Questões de Concurso Sobre medicina
Foram encontradas 168.385 questões
I – Na parada cardiorrespiratória pediátrica, hipóxia e choque costumam anteceder o evento, tornando ventilação, compressões efetivas e causas reversíveis pontos centrais.
II – Na taquicardia supraventricular, ritmo regular, complexo estreito e sinais de má perfusão orientam leitura de instabilidade e necessidade de intervenção rápida.
III – Na bradicardia com má perfusão após oxigenação, a observação prolongada costuma ser a etapa principal, pois o ritmo tende a normalizar com estímulo vagal.
IV – No trauma pediátrico, proteção cervical, via aérea, ventilação, circulação, controle de hemorragia e prevenção de hipotermia organizam a avaliação inicial.
V – No choque, pulso central palpável e pressão aferida dentro da faixa esperada afastam hipoperfusão quando pele, consciência e enchimento capilar estão alterados.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – Na varicela, pápulas, vesículas e crostas em áreas contíguas devem ser lidas como sinal de impetiginização, mudando o diagnóstico principal.
II – Na escarlatina, o exantema costuma ser centrífugo e acompanhado de tosse, coriza e conjuntivite, com manchas de Koplik como sinal de suporte.
III – No sarampo, febre, tosse, coriza, conjuntivite e exantema de progressão típica exigem atenção à transmissibilidade e às medidas de bloqueio.
IV – No exantema súbito, a erupção surge durante a febre alta persistente, com piora do estado geral após o aparecimento das lesões.
V – Na síndrome mão-pé-boca, lesões orais, acometimento de mãos e pés, febre e dor para alimentar-se podem compor o quadro clínico.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – A TC de crânio tem papel inicial na diferenciação entre hemorragia, efeito de massa e algumas urgências que exigem decisão imediata.
II – A RM com difusão e mapa de coeficiente de difusão aparente pode revelar isquemia aguda antes de alterações estruturais convencionais.
III – A ENMG normal nas primeiras horas após dor radicular exclui lesão axonal, pois a desnervação aparece no exame de forma imediata.
IV – Na radiculopatia, potenciais sensitivos preservados ajudam a distinguir lesão pré-ganglionar de plexopatia ou neuropatia sensitiva.
V – O padrão miopático típico apresenta unidades motoras de alta amplitude e longa duração, com recrutamento reduzido por perda axonal.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – Na esclerose múltipla, mielite longitudinal extensa e vômitos persistentes por área postrema sustentam apresentação típica, principalmente com anticorpo contra aquaporina 4 (AQP4-IgG).
II – Na neuromielite óptica, neurite óptica unilateral leve e lesões periventriculares em dedos de Dawson formam o padrão central do diagnóstico em adultos.
III – Na neuromielite óptica, AQP4-IgG em soro com neurite óptica, mielite ou síndrome de área postrema muda o risco de recaídas e a estratégia imunoterápica.
IV – Na encefalite autoimune anti-receptor N-metil-Daspartato, o quadro típico é neuropatia periférica sensitivo-motora, com líquor normal e neuroimagem medular como exame central.
V – Na esclerose múltipla, disseminação no espaço e no tempo deve ser sustentada por clínica, ressonância magnética e exclusão de mimetizadores relevantes.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – A crise focal pode iniciar com fenômenos motores, sensitivos, autonômicos, cognitivos ou emocionais, conforme a rede cortical envolvida.
II – A crise focal pode evoluir para manifestação tônicoclônica bilateral, com perda de responsividade ao longo do evento.
III – A ausência típica é uma crise generalizada de início bilateral, com interrupção breve da atividade e padrão eletroencefalográfico compatível.
IV – No estado de mal epiléptico, o EEG é útil quando o rebaixamento persiste após atividade motora, por risco de atividade epiléptica subclínica.
V – O EEG interictal normal pode ocorrer em pessoa com epilepsia, pois o diagnóstico depende da integração entre evento clínico e exames.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I – No delirium, a alteração atencional costuma ter menor peso que a memória episódica para separar o quadro de uma demência degenerativa.
II – Na doença de Alzheimer, o comprometimento de memória episódica pode abrir o quadro, com piora funcional progressiva e alteração de outros domínios cognitivos.
III – Na demência frontotemporal, mudança comportamental precoce, desinibição, apatia, perda de empatia ou alteração de linguagem podem orientar a hipótese clínica.
IV – Na demência vascular, o perfil cognitivo pode se relacionar a eventos cerebrovasculares, lesões estratégicas, disfunção executiva e evolução em degraus.
V – No comprometimento cognitivo leve, a perda de autonomia básica define o diagnóstico e aproxima o quadro de demência moderada em fase inicial.
Estão CORRETAS as afirmativas: