Questões de Concurso Para professor - educação especial

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Q3727154 Matemática
Em uma liquidação, uma loja decidiu reduzir os preços de vários itens, incluindo o de um sofá que custava R$ 3.500,00. Esse sofá recebeu um desconto especial de 25%. Qual é o novo preço do sofá após o desconto? 
Alternativas
Q3727153 Raciocínio Lógico
Se A = {1, 2, 3} e B = {2, 3, 4}, qual é a intersecção de A e B?
Alternativas
Q3727152 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Considerando a sintaxe do período composto, analisar os itens.

I. Em: “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama” (2º parágrafo), a oração sublinhada é subordinada substantiva subjetiva. A mesma classificação pode ser atribuída em: “É preciso que o poder público [...] ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil” (3º parágrafo).
II. Em: “Conforme dados do Residômetro Têxtil”, caso seja acrescentado o verbo “indicam” logo após a palavra sublinhada, tem-se uma oração subordinada adverbial conformativa.
III. Em: “O Brasil é [...] o último país que ainda contém a cadeia completa”, a oração sublinhada é subordinada adverbial consecutiva.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727151 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
A respeito da relação entre letras e fonemas, dos dígrafos e dos encontros consonantais, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As palavras “chapéu”, “guerra” e “guaraná” apresentam número maior de letras que de fonemas.
( ) Os vocábulos “barro”, “piscina” e “venda” apresentam dígrafo.
( ) As palavras “corrupção”, “represa” e “advento” apresentam encontro consonantal. Com exceção da segunda palavra, as duas outras também contêm dígrafo.
Alternativas
Q3727150 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em relação aos recursos coesivos do texto, considerar as passagens a seguir:

• “Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.” (2º parágrafo)
• “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil.” (3º parágrafo)
• “Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira [...].” (5º parágrafo)
• “Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta.” (8º parágrafo)

Nos fragmentos, os elementos linguísticos sublinhados indicam, CORRETA e respectivamente, as ideias de:
Alternativas
Q3727149 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em: “É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil [...]”, o termo destacado: 
Alternativas
Q3727148 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Considerando o uso do acento indicativo de crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “eliminação”, o “o” que a antecede deveria ser substituído por “à”, resultando em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa à eliminação”.
( ) Em: “É preciso, também, se atentar às emissões geradas em torno das produções” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “difusões”, o acento indicativo da crase no “às” que a antecede deveria ser mantido.
( ) Em: “Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo” (subtítulo), caso houvesse o acréscimo do vocábulo “atingir” antes da expressão sublinhada, o “a” deveria receber o acento indicativo da crase.
( ) Em: “retoma Marina de Luca” (5º parágrafo), caso a expressão sublinhada fosse substituída pelo vocábulo “especialista”, haveria a necessidade de acréscimo de “à” antes dele, resultando em: “retoma à especialista”. 
Alternativas
Q3727147 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em “falamos de economia brasileira”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:
Alternativas
Q3727146 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Sobre os aspectos linguísticos do texto, analisar os itens.

I. A substituição da locução conjuntiva “para que” (último período do 3º parágrafo) por “a fim de que” manteria a relação de sentido estabelecida no trecho.
II. A inserção de uma vírgula após “peças” (2º período do 1º parágrafo) preservaria a correção gramatical e o sentido do excerto.
III. A substituição da palavra “na” (último período do 7º parágrafo) pela preposição “pela” manteria o sentido estabelecido no trecho.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727145 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
O enunciado “Em uma pesquisa rápida na internet, podese encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos” continuará gramaticalmente CORRETO, mesmo havendo mudança de sentido, caso se substitua o elemento sublinhado por: 
Alternativas
Q3727144 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em relação à estrutura do texto, analisar os itens.

