Questões de Concurso
Para fisioterapia
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Paciente do sexo masculino, 67 anos, com diagnóstico de câncer de pulmão e metástases ósseas em fêmur direito, é avaliado pela equipe de reabilitação. A radiografia evidencia lesão osteolítica acometendo mais de dois terços do córtex ósseo, associado a dor funcional moderada. O escore de Mirels calculado é 10.
Considerando a escala de Mirels para avaliação do risco de fratura patológica, a interpretação do escore e a conduta fisioterapêutica indicada são, respectivamente,
Paciente do sexo feminino, 49 anos, no 10º dia pós-operatório de mastectomia com linfadenectomia axilar à direita, comparece à fisioterapia com queixa de dormência e formigamento na face medial do braço e região axilar direita. Refere sensação de “pele grossa” e desconforto ao toque na região. O exame físico não evidencia alterações motoras no membro superior.
Considerando a topografia dos sintomas e o procedimento cirúrgico realizado, a estrutura nervosa provavelmente acometida é
Criança do sexo masculino, 4 anos, com diagnóstico de distrofia muscular de Duchenne confirmado por biópsia muscular e teste genético, apresenta sinal de Gowers positivo, marcha anserina, pseudo-hipertrofia de panturrilhas e fraqueza muscular proximal progressiva. A avaliação funcional revela encurtamento de flexores de quadril e tendão calcâneo bilateralmente. O fisioterapeuta elabora programa terapêutico incluindo alongamentos e cinesioterapia.
O objetivo da intervenção citada, considerando o caráter progressivo da doença, é
Paciente do sexo feminino, 62 anos, internada em UTI há 10 dias com diagnóstico de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV), encontra-se sedada (RASS -4), em ventilação mecânica invasiva modo PCV, com FiO2 de 0,5 e PEEP de 10 cmH2O. A ausculta pulmonar revela roncos difusos e estertores grossos em bases. A radiografia de tórax evidencia opacidades em lobos inferiores bilateralmente.
A técnica de higiene brônquica indicada para essa paciente é
Paciente do sexo masculino, 58 anos, com antecedente de infarto agudo do miocárdio há 2 anos e uso de antiagregante plaquetário, sofreu fratura transtrocantérica de fêmur direito após queda e foi submetido a fixação com haste cefalomedular. No segundo dia de pós-operatório, apresenta-se hemodinamicamente estável, com liberação ortopédica para carga parcial.
Considerando o risco aumentado de tromboembolismo venoso e complicações cardiorrespiratórias, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 65 anos, com câncer de pulmão avançado (estágio IV) com metástases ósseas e hepáticas, está em cuidados paliativos exclusivos. Apresenta dispneia em repouso, dor moderada controlada com opioides, fadiga intensa, caquexia e declínio funcional progressivo (Karnofsky 40%). A família questiona sobre o papel da fisioterapia nessa fase.
Considerando os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é:
Criança do sexo masculino, 8 anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda em tratamento quimioterápico há 6 meses, é encaminhada para fisioterapia por queixa de dor em membros inferiores, fraqueza muscular e dificuldade para deambular. A avaliação revela redução da força muscular proximal (grau 4), osteopenia identificada por densitometria óssea e neuropatia periférica induzida por quimioterapia nos pés.
Considerando os efeitos adversos do tratamento oncológico pediátrico, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo feminino, 82 anos, com diagnóstico de osteoporose (T-score -3,2 em coluna lombar), apresenta hipercifose torácica e queixa de dor na região dorsal há 6 meses. A avaliação postural revela anteriorização da cabeça, protração de ombros, encurtamento de músculos peitorais e fraqueza de extensores da coluna torácica. A radiografia descarta fraturas vertebrais recentes.
A abordagem fisioterapêutica indicada para esse quadro, considerando os princípios biomecânicos e a condição óssea da paciente, é
Paciente do sexo masculino, 68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) predominantemente enfisematosa, apresenta dispneia aos pequenos esforços, uso de musculatura acessória e tórax em tonel. A espirometria revela VEF1/CVF de 52% e VEF1 de 38% do previsto. A avaliação fisioterapêutica identifica padrão respiratório apical com tempo expiratório prolongado e autoPEEP.
