Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.
I. Evidências consistentes de múltiplos ensaios clínicos comprovaram que o controle da hipertensão arterial com drogas que atuam por mecanismos neuro-hormonais é mais eficaz em prevenir cardiotoxicidade pós-quimioterapia.
II. Mesmo em pacientes oncológicos, o exercício físico deve ser recomendado como estratégia relevante na prevenção de eventos cardiovasculares.
III. Embora a dieta Mediterrânea tenha sido associada à redução do risco cardiovascular e de certas neoplasias, o seu efeito protetor pós-quimioterapia ainda não foi estudado em ensaios clínicos.
Está correto o que se afirma em


Neste contexto, a seguinte droga representa um inibidor da miosina ATPase cardíaca potencialmente usada em pacientes sintomáticos com a forma obstrutiva da doença:
O eletrocardiograma a seguir foi observado.
Nesse contexto, o seguinte antiplaquetário pode estar associado ao desenvolvimento da complicação observada:




Nesse contexto, assinale a afirmativa incorreta em relação aos potenciais efeitos cardiovasculares das vacinas de mRNA utilizadas na prevenção da COVID-19.
A válvula tricúspide é uma estrutura que recentemente tem ganho mais foco na cardiologia, com novas formas de avaliação por imagem e opções terapêuticas. Entretanto, a identificação da etiologia subjacente é fundamental para determinar o manejo mais adequado.
Entre as opções a seguir, assinale a que representa a etiologia mais comum de insuficiência tricúspide.
Neste contexto, a estrutura cardíaca mais frequentemente acometida pela radioterapia torácica é o(a)
I. Mundialmente, os 3 principais componentes dietéticos relacionados a um maior risco de morte total e cardiovascular são: alta ingestão de sódio, baixa ingestão de grãos integrais e baixo consumo de frutas.
II. O consumo de carnes processadas está associado à redução do risco cardiovascular e de Diabetes Mellitus.
III. A substituição de gordura insaturada por gordura saturada pode reduzir o risco cardiovascular em até 30%.
Está correto o que se afirma em
Uma mulher de 33 anos refere palpitações frequentes há vários meses. Os episódios tipicamente ocorrem após transições posturais ou associados a atividades diárias leves como subir poucos degraus de escadas. Raramente apresenta também tonteira, mas nega síncope. Em alguns episódios relata manifestações variadas de desconforto torácico, fadiga e dispneia. Nega qualquer outro sintoma, uso de medicações, tabagismo ou história familiar de cardiopatia. Relata que ingere no mínimo 2 L de água por dia. Ao exame: Lúcida, orientada, eupneica em repouso, afebril, corada, acianótica. FC: 102 bpm em repouso, PA: 110 x 60 mmHg, SatO2: 98%. Ritmo cardíaco regular, em dois tempos, sem sopros. Restante do exame físico sem alterações. O eletrocardiograma encontra-se a seguir.

Após a consulta inicial, a paciente foi submetida à radiografia de tórax, ecocardiograma, MAPA de 24 h e extensa investigação laboratorial, que não revelaram qualquer anormalidade associada ao quadro clínico ou ao achado do eletrocardiograma. O Holter de 24 h demonstrou o mesmo ritmo do traçado registrado na consulta, porém com episódios de taquicardia por vezes associados aos sintomas descritos. A frequência cardíaca média das 24 h foi 94 bpm.
Uma mulher de 33 anos refere palpitações frequentes há vários meses. Os episódios tipicamente ocorrem após transições posturais ou associados a atividades diárias leves como subir poucos degraus de escadas. Raramente apresenta também tonteira, mas nega síncope. Em alguns episódios relata manifestações variadas de desconforto torácico, fadiga e dispneia. Nega qualquer outro sintoma, uso de medicações, tabagismo ou história familiar de cardiopatia. Relata que ingere no mínimo 2 L de água por dia. Ao exame: Lúcida, orientada, eupneica em repouso, afebril, corada, acianótica. FC: 102 bpm em repouso, PA: 110 x 60 mmHg, SatO2: 98%. Ritmo cardíaco regular, em dois tempos, sem sopros. Restante do exame físico sem alterações. O eletrocardiograma encontra-se a seguir.

Após a consulta inicial, a paciente foi submetida à radiografia de tórax, ecocardiograma, MAPA de 24 h e extensa investigação laboratorial, que não revelaram qualquer anormalidade associada ao quadro clínico ou ao achado do eletrocardiograma. O Holter de 24 h demonstrou o mesmo ritmo do traçado registrado na consulta, porém com episódios de taquicardia por vezes associados aos sintomas descritos. A frequência cardíaca média das 24 h foi 94 bpm.
Uma causa frequente para erros é
A principal causa de mortalidade não só perioperatória, mas também no pós-operatório, independentemente de prazo após cirurgia, seja ela manifesta ou oculta, é a doença
Adolescente, 13 anos, masculino, submetido a cirurgia paliativa na primeira infância por cardiopatia congênita complexa, apresenta fadiga progressiva, distensão abdominal e episódios de hipoxemia aos esforços.
Exames evidenciam hepatomegalia, sinais de hipertensão portal e alterações progressivas de função hepática. A avaliação cardiológica mostra elevação crônica da pressão venosa sistêmica e baixo débito cardíaco.
A principal hipótese diagnóstica é
Após angioplastia primária bem-sucedida, o paciente evolui com hipotensão persistente, taquicardia, extremidades frias e congestão pulmonar. Monitorização hemodinâmica invasiva com cateter de Swan-Ganz mostra: Pressão capilar pulmonar: 28 mmHg (valor normal: 6–12 mmHg), Índice cardíaco: 1,6 L/min/m² (valor normal: 2,5–4,0 L/min/m²) e Resistência vascular sistêmica: 1.600 dyn·s·cm⁻⁵ (valor normal: 800–1.200 dyn·s·cm⁻⁵).
Apesar do uso de noradrenalina em doses crescentes, vasopressina e dobutamina 5 mcg/kg/min, o quadro de choque cardiogênico permanece refratário às medidas convencionais.
Nesse cenário, assinale a opção que apresenta maior possibilidade de resposta positiva a ser considerada.
O próximo passo no manejo é