Um paciente de 60 anos, com cardiomiopatia dilatada idiopática (FEVE 25%), classe funcional
NYHA III, está em terapia otimizada para insuficiência cardíaca. Ele apresenta ritmo sinusal, QRS
estreito (<120 ms) e frequências cardíacas elevadas (FC > 75 bpm) apesar do betabloqueador em
dose máxima tolerada. Considerando a persistência da taquicardia sinusal e a disfunção
ventricular, qual a medicação que pode ser adicionada para melhorar o prognóstico e reduzir
hospitalizações, de acordo com as diretrizes atuais?