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HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.
No primeiro parágrafo do texto, anteriormente à forma verbal “encarasse” (linha 2), está elíptica a expressão “medicina”

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.
A expressão “tal como” (linha 3) poderia, sem prejuízo gramatical, ser flexionada no plural – tais como –, caso em que passaria a se referir aos elementos da enumeração posterior.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.
Ao se falar de “ocorrência sobrenatural” (linha 3), citando‑se “os ventos, as tempestades ou as manifestações de deuses malévolos” como exemplos, considerava‑se que, à época, os fenômenos meteorológicos ou atmosféricos eram tidos como não naturais.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
Com referência ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item seguinte.
Na linha 2, o termo “‑los”, em “curá‑los”, retoma o termo antecedente “os doentes”, da mesma forma que, na linha 16, o termo “‑la” retoma “a alma”.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
A partir da sentença “seria obra de algum inimigo, dotado de poderes especiais ou mágicos, cuja animosidade haveria de ser combatida por meio de sortilégios”, no primeiro parágrafo, depreende‑se a referência a feiticeiro, bruxo ou mago.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
De acordo com o texto, as doenças tinham uma causa única, ou seja, eram ocorrências naturais, com dolorosas consequências, que poderiam ser aplacadas por curandeiros.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
Deduz‑se do texto que o termo medicina designa tanto a arte de curar (prática médica) quanto a aplicação de terapia (na forma de rituais e mágicas para curar as doenças).

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
Depreende‑se do texto que a medicina, como a arte de curar, era aplicada desde as civilizações mais antigas.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
Segundo o texto, a medicina teria surgido da necessidade humana de se afastar e curar, a partir de rituais e crenças mágicas, o sofrimento causado por enfermidades e por ferimentos.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
É predominante, no texto, a tipologia argumentativa, ao se discutir e pormenorizar os vários conceitos de doença, nos tempos modernos.

HEGENBERG, Leonidas. Evolução histórica do conceito de doença.
In: L. Hegenberg (org.). Doença: um estudo filosófico.
Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998 (com adaptações).
No que se refere às ideias do texto, julgue o item a seguir.
Quanto às características do texto, nele é empregada uma linguagem de difícil acesso, que é ininteligível para quem não é da área médica.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. Permite que os membros da equipe encarregada do trabalho troquem informações sobre o risco de negócio ao qual a entidade está sujeita, o modo como os fatores de risco inerentes podem afetar a susceptibilidade à distorção de classes de transações, saldos contábeis e divulgações, e sobre o modo como e quando as demonstrações contábeis podem estar suscetíveis à distorção relevante devido a fraude ou erro.
II. Fornece uma base na qual os membros da equipe encarregada do trabalho se comunicam e compartilham novas informações obtidas durante toda a auditoria que podem afetar a avaliação dos riscos de distorção relevante ou os procedimentos de auditoria realizados para tratar desses riscos.
III. Auxilia os membros da equipe encarregada do trabalho a obter um melhor entendimento do potencial de distorção relevante das demonstrações contábeis nas áreas específicas atribuídas a eles e a entender o modo como os resultados dos procedimentos de auditoria que eles realizam podem afetar outros aspectos da auditoria, incluindo as decisões sobre a natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais de auditoria.
Quais estão corretas?
I. A obrigação que pode ser liquidada ou extinta sem a saída de recursos da entidade não é um passivo.
II. A complexidade inerente ao setor público faz com que eventos diversos referentes ao desenvolvimento, implantação e execução de determinado programa ou atividade normalmente deixem de gerar obrigações.
III. A ausência de data de liquidação não impede que a obrigação origine um passivo.
Quais estão INCORRETAS?
I. Instituições sem fins lucrativos como pessoas jurídicas ou outro tipo de entidades que produzam ou distribuam produtos e serviços, mas que não gerem retorno financeiro para a entidade controladora.
II. Corporações como empreendimentos que não são formalmente constituídos ou não são estabelecidos legalmente como empresas, mas que funcionam como se fossem.
III. Quase corporações como pessoas jurídicas constituídas com a finalidade de produzir bens e serviços para o mercado.
Quais estão corretas?