I. O parágrafo inicial começa com duas perguntas. O primeiro questionamento é dirigido ao leitor, e o segundo, respondido na continuidade do próprio parágrafo.
II. O segundo e o quarto parágrafo trazem dados relativos, respectivamente, ao descarte de tecidos fora do Brasil e à coleta diária de roupas não mais utilizadas e de resíduos de corte em uma cidade brasileira.
III. Pode-se afirmar que os parágrafos seis e sete se completam. O sexto introduz a questão do impacto ambiental além do descarte, e o sétimo detalha os danos da indústria da moda para a natureza.
IV. Os parágrafos três e oito trazem iniciativas a serem realizadas no âmbito individual, ou seja, o que cada pessoa pode fazer a fim de descartar adequadamente resíduos têxteis.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727143 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3721939 Pedagogia
De acordo com a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, torna-se obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de: 
Alternativas
Q3721936 Legislação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro
Em conformidade com o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Arraial do Cabo, as diárias concedidas aos servidores são classificadas como um tipo de:
Alternativas
Q3721930 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.  
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornar-se pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoe-desafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
“A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam” (5º parágrafo). Nesse trecho, a oração em destaque classifica-se como subordinada:  
Alternativas
Q3721929 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.  
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornar-se pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoe-desafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
“Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas” (4º parágrafo). À luz da norma-padrão, o trecho destacado poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:  
Alternativas
Q3721928 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.  
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornar-se pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoe-desafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
“Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16” (1º parágrafo). Nesse trecho, o verbo em destaque está flexionado no:
Alternativas
Q3721926 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.  
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornar-se pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoe-desafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
O texto é de cunho jornalístico e opinativo. Serve para apresentar o posicionamento crítico de determinado grupo sobre os principais assuntos do momento da publicação. Quanto aos gêneros do discurso, é um exemplo de: 
Alternativas
Q3721924 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.  
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornar-se pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoe-desafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
O texto sustenta, de forma implícita, que:
Alternativas
Q3721923 Português
Leia o texto a seguir, extraído da seção “O que a Folha pensa”:

PJ aquece mercado de trabalho, mas impõe desafios

Folha de São Paulo

    Os números do trabalho no Brasil passaram por mudanças relevantes desde a grande recessão de 2014-16, em parte influenciadas pela reforma da CLT aprovada em 2017.
    Termos como terceirização e pejotização entraram no centro dos debates político e econômico. Depois de uma década, o cenário demanda que se discutam regulação do trabalho, impostos e contribuições previdenciárias.
    Reportagem nesta Folha apresentou dados — oriundos de pesquisa de Nelson Marconi, da Escola de Administração de São Paulo da FGV — que revelam a redução da parcela dos ocupados em contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho.
    Ademais, pessoas empregadas por conta própria, segundo a terminologia do IBGE, e com CNPJ têm rendimentos superiores aos daqueles que trabalham nos mesmos setores como celetistas.
    Uma pista para explicar tal diferença é o fato de que entre os por conta própria formalizados há pessoas de maior qualificação. A redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam.
    A parcela dos empregados em contratos da CLT era de 39,2% em 2012; chegou ao pico de 41% do total dos ocupados em 2014. A taxa dos que trabalhavam por conta própria flutuou pouco em torno de 22,5% de 2012 a 2014, indo a 24,1% no final de 2016. Atualmente, os celetistas são 38,1%, e os por conta própria, 25,2%.
    Note-se que, desde 2019, quase todo o crescimento dos primeiros se deu naquela categoria dos que têm registro de CNPJ, com rendimentos mais altos.  
  Ainda que possa favorecer trabalhadores, a transformação não deixa de trazer questões problemáticas. Os regimes de tributação do Simples e do Microempreendedor Individual (MEI), que facilitam ou incentivam a pejotização — tornar-se pessoa jurídica, ou PJ — com isenções fiscais, também provocam a redução da receita de impostos e contribuições previdenciárias.
    Por exemplo, em 2012, o gasto tributário com o Simples equivalia a 0,66% do Produto Interno Bruto; em 2025, a 0,98%.
    Tais impactos se somam ao envelhecimento da população como motivos de subfinanciamento da Previdência Social. No caso federal, a receita do INSS passou do patamar de 4,7% do PIB na virada do século para uma média de 5,6% entre 2009 e 2024, ora em 5,5%. Já a despesa cresceu de 5,7% do PIB para 8% do PIB hoje.
    A correta reforma de 2017 tornou a CLT menos rígida e obsoleta, facilitando a criação de vagas formais. A legislação trabalhista precisa continuar se adaptando às mudanças no mercado, que incluem ainda o emprego por aplicativos. Igualmente, as normas previdenciárias, alteradas em 2019, precisarão de aperfeiçoamento contínuo nos anos por vir.
    Recalibrar a tributação de salários e lucros e delimitar o alcance do Simples e do MEI são temas a serem tratados desde já.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/08/pjaquece-mercado-de-trabalho-mas-impoe-desafios.shtml. Acesso em 12/08/2025
O texto afirma que “a redução do custo tributário e a flexibilidade levaram pessoas a optar por esse regime ou a serem para ele levadas por empresas que as empregavam” (5º parágrafo). A partir dessa afirmação, é correto concluir que:  
Alternativas
Respostas
2541: B
2542: B
2543: C
2544: D
2545: A
2546: D
2547: E
2548: E
2549: A
2550: B
2551: C
2552: D
2553: B
2554: D
2555: B
2556: D
2557: A
2558: B
2559: D
2560: C