Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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A partir dessas medidas, calculou-se as seguintes informações: Débito Cardíaco (DC) = 4.6 L/min; Índice Cardíaco (IC) = 2.71 L/min/m2; Resistência Vascular Pulmonar (RVP) = 14.10 WU; Volume Sistólico (VS) = 44.66 mL; Volume Sistólico Indexado (VSi) = 26.27 mL/m2; Saturação Venosa Central de Oxigênio (SvO2) = 64.9%. Conforme as informações apresentadas, analise as assertivas a seguir:
I. Trata-se de paciente com Hipertensão Pulmonar (HP) do grupo II.
II. Trata-se de paciente com HP pré-capilar.
III. Uma segunda condição com inalação com óxido nítrico ou iloprost é recomendada para realização do teste de vasorreatividade.
IV. De acordo com as diretrizes para diagnóstico e tratamento de HP da European Society of Cardiology (ESC), de 2022, os parâmetros de pressão de AD e VSi classificam esse paciente como de risco intermediário.
Quais estão corretas?
( ) O átrio cardíaco esquerdo é sempre anterior.
( ) A banda moderadora é visualizada habitualmente no ventrículo direito.
( ) No isomerismo esquerdo, a veia cava inferior drena no átrio cardíaco esquerdo.
( ) A valva tricúspide sempre acompanha o ventrículo direito.
( ) Dupla via de saída é mais frequente no ventrículo direito.
(__) Define-se hipertensão estágio 1 quando a pressão arterial sistólica está entre 140-159 mmHg e a diastólica entre 90-99 mmHg em medidas de consultório.
_) A presença de microalbuminúria em pacientes hipertensos, mesmo sem diabetes mellitus, é um marcador precoce de dano renal e risco cardiovascular aumentado.
(__) Os Bloqueadores dos Receptores de Angiotensina (BRA) são contraindicados para pacientes hipertensos que apresentam hipertrofia ventricular esquerda documentada.
(__) A meta pressórica para pacientes idosos hígidos acima de 80 anos deve ser mantida abaixo de 120/70 mmHg para evitar eventos isquêmicos cerebrais.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.
Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.
Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?
Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.
Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?