Leia o caso a seguir. Paciente do sexo feminino, 45 anos, e...
Paciente do sexo feminino, 45 anos, em tratamento quimioterápico para câncer de mama, apresenta fadiga oncológica intensa que interfere significativamente em suas atividades de vida diária. Relata cansaço desproporcional ao esforço realizado, que não melhora com repouso, e redução importante da qualidade de vida. A avaliação funcional revela diminuição da força muscular global e descondicionamento físico.
Considerando as evidências sobre o manejo da fadiga relacionada ao câncer, a conduta fisioterapêutica indicada é
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: Na fadiga relacionada ao câncer com descondicionamento físico e redução de força durante a quimioterapia, o repouso isolado não resolve o quadro; a intervenção com melhor sustentação técnico-científica é exercício terapêutico individualizado e supervisionado, com treino aeróbico e resistido de intensidade moderada, o que torna a alternativa D a correta.
- Se o enunciado trouxer fadiga desproporcional ao esforço, sem melhora com repouso, pense em fadiga relacionada ao câncer e não indique repouso prolongado como conduta principal.
- Quando houver perda de força e descondicionamento, a lógica da conduta é reabilitação ativa com exercício terapêutico individualizado e supervisionado.
- Quimioterapia não significa contraindicação automática de exercício; o ponto decisivo é adaptação da prescrição à condição clínica.
- Conservação de energia e recursos adjuvantes podem complementar o manejo, mas não substituem o papel central do exercício na fadiga oncológica.
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