Leia o caso a seguir. Criança do sexo feminino, 5 anos, com...
Criança do sexo feminino, 5 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral espástica bilateral (diparesia), classificada como GMFCS nível II, apresenta padrão de marcha em tesoura, pé equino bilateral e dificuldade na coordenação motora. A equipe multidisciplinar indica aplicação de toxina botulínica nos músculos adutores de quadril e tríceps sural, associada a um programa intensivo de fisioterapia.
O objetivo da associação entre a aplicação de toxina botulínica e a cinesioterapia é
Gabarito comentado
Confira o gabarito comentado por um dos nossos professores
Gabarito: C
Fundamento decisivo: Na diparesia espástica com marcha em tesoura e pé equino, a toxina botulínica tipo A em adutores de quadril e tríceps sural reduz temporariamente a hiperatividade muscular por bloqueio químico neuromuscular, criando uma janela terapêutica para alongamento, ganho de amplitude de movimento e melhor resposta à cinesioterapia; por isso, o gabarito é C.
- Se a alternativa atribuir à toxina botulínica efeito permanente ou definitivo, ela está errada.
- Em espasticidade focal, pense na toxina como recurso adjuvante que cria janela para alongamento, treino motor e ganho funcional.
- Aumento de tônus e resistência ao movimento passivo caracterizam espasticidade; não são meta terapêutica de fortalecimento.
- Quando a questão associar toxina botulínica e fisioterapia, o alvo é potencializar a reabilitação funcional.
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