plenitude auricular. Relata tratamento para câncer de mama há dois meses, com cirurgia, e está atualmente em quimioterapia. A otoscopia é normal.



Considerando a principal hipótese diagnóstica para esse caso, pode-se iniciar o tratamento com

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Q4154311 Medicina
As diretrizes do Ministério da Saúde definem que o implante coclear (IC) pode ser realizado em
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Q4154310 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo feminino, de 42 anos, chegou para a consulta com queixa de tontura rotatória, de início há cerca de três horas, sensação de plenitude auricular e zumbido. Informa que essa sensação de “ouvido tampado” já ocorreu outras vezes, bem como o zumbido. Relata um episódio semelhante há cerca de um ano, em que ela ficou cerca de seis horas com essa sensação de vertigem e só melhorou após ser medicada no hospital. O médico assistente fez a hipótese de doença de Menière, tratou a paciente e solicitou uma audiometria, realizada uma semana depois. Ao receber o exame, o médico nota que o exame é normal.



Considerando os dados analisados, o médico conclui que

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Q4154309 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo feminino, de 34 anos, chega ao pronto-socorro com quadro de tontura do tipo rotatória, náuseas, vômitos e intolerância à movimentação da cabeça, há um dia. Ela foi avaliada e o médico assistente, após o exame físico, concluiu que não era necessário solicitar exames de imagem.



Os exames e seus resultados que permitem afastar a etiologia central, sem a necessidade de exames de imagem, são: 

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Q4154308 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo feminino deseja rinoplastia porque seu nariz é “grande e largo”. Após análise, é explicado que o cirurgião se orienta – considerando que cada pessoa tem características únicas – por medidas previamente estabelecidas para melhorar a estética nasal.



Dentre os parâmetros que podem ser utilizados na avaliação estética nasal sabe-se que 

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Q4154307 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo masculino, de 63 anos, com queixa de disfonia progressiva há oito meses, mais recentemente associada à disfagia para sólidos e perda de 2 kg desde o início do quadro, foi submetido a biopsia de lesão de laringe, cujo resultado foi carcinoma escamoso.



Considerando que a lesão acomete a prega vocal direita com a sua fixação e que há infiltração do espaço paraglótico com erosão do córtex interno da cartilagem tireoide, conclui-se que o estadiamento da lesão é:  

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Q4154306 Medicina
A otite média com efusão (OME) acomete principalmente crianças. Baseando-se nos últimos guidelines sobre o assunto, o diagnóstico de OME é importante, pois 
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Q4154305 Medicina
O aumento do número de crianças com traqueostomia tem sido atribuído à maior sobrevida de recém-nascidos prematuros e daqueles que requerem ventilação prolongada. Pensando nisso, a Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica (ABOPe) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicaram, em 2017, o primeiro consenso sobre a traqueostomia na infância. Ao orientar os pais de uma criança com traqueostomia, é importante dizer que 
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Q4154304 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo feminino, de 30 anos, chega ao prontosocorro com queixa de febre de 37,8 ºC, odinofagia e pus na garganta, há um dia. Relata obstrução nasal, secreção nasal e tosse. Ao exame, nota-se exsudato purulento nas tonsilas bilateralmente e linfonodos cervicais de cerca de 1 cm. Nega uso de antibióticos nos últimos 30 dias.



Nesse caso, a orientação para o paciente é:

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Q4154303 Medicina
O diagnóstico de rinossinusite aguda (RSA) em adultos pode ser firmado quando o paciente apresenta: 
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Q4154302 Medicina

Leia o caso clínico a seguir.



Paciente do sexo masculino, de cinco anos, vem trazido pela mãe que relata otalgia à esquerda intensa, associada a febre (T: 38,3 ºC), há um dia. Relata quadro gripal há sete dias. A mãe também informa que a criança não usou antibiótico nos últimos três meses. Ao exame: bom estado geral, Tax: 37,4 ºC, conchas nasais hiperplásicas, membrana timpânica hiperemiada e com abaulamento leve à esquerda, sem alterações à direita.



Nesse momento da avaliação, a melhor conduta é prescrever: 

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Q4154261 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 37 anos, queixa de dispneia progressiva aos moderados esforços há cerca de seis meses. Nega outros sintomas associados, nega uso de medicações atuais ou prévias. Alega ter asma desde a infância, com sintomas de tosse, chiado no peito e dispneia cerca de uma vez ao mês que melhora com uso de salbutamol. Nega tabagismo. Atualmente, controlada com corticoide inalatório. Ao exame: bom estado geral, eupneica, saturação oxigênio 96%, sem alterações ao exame físico. Trouxe resultados de exames, apresentados a seguir:

