Qual conduta inicial para o caso?

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Q4154256 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão.

Paciente do sexo masculino, de 62 anos, queixa de dispneia progressiva até moderados esforços há cerca de dois anos, associado com tosse seca recorrentes. Extabagista com uso de 20 maços/ano; há 15 anos, abandou o vício. Nega outros sintomas associados. Nega outras patologias ou uso de medicações. Nega criação de aves, nega contato com mofo, nega outras exposições. Atualmente aposentado, mas trabalhou durante toda a vida como vigilante de condomínio. Ao exame físico, apresentava bom estado geral, eupneico, saturação oxigênio periférica 90%, ausculta pulmonar com estertores finos bibasais e baqueteamento digital. Foram solicitados alguns exames, descritos a seguir:

Espirometria:

Pré-broncodilatador: CVF 1,50 (49%), VEF1 1,35 (44%), VEF1/CVF 90%

Pós-broncodilatador: CVF 1,49 (48%), VEF1 1,37 (45%), VEF1/CVF 91%

DLCO 45%

FAN Não reagente, FR negativo

Tomografia de tórax:


Captura_de tela 2026-07-03 114513.png (322×157)


LAUDO: padrão típico de pneumonia intersticial usual. Imagens de TC do tórax em janela de pulmão no plano axial mostrando opacidades reticulares, bronquiectasias de tração e extenso faveolamento associado, e imagens em reformatação coronal evidenciando gradiente apicobasal do acometimento. 
Qual conduta inicial para o caso?
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