Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo feminino, de 37 anos, queixa de dispneia progressiva aos moderados esforços há cerca de
seis meses. Nega outros sintomas associados, nega uso
de medicações atuais ou prévias. Alega ter asma desde a
infância, com sintomas de tosse, chiado no peito e dispneia cerca de uma vez ao mês que melhora com uso de
salbutamol. Nega tabagismo. Atualmente, controlada com
corticoide inalatório. Ao exame: bom estado geral, eupneica, saturação oxigênio 96%, sem alterações ao exame
físico. Trouxe resultados de exames, apresentados a seguir:
FAN, FR, sorologias HIV, sorologias hepatite B e C todos
negativos. Ecocardiograma: FE 67% PSAP 77mmHg, câmaras cardíacas normais, sinais indiretos sugestivos de
hipertensão pulmonar. Espirometria: distúrbio ventilatório
obstrutivo leve, com variação significativa ao broncodilatador e normalização dos parâmetros funcionais. Angiotomografia de tórax: sem sinais de TEP, parênquima pulmonar normal. Cintilografia ventilação e perfusão: baixa
probabilidade de TEP.
Nesse caso, essa paciente está classificada como
hipertensão pulmonar grupo:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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