FAN, FR, sorologias HIV, sorologias hepatite B e C todos negativos. Ecocardiograma: FE 67% PSAP 77mmHg, câmaras cardíacas normais, sinais indiretos sugestivos de hipertensão pulmonar. Espirometria: distúrbio ventilatório obstrutivo leve, com variação significativa ao broncodilatador e normalização dos parâmetros funcionais. Angiotomografia de tórax: sem sinais de TEP, parênquima pulmonar normal. Cintilografia ventilação e perfusão: baixa probabilidade de TEP. 
Nesse caso, essa paciente está classificada como hipertensão pulmonar grupo: 
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Q4154260 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo feminino, de 37 anos, queixa de dispneia progressiva aos moderados esforços há cerca de seis meses. Nega outros sintomas associados, nega uso de medicações atuais ou prévias. Alega ter asma desde a infância, com sintomas de tosse, chiado no peito e dispneia cerca de uma vez ao mês que melhora com uso de salbutamol. Nega tabagismo. Atualmente, controlada com corticoide inalatório. Ao exame: bom estado geral, eupneica, saturação oxigênio 96%, sem alterações ao exame físico. Trouxe resultados de exames, apresentados a seguir:

FAN, FR, sorologias HIV, sorologias hepatite B e C todos negativos. Ecocardiograma: FE 67% PSAP 77mmHg, câmaras cardíacas normais, sinais indiretos sugestivos de hipertensão pulmonar. Espirometria: distúrbio ventilatório obstrutivo leve, com variação significativa ao broncodilatador e normalização dos parâmetros funcionais. Angiotomografia de tórax: sem sinais de TEP, parênquima pulmonar normal. Cintilografia ventilação e perfusão: baixa probabilidade de TEP. 
Nesse caso, qual a conduta inicial para essa paciente?
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Q4154258 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 44 anos, trabalha há 20 anos em pedreira. Tabagista com uso de 30 maços/ano. Iniciou há cerca de seis meses dispneia progressiva até pequenos esforços, associado com astenia e perda de peso. Foi encaminhado para avaliação. Nega patologias prévias ou uso de medicações. Ao exame, apresenta em regular estado geral, dispneico, saturação periférica de oxigênio 88%, frequência cardíaca 102 BPM, frequência respiratória 25 IRM. Solicitado alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,64(48%), VEF1 0,73(26%), VEF1/CVF 45%

Pós-broncodilatador: CVF 1,99(59%), VEF1 0,90 (33%), VEF1/CVF 45% 

Captura_de tela 2026-07-03 114655.png (231×507)
Qual a conduta inicial para esse paciente?
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Q4154257 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 44 anos, trabalha há 20 anos em pedreira. Tabagista com uso de 30 maços/ano. Iniciou há cerca de seis meses dispneia progressiva até pequenos esforços, associado com astenia e perda de peso. Foi encaminhado para avaliação. Nega patologias prévias ou uso de medicações. Ao exame, apresenta em regular estado geral, dispneico, saturação periférica de oxigênio 88%, frequência cardíaca 102 BPM, frequência respiratória 25 IRM. Solicitado alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,64(48%), VEF1 0,73(26%), VEF1/CVF 45%

Pós-broncodilatador: CVF 1,99(59%), VEF1 0,90 (33%), VEF1/CVF 45% 

Captura_de tela 2026-07-03 114655.png (231×507)
Considerando o caso exposto, qual diagnóstico mais provável para esse paciente?
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Q4154256 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de aves, nega contato com mofo, nega outras exposições. Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%), VEF1/CVF 90%

Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%

DLCO 45%

FAN Não reagente, FR negativo

Tomografia de tórax:


Captura_de tela 2026-07-03 114513.png (322×157)


LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual. Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias de tração e extenso faveolamento associado, e imagens em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento. 
Qual conduta inicial para o caso?
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Q4154255 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de aves, nega contato com mofo, nega outras exposições. Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%), VEF1/CVF 90%

Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%

DLCO 45%

FAN Não reagente, FR negativo

Tomografia de tórax:


Captura_de tela 2026-07-03 114513.png (322×157)


LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual. Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias de tração e extenso faveolamento associado, e imagens em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento. 
Nesse caso, qual o diagnóstico?
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Q4154254 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.


Paciente do sexo masculino, de 69 anos, procura atendimento por perda de peso, 15 kg, em seis meses, hiporexia, sudorese, tosse seca, febre não aferida vespertina, e dispneia aos pequenos esforços progressiva. Procurou atendimento prévio e foi prescrito antibiótico, amoxacilina/clavulanato 875 mg/125 mg, que fez uso por dez dias. Nega melhora dos sintomas. Tabagista, 60 maços/ano. Nega outras patologias ou uso de medicações contínuas. Ao exame, apresenta-se em regular estado geral, eupneico, saturação de oxigênio 95% ar ambiente, frequência cardíaca: 90 bpm. Foram solicitados exames para avaliação, conforme apresentado a seguir: Hemograma: hb 11,0, leucócitos 11.000, bastões 2%, neutrófilos 60%, plaquetas 235.000. PCR 10. Raio X de tórax:

Captura_de tela 2026-07-03 114334.png (306×357)
Qual a melhor conduta para o caso descrito, após avaliar o resultado da toracocentese? 
Alternativas
Respostas
5701: D
5702: C
5703: D
5704: C
5705: D
5706: B
5707: B
5708: A
5709: C
5710: B
5711: A
5712: C
5713: B
5714: A
5715: B
5716: A
5717: C
5718: D
5719: A
5720: B