Durante o exame físico de um paciente com suspeita de insufi...
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: Corrigan, Musset e Quincke são sinais periféricos clássicos de insuficiência aórtica crônica importante, por ampla pressão de pulso; no contexto de sopro diastólico em decrescendo em foco aórtico, o caso aponta para insuficiência aórtica grave. Nessa situação, a presença de disfunção do ventrículo esquerdo indica cirurgia mesmo na ausência de sintomas, o que sustenta a alternativa B.
- Sinais periféricos hiperdinâmicos clássicos em insuficiência aórtica devem fazer pensar em forma crônica importante, não leve.
- Em insuficiência aórtica crônica grave, a decisão cirúrgica não depende só de sintomas; repercussão ventricular esquerda também decide conduta.
- Diferencie insuficiência aórtica crônica da aguda pela semiologia: os sinais periféricos exuberantes favorecem forma crônica, não aguda descompensada.
- Se uma alternativa propõe balão intra-aórtico na insuficiência aórtica importante, confronte com o efeito hemodinâmico de aumento da regurgitação.
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