Questões Militares

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Q4375684 Direito Penal Militar
Nos termos do Decreto nº 88.777/83, assinale a opção correta quanto ao conceito de “À disposição”.  
Alternativas
Q4375683 Tratados Internacionais
De acordo com o Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei (CCEAL), adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, no que tange ao emprego da força, marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q4375682 Direitos Humanos
Com base na Convenção Contra a Tortura, assinale a alternativa correta quanto as obrigações dos Estados Partes relativas ao exame de normas e praticas de interrogatório.
Alternativas
Q4375681 Segurança Pública
A respeito da prevenção terciaria, abordada sob a ética da Portaria nº 43/2019 que institui a Diretriz Nacional de Policia Comunitaria, é correto afirmar que esta: 
Alternativas
Q4375680 Segurança Pública
No que se refere a prevenção primária, à luz do que nos leciona a Portaria nº 43/2019 que institui a Diretriz Nacional de Policia Comunitária, é possivel afirmar que esta não é percebida como de competência exclusiva das agências de segurança publica, mas também: 
Alternativas
Q4375679 Segurança Pública
Tomando por base as disposi¢des presentes na Portaria nº 43/2019, que dispde sobre a Diretriz Nacional de Policia Comunitéria, aponte a alternativa que cite corretamente os elementos de policia comunitéria. 
Alternativas
Q4375678 Segurança Pública
Acerca dos mandamentos trazidos na Portaria nº 43/2019, que dispõe sobre a Diretriz Nacional de Polícia Comunitária, indique a alternativa que melhor apresente o conceito de policiamento comunitário. 
Alternativas
Q4375677 Segurança Pública
Tendo por base os ensinamentos expressos na Diretriz Nacional de Polícia Comunitária, assinale a alternativa que melhor represente o conceito de polícia comunitária com base na filosofia. 
Alternativas
Q4375676 Direitos Humanos
A respeito da proteção da saúde das pessoas sob a guarda dos funcionários responsáveis pela aplicação da Lei, conforme abordado pela Resolução nº 34/169, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4375675 Direitos Humanos
Tomando por base as imposi¢des presentes na Resolução nº 34/169, em especial sobre a prética de tortura pelos responséveis a aplicação da Lei, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4375674 Direitos Humanos
Nos termos da Convenção Contra a Tortura, assinale a opção correta quanto ao treinamento de pessoal estatal. 
Alternativas
Q4375673 Direitos Humanos
Sobre a proibição de expulsão, devolução ou extradição prevista na Convenção Contra a Tortura, marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q4375672 Direitos Humanos
Tomando por base as disposições da Convenção Contra a Tortura promulgada pelo Decreto n° 40/1991, assinale a alternativa correta quanto ao dever dos Estados Partes de garantir reparação.
Alternativas
Q4375671 Direitos Humanos
Ao tratamos do Código de Conduta para os Encarregados da Aplicação da Lei, quanto aos assuntos de natureza confidencial em poder dos funcionários responsáveis pela aplicação da Lei, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4375670 Direitos Humanos
Com base exclusivamente na Convenção Contra a Tortura promulgada pelo Decreto n° 40/1991, assinale a alternativa correta quanto ao uso de declarações obtidas mediante tortura.
Alternativas
Q4375669 Direito Constitucional
Tendo em vista as disposições presentes na Constituição Federal acerca das polícias militares, é correto afirmar que a esta cabe:
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Q4375668 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

Em "[...] o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem", o verbo fazer, quanto à regência, é:
Alternativas
Q4375667 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

A função desempenhada pela oração seguinte destacada é de:
"E as consequências desse desprezo, para a educação, configuram a tragédia pedagógica que tão bem conhecemos."
Alternativas
Q4375666 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

A partir do substantivo água, assinale a alternativa em que a flexão do verbo aguar esteja corretamente conjugada nos períodos seguintes. 
Alternativas
Q4375665 Português
Texto para a questão.

Sobre peixes e linguagem
Marcos Bagno

        Me ocorre frequentemente a ideia de que nós nos relacionamos com a linguagem assim como os peixes se relacionam com a água. Fora da água, o peixe não existe, toda a sua natureza, seu desenho, seu organismo, seu modo de ser estão indissociavelmente vinculados à água. Outros animais até conseguem sobreviver na água ou se adaptar a ela, como focas, pinguins, sapos e salamandras, que levam uma existência anfíbia. Mas os peixes não: ser peixe é ser na água. Com os seres humanos é a mesma coisa: não existimos fora da linguagem, não conseguimos sequer imaginar o que é não ter linguagem — nosso acesso à realidade é mediado por ela de forma tão absoluta que podemos dizer que para nós a realidade não existe, o que existe é a tradução que dela nos faz a linguagem, implantada em nós de forma tão intrínseca e essencial quanto nossas células e nosso código genético. Ser humano é ser linguagem. Mas a comparação com o peixe também pode se aplicar a uma outra dimensão da linguagem, que é a única forma como a linguagem realmente adquire existência: a dimensão textual. Abrir a boca para falar, empunhar um instrumento para grafar o que quer que seja, ativar a memória, raciocinar, sonhar, esquecer... todas essas atividades humanas só se realizam como textos. Só tem linguagem onde tem texto. No entanto, por alguma misteriosa razão, os estudos linguísticos, durante quase dois milênios, desprezaram esse caráter essencialmente textual da linguagem humana.
    
        Talvez justamente por ele ser tão íntimo e inevitável quanto respirar, algo que fazemos tão intuitivamente que nunca nos estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada.
    
        Uma palavra solta, uma frase isolada são um peixe fora d’água. O texto é o ambiente natural para qualquer palavra, qualquer frase. Fora do texto, a palavra sufoca, a frase estrebucha e morre. E como pode o peixe vivo viver fora da água fria?

Prefácio do livro Análise de texto: fundamentos e prática, de Irandé Antunes.

O uso da crase, no fragmento a seguir, demarca, em relação aos sintagmas ressaltados, a função sintática de:
"E as consequências desse desprezo, para a educação, configuram a tragédia pedagógica que tão bem conhecemos: a redução do estudo da língua, na escola, à palavra solta e à frase isolada. 
Alternativas
Respostas
5961: D
5962: B
5963: C
5964: A
5965: B
5966: A
5967: C
5968: B
5969: D
5970: C
5971: B
5972: A
5973: E
5974: D
5975: C
5976: A
5977: C
5978: C
5979: A
5980: D