Mulher de 69 anos, com histórico de IAM há 3 anos, apresenta...
Qual estratégia terapêutica está mais consistente com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias 2025?
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: Em prevenção secundária com IAM prévio e intolerância clínica recorrente à estatina, a Diretriz Brasileira de Dislipidemias 2025 orienta migrar para terapia não estatínica combinada; entre as opções, ezetimibe + ácido bempedoico é a alternativa que melhor se ajusta ao caso, reservando anti-PCSK9/inclisirana para escalonamento quando necessário.
- Em prevenção secundária, reconheça o risco: IAM prévio implica meta lipídica mais rigorosa.
- Recorrência de mialgia com reexposição a diferentes estatinas e esquemas sustenta intolerância clínica mesmo sem CK elevada.
- Na intolerância à estatina, prefira a combinação não estatínica oral quando ela for suficiente antes de escalar para anti-PCSK9/inclisirana.
- ApoB ajuda na avaliação, mas não substitui a necessidade de tratar LDL-C acima da meta.
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