Mulher, 68 anos, troca valvar aórtica biológica há 6 semanas...
Qual estratégia de imagem tem respaldo mais forte nesse cenário para reduzir casos de “EI possível”, especialmente em prótese?
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: O ponto decisivo é que, na suspeita alta de endocardite infecciosa em prótese valvar com ECO-TT inconclusivo e hemoculturas negativas, as diretrizes ESC 2023 e os critérios Duke-ISCVID 2023 incorporam o PET/CT com 18F-FDG como exame adicional capaz de reclassificar casos de “EI possível”; por isso, a alternativa B é a compatível com a base.
- Em suspeita de endocardite em prótese com eco não diagnóstico, pense em método adicional incorporado aos critérios atuais: PET/CT com 18F-FDG.
- Hemocultura negativa não encerra investigação quando a suspeita clínica permanece alta.
- Em EI protética, nem toda tomografia serve: o valor depende da técnica e do alvo anatômico correto.
- Se houver cirurgia recente, lembre a limitação importante do PET/CT: captação inflamatória estéril pode simular infecção.
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