Leia o caso a seguir. Paciente do sexo masculino, 58 anos, ...
Paciente do sexo masculino, 58 anos, com antecedente de infarto agudo do miocárdio há 2 anos e uso de antiagregante plaquetário, sofreu fratura transtrocantérica de fêmur direito após queda e foi submetido a fixação com haste cefalomedular. No segundo dia de pós-operatório, apresenta-se hemodinamicamente estável, com liberação ortopédica para carga parcial.
Considerando o risco aumentado de tromboembolismo venoso e complicações cardiorrespiratórias, a conduta fisioterapêutica indicada é
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: No 2º dia de pós-operatório de fratura transtrocantérica fixada, em paciente hemodinamicamente estável e com liberação para carga parcial, a conduta fisioterapêutica indicada é mobilização precoce e progressiva, com exercícios ativos, exercícios respiratórios, sedestação e deambulação conforme tolerância clínica. Isso reduz o risco de tromboembolismo venoso e de complicações pulmonares associadas à imobilidade.
- Se o enunciado trouxer pós-operatório precoce, estabilidade clínica e liberação para carga, pense primeiro em mobilização precoce progressiva, não em repouso.
- Quando a questão destacar risco de TEV e complicações respiratórias, procure a alternativa com exercícios respiratórios, verticalização e marcha assistida.
- Desconfie de opções com componente parcialmente correto misturado a erro relevante, como isometria associada a exercício resistido de alta intensidade.
- Recursos passivos não substituem mobilização funcional quando o objetivo é prevenir complicações da imobilidade e recuperar função.
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