Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q3834082 Medicina
Homem, 48 anos, etilista importante, apresenta IC com fração de ejeção ( FE ) reduzida. Após 6 meses de abstinência documentada e tratamento otimizado, FE permanece em 28%, com episódios de taquicardia ventricular não sustentada ao Holter. Encontra-se assintomático, com boa adesão ao programa de reabilitação cardiopulmonar.

Qual conduta é mais apropriada? 
Alternativas
Q3834081 Medicina
Homem, 34 anos, assintomático, realiza ecocardiograma por sopro detectado em exame admissional. Ecocardiograma mostra defeito do septo atrial tipo ostium secundum de 18 mm, dilatação de átrio e ventrículo direitos, pressão pulmonar estimada normal. ECG e holter mostram ritmo sinusal. Não há hipertensão pulmonar.
Qp/Qs estimado em 1,8.

Qual a melhor conduta nesse momento?
Alternativas
Q3834080 Medicina
Homem, 56 anos, chega à emergência com dispneia súbita e dor torácica ventilatório-dependente. PA 118/72 mmHg, FC 112 bpm, SatO₂ 90% em ar ambiente. ECG com taquicardia sinusal. Dímero-D elevado. Angiotomografia confirma TEP bilateral central. Ecocardiograma mostra dilatação de ventrículo direito (VD), TAPSE reduzido e pressão sistólica da artéria pulmonar elevada. Troponina discretamente positiva.

Qual a classificação de risco e conduta inicial mais adequada? 
Alternativas
Q3834079 Medicina
Homem, 68 anos, DAC conhecida, angioplastia há 3 anos, assintomático, em uso regular de estatina e betabloqueador. Será submetido à colectomia eletiva por neoplasia. Consegue subir dois lances de escada lentamente, mas para por cansaço. ECG sem alterações novas.

Qual a melhor conduta pré-operatória? 
Alternativas
Q3834077 Medicina
Homem, 60 anos, com dispneia e edema de membros inferiores. Ao exame jugular, observa-se onda “v” proeminente durante a sístole.

Qual condição é mais compatível com esse achado? 
Alternativas
Q3834076 Medicina
Mulher, 58 anos, portadora de cardiomiopatia dilatada, em consulta ambulatorial. À ausculta cardíaca em decúbito lateral esquerdo, percebe-se um terceiro ruído (B3) de baixa frequência, logo após B2.

Qual afirmação melhor explica esse achado? 
Alternativas
Q3834075 Medicina
Mulher, 68 anos, troca valvar aórtica biológica há 6 semanas, febre persistente, PCR elevada, hemoculturas repetidas negativas. ECO-TT (transtorácico) inconclusivo. Suspeita clínica permanece alta.
Qual estratégia de imagem tem respaldo mais forte nesse cenário para reduzir casos de “EI possível”, especialmente em prótese? 
Alternativas
Q3834074 Medicina
Mulher de 72 anos, IMC 31 kg/m², IC com FE reduzida (FEVE 32%), estável, em terapia otimizada. Considera-se tratamento farmacológico da obesidade.

Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3834073 Medicina
Homem, 61 anos, choque cardiogênico após IAM (infarto agudo do miocárdio). Na Cateterização Cardíaca Direita: POAP 26 mmHg, PAD (pressão atrial direita) 18 mmHg, índice cardíaco (IC) 1,7 L/min/m2, PAS 82 mmHg.

Qual fenótipo hemodinâmico é mais compatível? 
Alternativas
Q3834071 Medicina
Mulher, 69 anos, com insuficiência mitral primária importante, em acompanhamento regular. Nega dispneia aos esforços habituais. Ecocardiograma mostra FEVE de 60%, volume diastólico final indexado do ventrículo esquerdo de 18 mL/m², átrio esquerdo bastante dilatado, pressão sistólica da artéria pulmonar estimada em 55 mmHg em repouso. Holter revela fibrilação atrial paroxística. Risco cirúrgico baixo, centro com alta expertise em cirurgia mitral.

Qual a conduta deve ser tomada nesse momento?
Alternativas
Q3834070 Medicina
Homem, 28 anos, previamente hígido, refere dor torácica há 3 dias, piora em decúbito e melhora ao sentar. Eletrocardiograma (ECG) com supra difuso de ST e infra de PR. Troponina de alta sensibilidade elevada (pico 12x p99). Ecocardiograma transtorácico (ECO) sem disfunção ventricular, sem derrame importante. Hemodinâmica estável, sem arritmias. Considerando a abordagem integrada miopericardite/perimiocardite e a lógica de estratificação por risco, qual estratégia diagnóstica inicial melhor se alinha ao cenário descrito? 
Alternativas
Q3834069 Medicina
Homem de 65 anos com síndrome coronariana aguda, tratado com angioplastia primária com stent farmacológico tem preocupação clínica quanto ao sangramento gastrointestinal e deseja saber se a aspirina pode ser suspensa logo após o procedimento.

Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3834068 Medicina
Mulher de 71 anos, independente funcionalmente, sem DAC conhecida, apresenta escore de risco cardiovascular global baixo. Não faz uso de antiagregantes. Questiona se deveria iniciar aspirina após ter lido reportagens sobre “prevenção de infarto”.

Considerando dados de longo prazo em idosos saudáveis, a orientação mais alinhada às evidências está indicada na alternativa 
Alternativas
Q3834067 Medicina
Mulher de 58 anos, previamente hígida, chega à emergência por dor torácica intensa de início súbito, irradiada para dorso, descrita como “rasgando”. Encontra-se normotensa, sem déficit neurológico. ECG sem alterações isquêmicas. Ao aplicar o ADD-RS, apresenta 1 ponto por característica da dor ( baixo risco ).

A estratégia diagnóstica inicial mais adequada está indicada na alternativa
Alternativas
Q3834066 Medicina
Paciente de 70 anos, diabética, dá entrada por desconforto epigástrico associado a dispneia súbita e náuseas. ECG mostra ondas T altas, simétricas e pontiagudas em V2–V5, com depressão ascendente do ST no ponto J maior que 1 mm nessas derivações, além de elevação discreta de ST em aVR.Esse padrão eletrocardiográfico indica 
Alternativas
Q3834065 Medicina
Mulher de 69 anos, com histórico de IAM há 3 anos, apresenta LDL-C persistente de 78 mg/dL em uso de rosuvastatina 20 mg/dia. Relata mialgia recorrente, sem elevação de CK, com recorrência ao reintroduzir diferentes estatinas e em diferentes esquemas posológicos. ApoB atual é 68 mg/dL.

Qual estratégia terapêutica está mais consistente com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias 2025?
Alternativas
Q3834064 Medicina
Paciente de 72 anos, submetido à troca valvar aórtica por bioprótese cirúrgica, em ritmo sinusal, sem história prévia de fibrilação atrial. Evolui sem complicações cirúrgicas imediatas. No 10º dia pós-operatório, discute-se o regime anticoagulante.

Qual mecanismo fisiopatológico mais explica a indicação de anticoagulação nos primeiros meses após implante de bioprótese? 
Alternativas
Q3834063 Medicina
Mulher de 85 anos, IAM sem supra, hipertensa, diabética, com limitação funcional moderada e histórico de quedas no último ano. Evolui estável hemodinamicamente após tratamento clínico inicial. A equipe discute estratégia invasiva versus conservadora.

Qual elemento clínico tem maior peso na individualização da decisão nesse cenário? 
Alternativas
Q3834062 Medicina
Mulher de 71 anos, estenose aórtica grave assintomática, FE 58%, baixo risco cirúrgico. Ao ecocardiograma de estresse, ocorre aumento significativo da pressão sistólica pulmonar, sem queda da pressão arterial sistêmica e sem sintomas.

Esse achado sugere principalmente 
Alternativas
Q3834061 Medicina
Paciente de 58 anos, hipertenso estágio 2, inicia tratamento com combinação fixa de dois fármacos em doses baixas. Após 6 semanas, a pressão arterial reduziu de 164/100 mmHg para 146/90 mmHg.

Sobre isso, assinale a alternativa CORRET
Alternativas
Respostas
1381: B
1382: C
1383: B
1384: E
1385: E
1386: B
1387: B
1388: D
1389: B
1390: C
1391: E
1392: B
1393: C
1394: C
1395: C
1396: E
1397: C
1398: E
1399: E
1400: B