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As alternativas, a seguir, apresentam diagnósticos de doenças pulmonares comuns com seus achados histopatológicos correspondente, EXCETO, em:
Mulher de 60 anos, ex-fumante de 20 cigarros por dia mais exposição à fumaça de biomassa de lenha por 30 anos, com dispneia grau 2 na escala mMRC e tosse crônica. Em consulta, exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares, sem cianose ou edema. Apresenta pontuação CAT de 18. Espirometria após broncodilatador mostra VEF1 sobre CVF de 0,62, menor que 0,70, e VEF1 de 65% do valor previsto.
Considerando a classificação GOLD e o manejo inicial relacionados ao rastreio e à estratificação de DPOC na paciente referida, assinale a alternativa CORRETA:
Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
Mulher de 45 anos, HIV positivo em terapia antirretroviral com um inibidor de protease, CD4 indicando 250 células/mL3, além de artrite reumatoide em tratamento com adalimumabe. História de contato domiciliar com tuberculose ativa (pai diagnosticado recentemente). Entretanto, assintomática do trato respiratório. Teste IGRA positivo, enzimas hepáticas ALT e AST normais, sem hepatite C.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a quimioprofilaxia a ser adotada nesse casso:
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
Idoso de 68 anos, ex-tabagista, queixa de "fraqueza e febre arrastada", além de piora da tosse, iniciada há cerca de 4 meses. Há história de aumento de expectoração, sudorese noturna e um episódio de hemoptise de cerca de 30 mL na última semana. Nega perda de peso. Durante atendimento, apresenta estertores localizados no pulmão direito, sem radiografia disponível no momento. Sat. O2: 95%.
Considerando o diagnóstico diferencial inicial na UBS/ESF, ainda sem imagem, assinale a alternativa CORRETA sobre a priorização de exame complementar:
Homem de 40 anos, desempregado, apresenta tosse persistente há mais de 3 semanas, perda de 8 kg e sudorese noturna, convivendo com 4 domiciliares, incluindo uma criança. Na ESF: bafejos fétidos e adenomegalias cervicais. Baciloscopia de escarro revela BAAR: ++.
São condutas corretas para esse caso, no âmbito da UBS/ESF, EXCETO:
Homem de 65 anos, em uso de prednisona 20 mg/dia por polimialgia reumática há 6 meses, apresenta sibilos, dispneia progressiva e diarreia há 2 semanas. Exames confirmam larva de Strongyloides stercoralis em escarro e fezes, eosinófilos 15%, IgE elevada. Sem história de viagem ao exterior. Na UBS/ESF, diagnostica-se hiperinfecção pulmonar.
O manejo inicial apropriado para hiperinfecção por estrongiloidíase na UBS/ESF envolve, EXCETO:
Jovem de 22 anos, nordestino, lavrador, apresenta tosse seca noturna e febre baixa há 10 dias. Exames laboratoriais revelam eosinófilos 25% (absoluto 3.500/mm³) e RX de tórax mostra infiltrados periféricos transitórios em lobo inferior esquerdo (melhorados no controle). Relata consumo frequente de verduras mal lavadas, sem viagens recentes ou história prévia de asma. O médico da UBS/ESF suspeita de Síndrome de Loeffler, frequentemente, associada ao ciclo de Loss.
São helmintos que realizam o ciclo de Loss, EXCETO:
Você atende na UBS/ESF uma mulher de 55 anos, tabagista 30 maços-ano, com dispneia aos esforços moderados (subir um lance de escada) e tosse produtiva matinal há 3 semanas, sem febre ou hemoptise. Ao exame: FR 24 irpm, SatO2 93% em ar ambiente, estertores finos em bases bilaterais, IMC 28 kg/m².
Diante desse caso clínico atendido na UBS/ESF, assinale a conduta inicial adequada:
Para fins de concessão do adicional de insalubridade, assinale a alternativa CORRETA:
Um servidor público exerce função predominantemente administrativa, mas acompanha, de forma previsível e reiterada, operações em ambientes com risco acentuado decorrente da presença de vapores de combustíveis.
Considerando os critérios técnicos aplicáveis à caracterização do risco ocupacional, assinale a alternativa CORRETA:
À luz da CLT, das Normas Regulamentadoras e das boas práticas de gestão de risco, assinale a alternativa CORRETA:
Um operador de guindaste de 48 anos é trazido ao posto médico do canteiro de obras por colegas após episódio súbito de palpitações rápidas, tontura e sudorese fria durante operação da máquina a 15m de altura. ECG de 12 derivações confirma fibrilação atrial paroxística (FA) com resposta ventricular 140–160 bpm. PA 210/110 mmHg, sat O2 96% AA, sem dor torácica ou sinais de ICC. Histórico de HAS não controlada e tabagismo; atividade crítica enquadrada em NR-35. Não há história de FA prévia ou anticoagulação.
Considerando o quadro de FA e o score CHA2DS2-VASc, a conduta terapêutica adequada e considerações ocupacionais pós-estabilização hemodinâmica consistem em:
Um pintor de 38 anos trabalha há 10 anos em reforma predial, exposto diariamente a solventes orgânicos (tolueno, xileno) para diluição de tintas, com uso irregular de máscara e luvas. Procura a UBS com icterícia cutânea/mucosa há 10 dias, astenia e prurido, sem febre ou dor abdominal. Exames laboratoriais mostram bilirrubina total 3,5 mg/dL (direta 2,8), ALT 400 UI/L, AST 320 UI/L, GGT 250 UI/L; sorologias para hepatites A/B/C negativas, USG abdominal sem litíase ou esteatose. Histórico confirma exposição sem monitoramento biológico prévio.
As seguintes afirmativas sobre solventes orgânicos envolvidos nessa suspeita de hepatotoxicidade ocupacional são corretas, EXCETO:
Um enfermeiro de 40 anos trabalha há 12 anos em hospital público, atuando em Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) com alta demanda de pacientes em crise e plantões noturnos frequentes. Refere exaustão emocional intensa, irritabilidade com colegas e pacientes, redução na sensação de realização profissional e insônia há meses. Escore PHQ-9 é 14 (depressão moderada), MBI alta exaustão (score 32), despersonalização moderada (score 12), baixa realização (score 28). Sem comorbidades prévias ou uso de psicoativos.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta CORRETA para essa suspeita de transtorno de saúde mental profissional:
Um pedreiro de 52 anos trabalha há 20 anos em construção civil, exposto diariamente a poeiras de cimento, areia quartzosa e corte de granito sem uso consistente de máscara PFF2 ou aspiração local. Procura UBS/ESF com dispneia progressiva aos esforços moderados (mMRC 2) há 6 meses, tosse seca persistente sem expectoração e perda involuntária de 5 kg de peso. Não fuma, nega febre, sudorese ou hemoptise. Espirometria revela padrão restritivo isolado (FEV1 65% VP, CVF 70% VP, VEF1/CVF 82%). RX de tórax (PA) mostra micronódulos difusos bilaterais predominantemente superiores (ILO 1/1 profusão p/p), sem derrame pleural, consolidação ou cavitações.
São condutas adequadas para o manejo dessa síndrome respiratória na UBS/ESF, EXCETO: