Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q4160546 Pedagogia
Assim como a BNCC pontua competências gerais e específicas a serem desenvolvidas pelos estudantes brasileiros, a BNC-Formação define competências específicas a serem desenvolvidas pelos docentes. Estas se referem a três dimensões fundamentais e que são independentes entre si: o conhecimento profissional, a prática profissional e o engajamento profissional. Sobre essas competências, relacione as colunas corretamente:

I- Conhecimento profissional.
II- Prática profissional.
III- Engajamento profissional.

(__)Comprometer-se com o próprio desenvolvimento profissional.
(__)Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
(__)Planejar as ações de ensino que resultem em efetivas aprendizagens.
(__)Engajar-se, profissionalmente, com as famílias e com a comunidade, visando melhorar o ambiente escolar.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4160544 Pedagogia
A Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017, em seu art. 11, estabelece o prazo de 2 (dois) anos, contados da data de homologação da BNCC-Educação Básica, para que seja implementada a adequação curricular da formação docente. Sobre esse documento, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Professores para a Educação Básica e a BNC-Formação têm como referência a implantação da Base Nacional Comum Curricular da Educação Básica (BNCC).
(__)A formação docente pressupõe o desenvolvimento, pelo licenciando, das competências gerais previstas na BNCC-Educação Básica, bem como das aprendizagens essenciais a serem garantidas aos estudantes, quanto aos aspectos intelectual, físico, cultural, social e emocional de sua formação, tendo como perspectiva o desenvolvimento pleno das pessoas, visando à Educação Integral. 

(__)Com base nos mesmos princípios das competências gerais estabelecidas pela BNCC, é requerido do licenciando o desenvolvimento das correspondentes competências gerais docentes.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q4160543 Pedagogia
Quanto à formação e atuação do profissional da educação em atividades pedagógicas e de gestão, é CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4160542 Pedagogia
Com o intuito de organizar as iniciativas voltadas para a formação docente, a Resolução nº 02, de 20 de dezembro de 2019, definiu as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica, a chamada BNC-Formação. Sobre esse documento, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q4160538 Pedagogia
Fundamentado no Art. 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos:

I- A presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho.
II- A associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço.
III- O aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades.
IV- A prática em pesquisas educacionais e desenvolvimento de projetos pedagógicos com alunos com necessidades especiais.

São CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q4160537 Pedagogia
Conforme o Art. 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica, são considerados profissionais da educação escolar básica:
Alternativas
Q4156181 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Os elementos apresentados no Texto 7 confirmam que o gênero discursivo charge 
Alternativas
Q4156180 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

No Texto 7, a ressalva feita no segundo balão de fala relaciona-se ao seguinte provérbio: 
Alternativas
Q4156179 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

O contexto do Texto 7 indica que 
Alternativas
Q4156178 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Considerando os estudos sobre os letramentos, a finalidade do Texto 7 é
Alternativas
Q4156177 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
No trecho “Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução”, o valor da locução conjuntiva é de 
Alternativas
Q4156176 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
O Texto 6 caracteriza-se como um artigo de opinião porque
Alternativas
Q4156175 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
A argumentação desenvolvida no quarto parágrafo tem como característica ser
Alternativas
Q4156174 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
A ideia apresentada no terceiro parágrafo é a de que os cursos de formação de professores na atualidade 
Alternativas
Q4156173 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
No segundo parágrafo do Texto 6, a opinião das autoras sobre o tipo de relação estabelecida entre o CNE e o MEC
Alternativas
Q4156172 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
Em “Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil”, um sinônimo para o termo grifado seria
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Q4156171 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

O trecho “em terra de egos”, presente no Texto 5, associado às características contextuais de sua produção, instaura o pressuposto de que 
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Q4156170 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Um professor de língua portuguesa que se vê diante da possibilidade de elaborar uma atividade pedagógica com o Texto 5 precisa considerar que tal texto
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Q4156169 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

    Nas aulas de português, muitas vezes, se desvirtua inteiramente o aspecto estranho do texto literário, a dimensão de encantamento estético do poema, quando, por exemplo, se reduz o texto a um ‘ponto de partida’ para a fixação de classificações gramaticais, desviando o olhar do aluno do encantamento que a literatura é chamada a produzir. É como se lhe tapassem os olhos, como se lhe fosse sonegada a oportunidade de desenvolver a capacidade de se emocionar, de sentir a graça possibilitada pelas analogias, pelas metáforas, pelas metonímias, e tantos outros expedientes de ‘trapacear’ a linguagem e atingir os seus ‘deslimites’. [...] Vale a pena lembrar que a leitura de uma crônica, uma fábula, um poema pode não ter outra finalidade senão oferecer aos alunos a experiência de verem como há coisas bonitas, como há coisas interessantes escritas entre nós! Não é necessário que, a cada leitura, se vincule uma tarefa.

ANTUNES, Irandé. Território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 133-134 (Adaptado).
No Texto 4, Irandé Antunes defende a ideia de que a formação do leitor literário deve ocorrer pela emoção e pelo prazer estético proporcionado por textos desse gênero. Um caminho metodológico apontado pela autora, no Texto 4, para que isso ocorra é 
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Q4156168 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

    Nas aulas de português, muitas vezes, se desvirtua inteiramente o aspecto estranho do texto literário, a dimensão de encantamento estético do poema, quando, por exemplo, se reduz o texto a um ‘ponto de partida’ para a fixação de classificações gramaticais, desviando o olhar do aluno do encantamento que a literatura é chamada a produzir. É como se lhe tapassem os olhos, como se lhe fosse sonegada a oportunidade de desenvolver a capacidade de se emocionar, de sentir a graça possibilitada pelas analogias, pelas metáforas, pelas metonímias, e tantos outros expedientes de ‘trapacear’ a linguagem e atingir os seus ‘deslimites’. [...] Vale a pena lembrar que a leitura de uma crônica, uma fábula, um poema pode não ter outra finalidade senão oferecer aos alunos a experiência de verem como há coisas bonitas, como há coisas interessantes escritas entre nós! Não é necessário que, a cada leitura, se vincule uma tarefa.

ANTUNES, Irandé. Território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 133-134 (Adaptado).
Um problema que, segundo Irandé Antunes no Texto 4, desvirtua o trabalho com o texto literário nas aulas de português é
Alternativas
Respostas
1001: E
1002: B
1003: A
1004: E
1005: B
1006: A
1007: A
1008: C
1009: A
1010: B
1011: C
1012: D
1013: C
1014: B
1015: A
1016: D
1017: D
1018: A
1019: B
1020: D