Questões de Concurso Para aroeira

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Q3995545 Medicina
R.A.M., homem de 65 anos, submetido a revascularização femoropoplítea com prótese sintética há 4 meses, apresenta febre, calafrios e dor intensa em membro inferior direito. Ao exame físico, há rubor, calor local e saída de secreção purulenta pela ferida operatória. Hemoculturas foram colhidas, e o paciente encontra-se hemodinamicamente instável, com sinais de sepse. De acordo com as diretrizes de 2020, qual é a conduta prioritária indicada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995544 Medicina
A.F.C., homem de 70 anos, com diagnóstico de doença arterial periférica (DAP) sintomática, apresentando claudicação intermitente leve. Já faz uso de estatina e IECA. ITB: 0,65. Duplex scan mostra lesões ateroscleróticas moderadas em artérias femorais. Está clinicamente estável e sem contraindicações farmacológicas. Segundo a diretriz ACC/AHA 2024, qual é a conduta medicamentosa que deve ser adicionada ao tratamento desse paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995543 Medicina
M.C.S., mulher de 45 anos, com varizes volumosas em membro inferior direito, relata dor, sensação de peso e edema vespertino frequente. Duplex scan confirma refluxo na veia safena magna direita, com tronco dilatado, sem acometimento profundo. A paciente não apresenta contraindicações clínicas e deseja um procedimento com menor tempo de recuperação. Segundo as diretrizes clínicas mais recentes, qual é o tratamento mais indicado para este caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995542 Medicina
R.J.F., homem de 68 anos, com antecedente de varizes de longa data, apresenta úlcera crônica na perna direita há 4 meses, de bordas irregulares e base limpa, sem sinais de infecção. Está em uso de meias compressivas e realiza curativos regulares. Duplex scan revela refluxo venoso profundo e safeno. Refere dor moderada e dificuldade de locomoção. Exame de glicemia e hemograma normais. De acordo com a diretriz ESVS 2022, qual deve ser a conduta terapêutica prioritária nesse cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995541 Medicina
M.F.A., mulher de 76 anos, diabética e hipertensa, procura atendimento por dor intensa em repouso no pé esquerdo há 2 semanas, que piora à noite. Apresenta lesão ulcerada no hálux esquerdo com sinais de necrose seca. ITB: 0,38. Exame físico revela ausência de pulsos distais. Duplex scan demonstra oclusão da artéria femoral superficial à esquerda. Está em uso de estatina e AAS. Segundo a diretriz ACC/AHA 2024, qual é a abordagem prioritária para essa paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995540 Medicina
J.C.F., homem de 59 anos, com história de varizes volumosas e dor em membros inferiores. Ao exame físico, observa-se edema leve e presença de veias tortuosas nos dois membros. Duplex scan revela refluxo significativo na veia safena magna direita. Após falha do tratamento conservador com meias compressivas e analgesia, o paciente persiste sintomático e busca solução definitiva. Segundo a diretriz da ESVS 2022, qual é a melhor conduta a ser considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995539 Medicina
L.R.M., mulher de 48 anos, com IMC 31 kg/m², sem comorbidades significativas, é diagnosticada com trombose venosa profunda aguda de veia femoral superficial à esquerda. Está hemodinamicamente estável, sem sinais de embolia pulmonar, e tem suporte familiar adequado. A paciente questiona sobre a possibilidade de realizar o tratamento em domicílio. Segundo as diretrizes da SBACV 2024, qual é a melhor conduta neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995538 Medicina
J.R.S., masculino, 60 anos, obeso, com antecedente de câncer de próstata em remissão, procura o pronto-socorro por dor e edema assimétrico no membro inferior esquerdo há 2 dias. Ao exame físico, nota-se aumento de temperatura local, edema de panturrilha e dor à dorsiflexão. Não há febre nem sinais de celulite. O escore de Wells modificado é 3 pontos. Não há disponibilidade imediata de ecografia com doppler venoso. De acordo com as diretrizes da SBACV 2024, qual é a melhor conduta diagnóstica inicial nesse caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995537 Medicina
L.F.M., feminino, 62 anos, com história de dor, sensação de peso e edema em membros inferiores, que pioram ao final do dia. Relata melhora parcial com elevação dos membros e repouso noturno. Ao exame, varizes visíveis em ambos os membros inferiores, sem alterações tróficas ou úlceras. Foi iniciado tratamento clínico com meias compressivas, mas a paciente relata desconforto e baixa adesão ao uso diário. Segundo a diretriz de 2022 sobre doença venosa crônica, qual é a conduta mais adequada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995536 Medicina
A.J.P., masculino, 55 anos, com queixa de sensação de peso e dor em membros inferiores ao final do dia, principalmente após longos períodos em pé. Refere edema vespertino e escurecimento progressivo da pele da perna esquerda. Ao exame, observam-se varizes visíveis e dermatite ocre. Sem sinais de trombose venosa profunda. Duplex scan evidencia refluxo na veia safena magna à esquerda. Segundo a diretriz ESVS 2022, qual é a classificação CEAP mais adequada para esse caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995535 Medicina
M.S.F., feminino, 67 anos, com claudicação intermitente progressiva há 18 meses, refratária ao tratamento clínico otimizado, incluindo cilostazol, reabilitação supervisionada e controle dos fatores de risco. O ITB é 0,58, e duplex scan mostra lesão femoropoplítea de 80% de estenose. Não apresenta isquemia crítica nem lesões tróficas. Exame físico e laboratorial normais. Segundo a diretriz ACC/AHA 2024, qual é a melhor conduta terapêutica a ser considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995534 Medicina
