Leia o caso a seguir. Criança do sexo masculino, 8 anos, co...
Criança do sexo masculino, 8 anos, com diagnóstico de leucemia linfoblástica aguda em tratamento quimioterápico há 6 meses, é encaminhada para fisioterapia por queixa de dor em membros inferiores, fraqueza muscular e dificuldade para deambular. A avaliação revela redução da força muscular proximal (grau 4), osteopenia identificada por densitometria óssea e neuropatia periférica induzida por quimioterapia nos pés.
Considerando os efeitos adversos do tratamento oncológico pediátrico, a conduta fisioterapêutica indicada é
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: Em criança com leucemia linfoblástica aguda em quimioterapia, a combinação de fraqueza proximal, dificuldade para deambular, osteopenia e neuropatia periférica indica reabilitação ativa com adaptação de carga e prevenção de trauma. Nessa situação, repouso no leito e estratégias de alto impacto não são condutas apropriadas, o que sustenta a escolha da alternativa B.
- Quando houver fraqueza, limitação de marcha e neuropatia periférica em oncologia pediátrica, pense primeiro em reabilitação ativa e progressiva, não em inatividade.
- Osteopenia muda a forma de carregar e o tipo de exercício, mas por si só não sustenta leito ou suspensão global da deambulação.
- Neuropatia distal pede não só treino de equilíbrio, mas também orientação de proteção pela sensibilidade diminuída.
- Em criança, atividade lúdica adaptada é intervenção terapêutica funcional, não elemento acessório.
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