Suponha a seguinte situação fictícia relacionada a um atendi...
Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: Na GINA 2024 para crianças de 6–11 anos, uso de musculatura acessória, SatO2 de 91% em ar ambiente e PFE de 70% do previsto indicam exacerbação asmática aguda com necessidade de SABA, oxigênio e corticosteroide sistêmico precoce; após a estabilização, o tratamento de manutenção deve conter corticoide inalatório, o que sustenta a alternativa D.
- Em criança com asma e SatO2 baixa, esforço respiratório ou PFE reduzido, resolva primeiro como exacerbação aguda: SABA, oxigênio e corticosteroide sistêmico conforme gravidade.
- Nas questões baseadas na GINA para 6–11 anos, verifique se a alternativa inclui estratégia de manutenção com ICS; não deixe a criança apenas com broncodilatador de resgate.
- Montelucaste pode aparecer como alternativa, mas não supera o ICS como controlador preferencial para prevenção de exacerbações nessa faixa etária.
- Não deixe adjuvantes ou exames deslocarem o critério decisivo: ipratrópio não substitui corticoide sistêmico na crise, e espirometria não vem antes da estabilização.
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