Questões de Concurso
Comentadas sobre pneumologia em medicina
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Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
Idoso de 68 anos, ex-tabagista, queixa de "fraqueza e febre arrastada", além de piora da tosse, iniciada há cerca de 4 meses. Há história de aumento de expectoração, sudorese noturna e um episódio de hemoptise de cerca de 30 mL na última semana. Nega perda de peso. Durante atendimento, apresenta estertores localizados no pulmão direito, sem radiografia disponível no momento. Sat. O2: 95%.
Considerando o diagnóstico diferencial inicial na UBS/ESF, ainda sem imagem, assinale a alternativa CORRETA sobre a priorização de exame complementar:
Homem de 65 anos, em uso de prednisona 20 mg/dia por polimialgia reumática há 6 meses, apresenta sibilos, dispneia progressiva e diarreia há 2 semanas. Exames confirmam larva de Strongyloides stercoralis em escarro e fezes, eosinófilos 15%, IgE elevada. Sem história de viagem ao exterior. Na UBS/ESF, diagnostica-se hiperinfecção pulmonar.
O manejo inicial apropriado para hiperinfecção por estrongiloidíase na UBS/ESF envolve, EXCETO:
Jovem de 22 anos, nordestino, lavrador, apresenta tosse seca noturna e febre baixa há 10 dias. Exames laboratoriais revelam eosinófilos 25% (absoluto 3.500/mm³) e RX de tórax mostra infiltrados periféricos transitórios em lobo inferior esquerdo (melhorados no controle). Relata consumo frequente de verduras mal lavadas, sem viagens recentes ou história prévia de asma. O médico da UBS/ESF suspeita de Síndrome de Loeffler, frequentemente, associada ao ciclo de Loss.
São helmintos que realizam o ciclo de Loss, EXCETO:
Você atende na UBS/ESF uma mulher de 55 anos, tabagista 30 maços-ano, com dispneia aos esforços moderados (subir um lance de escada) e tosse produtiva matinal há 3 semanas, sem febre ou hemoptise. Ao exame: FR 24 irpm, SatO2 93% em ar ambiente, estertores finos em bases bilaterais, IMC 28 kg/m².
Diante desse caso clínico atendido na UBS/ESF, assinale a conduta inicial adequada:
Uma mulher de 56 anos trabalha há 28 anos como operadora em empresa de extração e processamento de rochas amiantíferas, com exposição crônica a fibras de crisotila (amianto branco), documentada por PPP e medições ambientais históricas (>0,1 fib/cm³). Procura o serviço médico do trabalho com dispneia aos esforços (mMRC 2), tosse seca e perda ponderal discreta de 4 kg em 6 meses. Espirometria volumétrica revela padrão restritivo moderado (CVF 68% VP, CT 72% VP, DLCO 65% VP). RX tórax demonstra placas pleurais bilaterais calcificadas (circunferenciais) e opacidades irregulares parenquimatosas difusas (ILO 1/0 profusidade t/t). TC de alta resolução confirma opacidades irregulares difusas sem imagem em “favos de mel” basal. Ausência de tabagismo e comorbidades autoimunes (IgG antinuclear negativo).
Considerando esse quadro respiratório, o diagnóstico e nexo técnico epidemiológico previdenciário (NTEP), bem como a conduta no que se refere aos benefícios previdenciários são, respectivamente:
O exame de polissonografia (PSG) vem sendo frequentemente solicitado na prática de atendimento ao paciente idoso. Em relação a esse exame, analise as assertivas a seguir:
I. Tem importância na investigação de distúrbios do sono e também no diagnóstico de insônia.
II. A PSG pode auxiliar no diagnóstico de Demência por Corpúsculos de Lewy (DCL) quando identifica transtorno de comportamento no sono REM. O exame também pode auxiliar na suspeita de pernas inquietas.
III. A PSG é indicada na suspeita dos transtornos respiratórios do sono e na titulação do tratamento com continuous positive airway pressure (CPAP). Além disso, apresenta utilidade na suspeita de narcolepsia.
Quais estão corretas?
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas.