A síndrome de compressão medular é uma emergência oncológic...

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Q3878567 Fisioterapia
A síndrome de compressão medular é uma emergência oncológica que requer diagnóstico e tratamento imediatos para preservar a função neurológica. O fisioterapeuta deve reconhecer os sinais de alerta e atuar de forma integrada com a equipe. A condição clínica que caracteriza a síndrome de compressão medular e a conduta fisioterapêutica inicial indicada são, respectivamente,
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: Em paciente oncológico, a síndrome de compressão medular decorre tipicamente de tumor vertebral/epidural, com risco de déficit neurológico e instabilidade vertebral; por isso, na suspeita do quadro, a conduta fisioterapêutica inicial segura é restringir a mobilização até estabilização.

Tema central: Compressão medular neoplásica
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada por dois motivos médicos objetivos. Primeiro, fratura vertebral traumática não caracteriza a síndrome de compressão medular neoplásica pedida pela questão, cuja etiologia típica no paciente oncológico é tumoral vertebral/epidural. Segundo, mobilização precoce é inadequada na suspeita de compressão medular com possível instabilidade, porque pode agravar compressão neural, dor e dano neurológico antes da estabilização.
B
Errada
Hérnia discal pertence ao raciocínio mecânico-degenerativo e não ao quadro oncológico emergencial descrito. Além disso, tração vertebral manual não trata compressão medular maligna e pode ser contraindicada em coluna com infiltração tumoral ou fragilidade óssea, com risco de piora mecânica e neurológica.
C
Errada
Estenose de canal degenerativa não corresponde à etiologia típica da compressão medular no contexto oncológico. O segundo erro é propor fortalecimento paravertebral com carga progressiva em fase inicial de uma emergência neurológica com possível instabilidade vertebral, conduta incompatível com a prioridade de proteção da medula e da coluna até estabilização.
D
Certa
A alternativa D associa corretamente a etiologia esperada no contexto oncológico — tumor primário ou, mais frequentemente, metastático na coluna vertebral — com a manifestação clínica relevante, que é o déficit neurológico por compressão medular. Também acerta a conduta fisioterapêutica inicial: diante do risco de piora neurológica e de possível instabilidade vertebral, não se deve iniciar mobilização, tração ou exercício com carga antes da estabilização diagnóstica e terapêutica. A prioridade inicial é proteção neurológica e mecânica.
Pegadinha da questão
A banca mistura causas comuns de coluna na população geral, como hérnia discal e estenose degenerativa, com a etiologia que importa no paciente oncológico, e ainda tenta induzir erro ao oferecer intervenções fisioterapêuticas ativas antes da estabilização de uma emergência neurológica.
Dica para questões semelhantes
  • Se o enunciado trouxer paciente oncológico com suspeita de compressão medular, pense primeiro em lesão tumoral vertebral/epidural, não em causa degenerativa comum.
  • Em emergência oncológica com risco neurológico, diferencie conduta inicial segura de reabilitação após estabilização.
  • Exclua alternativas com mobilização precoce, tração vertebral ou exercício resistido quando houver suspeita de instabilidade vertebral ou compressão neural tumoral.

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