Qual conduta inicial para o caso?
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Ano: 2022
Banca:
IV - UFG
Órgão:
Prefeitura de Goiânia - GO
Prova:
IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Pneumologista |
Q4154256
Medicina
Texto associado

Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.
Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de
dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de
aves, nega contato com mofo, nega outras exposições.
Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a
vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico,
apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores
finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados
alguns exames, descritos a seguir:
Espirometria:
Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%),
VEF1/CVF 90%
Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%
DLCO 45%
FAN Não reagente, FR negativo
Tomografia de tórax:

LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual.
Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano
axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias
de tração e extenso faveolamento associado, e imagens
em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento.
Qual conduta inicial para o caso?