Uma paciente de 34 anos, previamente sadia, não
tabagista, gestante na 16ª semana, é atendida na
emergência com relato de perda sanguínea vaginal
após queda em casa. Avaliada no bloco obstétrico,
constatou-se abortamento em evolução, que
motivou cauterização uterina, sem indicação de
histerectomia. Cerca de 48 horas depois,
desenvolveu agitação psicomotora,
FR = 34 irpm, SO2 = 84%, e a radiografia do tórax
evidenciou opacidades alveolares nos quatro
quadrantes. O diagnóstico provável é