F.T.N., masculino, 70 anos, tabagista até os 65, realiza ultrassonografia para rastreamento que revela dilatação da aorta abdominal infrarrenal com 4,8 cm de diâmetro. Está assintomático e tem boa adesão ao tratamento anti- -hipertensivo. Não há história familiar de aneurisma. Exame físico sem massas pulsáteis ou dor. Segundo a diretriz ACC/AHA 2022 para doenças da aorta, qual é a conduta mais apropriada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995533 Medicina
C.V.S., 72 anos, homem, com histórico de claudicação intermitente há 1 ano, é acompanhado no ambulatório. Refere melhora parcial com uso de cilostazol há 6 meses. Possui hipertensão controlada e dislipidemia, em uso de losartana e atorvastatina. Nega história de sangramento ou fibrilação atrial. O ITB é 0,65 bilateralmente. ECG mostra ritmo sinusal. Segundo a diretriz do Ministério da Saúde (PCDT 2017) para tratamento da doença arterial periférica, qual é a conduta farmacológica mais adequada para esse paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995532 Medicina
L.M.S, mulher, 64 anos, diabética e hipertensa, relata dor em membros inferiores ao caminhar duas quadras, com melhora ao repouso. Ao exame físico, os pulsos femorais são palpáveis, mas os tibiais posteriores e pediosos estão diminuídos bilateralmente. O índice tornozelo-braquial (ITB) em repouso é de 0,94. Devido à persistência dos sintomas, foi solicitado ITB pós-exercício, que apresentou queda para 0,73. Segundo a diretriz da ESC 2024 sobre doenças arteriais periféricas e aórticas, qual é a conduta diagnóstica mais adequada diante desse quadro? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995531 Medicina
A.K.L., 72 anos, tabagista ativo, diabético e hipertenso, relata dor progressiva em panturrilhas ao caminhar 100 metros, com melhora após repouso. Ao exame físico, pulsos femorais estão presentes, mas tibiais posteriores e pediosos são ausentes bilateralmente. Não há lesões tróficas ou dor em repouso. O ITB é de 0,92 à direita e 0,87 à esquerda. Segundo a diretriz da ACC/AHA 2024 sobre doença arterial periférica, qual é a classificação clínica mais compatível com este caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995495 Medicina
J.C.S , 43 anos do sexo masculino, com histórico de cirurgia abdominal prévia (apendicectomia na adolescência) relata início súbito de dor abdominal periumbilical em cólica, que se tornou mais intensa e persistente nas últimas 24 horas, juntamente com distensão progressiva do abdome e vômitos biliosos, seguidos de vômitos fecaloides tardios. Ele nega eliminação de fezes ou flatos no período. Ao exame físico, o paciente apresenta-se desidratado, com taquicardia leve. O abdome está distendido, tenso e hiper timpânico à percussão, com ruídos hidroaéreos aumentados e de timbre metálico. O toque retal ausência de fezes na ampola retal. Relata última ingestão alimentar há 2 horas. Não apresenta sinais de via aérea difícil prevista. Encontra-se hemodinamicamente estável. Indicado laparoscopia de urgência. Para esse quadro, qual é a estratégia anestésica mais adequada para indução da anestesia geral nesse cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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Q3995494 Medicina
M.M.G, 60 anos, submetido a lobectomia direita, encontra-se sob ventilação monopulmonar (one-lung ventilation – OLV) com tubo de duplo lúmen (DLT) corretamente selecionado. Após o início da OLV, a saturação periférica de oxigênio (SpO₂) reduz-se de 98% para 86%, mantendo pressão arterial e frequência cardíaca estáveis e capnografia adequada. Considerando a sequência racional e segura de manejo da hipoxemia durante a ventilação monopulmonar, qual é a conduta inicial mais apropriada?
Alternativas
Q3995493 Medicina
Puérpera, 28 anos, recebeu analgesia peridural durante o trabalho de parto, evoluindo com punção dural acidental com agulha de Tuohy. No 2º dia pós-parto, apresenta cefaleia intensa, de caráter postural (piora ao sentar ou ficar em pé e melhora ao deitar), associada a fotofobia leve, sem febre, sem rigidez de nuca e com exame neurológico normal. Medidas conservadoras iniciais, incluindo analgésicos e hidratação, não controlaram os sintomas. Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada? Assinale entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento. 
Alternativas
Q3995492 Medicina
F.L.T, 56 anos, portador de tumor de base de língua, com trismo moderado e história prévia de radioterapia cervical, programado para laringectomia total. A avaliação pré-anestésica sugere provável dificuldade tanto para ventilação com máscara quanto para intubação traqueal. Saturação periférica de oxigênio em repouso de 94% em ar ambiente. Considerando as diretrizes atuais, qual é a conduta mais adequada entre as alternativas abaixo?
Alternativas
Q3995491 Medicina
B.S.M, homem, 45 anos, submetido a artroplastia de ombro com bloqueio interescalênico contínuo por cateter para analgesia pós-operatória. Seis horas após o início da infusão, o paciente refere fraqueza progressiva no membro superior, associada a diminuição da sensibilidade não esperada para o território do bloqueio.
Segundo o Practice Advisory da ASRA, qual é a conduta inicial recomendada?
Alternativas
Respostas
601: D
602: C
603: A
604: D
605: A
606: C
607: B
608: D
609: C
610: A
611: B
612: D
613: A
614: A
615: C
616: B
617: D
618: A
619: D
620: A