O mecanismo fisiopatológico e a técnica respiratória indicada para esse paciente são, respectivamente,
Criança do sexo feminino, 5 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral espástica bilateral (diparesia), classificada como GMFCS nível II, apresenta padrão de marcha em tesoura, pé equino bilateral e dificuldade na coordenação motora. A equipe multidisciplinar indica aplicação de toxina botulínica nos músculos adutores de quadril e tríceps sural, associada a um programa intensivo de fisioterapia.
O objetivo da associação entre a aplicação de toxina botulínica e a cinesioterapia é
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com diagnóstico de carcinoma espinocelular de laringe, foi submetido à laringectomia total há 4 semanas. Apresenta traqueostomia definitiva, acúmulo de secreções traqueais, tosse ineficaz e dificuldade de higiene brônquica. À ausculta pulmonar, observam-se roncos difusos bilateralmente.
Considerando as alterações anatomofuncionais póslaringectomia total, a conduta fisioterapêutica respiratória indicada é:
Paciente do sexo feminino, 58 anos, submetida a mastectomia com esvaziamento axilar há 8 meses, desenvolveu linfedema de membro superior direito estágio II, segundo classificação da Sociedade Internacional de Linfologia. A avaliação revela diferença de perímetro de 4 cm entre os membros, fibrose tecidual palpável, sinal de Stemmer positivo e relato de sensação de peso e desconforto no membro acometido.
A abordagem fisioterapêutica indicada para o tratamento do linfedema nessa paciente é
Paciente do sexo masculino, 72 anos, com diagnóstico de câncer de próstata metastático com lesões ósseas em coluna lombar (L2, L4) e fêmur proximal direito, está em tratamento com hormonioterapia e radioterapia paliativa. Apresenta dor lombar moderada (EVA 5/10) e foi encaminhado para fisioterapia. A avaliação revela risco de fratura patológica conforme protocolo de Mirels (escore 9).
Considerando o risco de fratura patológica e os princípios da fisioterapia em cuidados paliativos oncológicos, a conduta indicada é
Paciente do sexo masculino, 45 anos, com diagnóstico de tuberculose pulmonar ativa confirmada por baciloscopia positiva, apresenta fraqueza muscular generalizada, fadiga e dispneia aos médios esforços. Após 15 dias de tratamento farmacológico com esquema básico, é encaminhado para fisioterapia. O paciente ainda apresenta baciloscopia positiva no escarro.
A conduta fisioterapêutica indicada, considerando o estado clínico e a infectocontagiosidade, é
Paciente do sexo masculino, 55 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca crônica classe funcional II (NYHA), é encaminhado para programa de reabilitação cardíaca. A avaliação inicial revela dispneia aos pequenos esforços, fadiga limitante e fração de ejeção de 38%. O fisioterapeuta prescreve programa de exercícios aeróbicos progressivos de intensidade moderada.
O mecanismo fisiológico que explica a melhora da capacidade funcional com o treinamento neste paciente é
Paciente do sexo masculino, 68 anos, internado em UTI no primeiro dia de pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, encontra-se sedado (RASS -3) e em ventilação mecânica invasiva. Durante a avaliação fisioterapêutica, observa-se diminuição da expansibilidade torácica à direita, acúmulo de secreções e risco de atelectasia.
A técnica propedêutica e o recurso terapêutico indicados para avaliar e tratar essa condição são, respectivamente,
Paciente do sexo feminino, 45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.
Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é
Paciente do sexo masculino, 68 anos, com diagnóstico de câncer de pulmão de células não pequenas em estágio IIIA, está em tratamento quimioterápico neoadjuvante. Durante avaliação fisioterapêutica pré-operatória para ressecção pulmonar programada, apresenta dispneia aos médios esforços (mMRC 2), VEF1 de 65% do previsto, capacidade funcional reduzida (TC6M = 380 metros) e fraqueza muscular periférica. O fisioterapeuta elabora programa de reabilitação préoperatória.
O objetivo principal da pré-habilitação oncológica nesse paciente é