Um paciente de 70 anos, com hipertensão arterial e doença re...
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Na hipertensão resistente, a espironolactona costuma ser o 4º fármaco, mas a base de decisão médica destaca que TFGe de 35 mL/min/1,73m² e potássio de 5,2 mEq/L configuram cenário de alto risco de hipercalemia, em que o antagonista de mineralocorticoide fica desfavorecido. Assim, deve-se manter a losartana se possível e optar por um anti-hipertensivo adicional que não eleve potássio; entre as alternativas, isso torna a doxazosina a melhor escolha.
- Antes de escolher o 4º anti-hipertensivo na hipertensão resistente, confira sempre função renal e potássio; esses dados podem excluir a espironolactona.
- Em DRC com hipercalemia leve, não suspenda automaticamente o ARB na prova; primeiro avalie se a questão favorece preservar o bloqueio do SRAA.
- Quando o antagonista de mineralocorticoide não cabe por risco de hipercalemia, procure entre as opções uma classe adicional que não poupe potássio, como alfa-bloqueador de ação prolongada.
- Não confunda medida potencialmente útil para volemia, como aumentar diurético de alça, com a melhor resposta diretriz-específica quando a questão pede intensificação farmacológica da hipertensão resistente.
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