Questões de Concurso Comentadas para professor brailista

Foram encontradas 205 questões

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Q4294722 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
 Durante as primeiras semanas de aula, um estudante cego demonstrava insegurança ao deslocar-se pelos diferentes ambientes da escola. Considerando a importância da orientação e mobilidade para a autonomia e a participação do estudante nos espaços escolares, uma medida adequada é
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Q4294719 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
No âmbito do Atendimento Educacional Especializado (AEE), as Salas de Recursos Multifuncionais podem ser classificadas em diferentes tipos, conforme os recursos de acessibilidade que disponibilizam. Nesse contexto, as salas do tipo II diferenciam-se das do tipo I por também disponibilizarem
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Q4294717 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei no 13.146/2015), incumbe ao poder público assegurar
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Q4289859 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A indisciplina de crianças e adolescentes pode ser um desafio tanto dentro quanto fora da escola.
Em suas ações diante desse contexto, educadores devem respeitar as determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei no 8.069/1990), que, em seu art. 17, estabelece
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Q3988826 Português
TEXTO: ESSENCIALISMO GENÉTICO


A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo


Natalia Pasternak 


   Imagine que você tem olhos castanhos e ambos os seus pais têm olhos claros, azuis ou verdes. Quantas vezes você já teria ouvido que não pode ser filho biológico do casal? A crença de que cor dos olhos é uma herança determinada por um único gene, com alelo dominante (castanho) e alelo recessivo (azul ou verde), vem da maneira simplificada como abordamos genética no ensino fundamental e médio. Quem não se lembra do “Aa” e das tabelas de quadradinhos? 

    Alguns autores estudam o ensino da genética mendeliana e sua influência na aceitação do chamado essencialismo, ou determinismo, genético. Essa ideia baseia-se no entendimento – enganoso – de que características fisiológicas e comportamentos são produtos lineares de um único gene. Ou seja, haveria um gene para cada característica: o gene da inteligência, por exemplo. O problema é que este tipo de herança é muito raro. A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo. Por isso é falso dizer que uma criança de olhos castanhos não pode ter pais de olhos claros.

   O determinismo genético também desconsidera interações com o ambiente. Duas plantas da mesma espécie com o mesmo genoma podem ter alturas diferentes, por exemplo, dependendo do tipo de solo, quantidade de luz e nutrientes.

    E por que isto é um problema? Porque pode induzir a um “fatalismo” e crenças de que características como inteligência, aptidões, comportamentos e até mesmo suscetibilidade para doenças, são inatas, fixas e imutáveis. Estudos mostraram que o entendimento correto de como funciona a herança genética reduz a crença em ideias baseadas em essencialismo genético, como racismo e eugenia. Os autores de uma pesquisa mediram conhecimento básico de genética, nível de crença em determinismo genético, crenças em dominação social, e crenças em eugenia.

   Exemplos de afirmações utilizadas para fazer essas medições incluem “alcoolismo é primariamente causado por fatores genéticos”, “criminosos não deveriam ser autorizados a se reproduzir e deixar descendentes”, e “esterilizar pessoas com características indesejadas pode melhorar gerações futuras”. Os resultados mostraram que quanto maior o entendimento de genética, menor a crença em determinismo, essencialismo, racismo e dominação social de um grupo sobre outro.

  A boa notícia é que é fácil corrigir o essencialismo. Pesquisadores conduziram uma série de experimentos controlados com crianças e adolescentes, alterando a maneira como a hereditariedade era ensinada na escola. Perceberam que nos grupos onde a genética era ensinada do modo tradicional, os alunos desenvolviam crenças deterministas, e nos grupos onde o tema era introduzido com estudos sobre diferenças e semelhanças genéticas entre populações, as crenças eram reduzidas. Os autores ainda testaram uma intervenção para corrigir as crenças deterministas, e concluíram que basta uma série de cinco aulas mostrando a baixa diversidade genética entre indivíduos, e que existe maior diversidade entre grupos do mesmo continente do que comparando continentes diferentes.

Gregor Mendel, o monge católico do século 19 cujos experimentos com ervilhas deram origem ao modelo simplificado “Aa”, deve ser celebrado e ensinado nas escolas. Mas a genética mendeliana precisa ser ensinada como parte de um contexto maior, e não como a base de toda a genética e da hereditariedade. 


Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-daciencia/post/2025/07/essencialismo-genetico.ghtml. Acesso em 12/02/2026. Fragmento 
“E por que isto é um problema?” (4º parágrafo). Sobre a estrutura e a pontuação desse período, é correto afirmar que: 
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Q3988824 Português
TEXTO: ESSENCIALISMO GENÉTICO


A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo


Natalia Pasternak 


   Imagine que você tem olhos castanhos e ambos os seus pais têm olhos claros, azuis ou verdes. Quantas vezes você já teria ouvido que não pode ser filho biológico do casal? A crença de que cor dos olhos é uma herança determinada por um único gene, com alelo dominante (castanho) e alelo recessivo (azul ou verde), vem da maneira simplificada como abordamos genética no ensino fundamental e médio. Quem não se lembra do “Aa” e das tabelas de quadradinhos? 

    Alguns autores estudam o ensino da genética mendeliana e sua influência na aceitação do chamado essencialismo, ou determinismo, genético. Essa ideia baseia-se no entendimento – enganoso – de que características fisiológicas e comportamentos são produtos lineares de um único gene. Ou seja, haveria um gene para cada característica: o gene da inteligência, por exemplo. O problema é que este tipo de herança é muito raro. A maioria das características humanas é poligênica, depende da interação de vários genes. Cor dos olhos, ao contrário do que sugerem os exercícios do ensino médio, é um bom exemplo. Por isso é falso dizer que uma criança de olhos castanhos não pode ter pais de olhos claros.

   O determinismo genético também desconsidera interações com o ambiente. Duas plantas da mesma espécie com o mesmo genoma podem ter alturas diferentes, por exemplo, dependendo do tipo de solo, quantidade de luz e nutrientes.

    E por que isto é um problema? Porque pode induzir a um “fatalismo” e crenças de que características como inteligência, aptidões, comportamentos e até mesmo suscetibilidade para doenças, são inatas, fixas e imutáveis. Estudos mostraram que o entendimento correto de como funciona a herança genética reduz a crença em ideias baseadas em essencialismo genético, como racismo e eugenia. Os autores de uma pesquisa mediram conhecimento básico de genética, nível de crença em determinismo genético, crenças em dominação social, e crenças em eugenia.

   Exemplos de afirmações utilizadas para fazer essas medições incluem “alcoolismo é primariamente causado por fatores genéticos”, “criminosos não deveriam ser autorizados a se reproduzir e deixar descendentes”, e “esterilizar pessoas com características indesejadas pode melhorar gerações futuras”. Os resultados mostraram que quanto maior o entendimento de genética, menor a crença em determinismo, essencialismo, racismo e dominação social de um grupo sobre outro.

  A boa notícia é que é fácil corrigir o essencialismo. Pesquisadores conduziram uma série de experimentos controlados com crianças e adolescentes, alterando a maneira como a hereditariedade era ensinada na escola. Perceberam que nos grupos onde a genética era ensinada do modo tradicional, os alunos desenvolviam crenças deterministas, e nos grupos onde o tema era introduzido com estudos sobre diferenças e semelhanças genéticas entre populações, as crenças eram reduzidas. Os autores ainda testaram uma intervenção para corrigir as crenças deterministas, e concluíram que basta uma série de cinco aulas mostrando a baixa diversidade genética entre indivíduos, e que existe maior diversidade entre grupos do mesmo continente do que comparando continentes diferentes.

Gregor Mendel, o monge católico do século 19 cujos experimentos com ervilhas deram origem ao modelo simplificado “Aa”, deve ser celebrado e ensinado nas escolas. Mas a genética mendeliana precisa ser ensinada como parte de um contexto maior, e não como a base de toda a genética e da hereditariedade. 


Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-daciencia/post/2025/07/essencialismo-genetico.ghtml. Acesso em 12/02/2026. Fragmento 
“[...] haveria um gene para cada característica: o gene da inteligência, por exemplo” (2º parágrafo). Do ponto de vista morfológico, as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como: 
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Q3988816 Pedagogia
Um professor reorganiza aulas para que estudantes construam conceitos científicos por experimentação e discussão orientada. A decisão relaciona-se à concepção sociointeracionista de que conceitos científicos se desenvolvem por meio da: 
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Q3988815 Pedagogia
Em uma escola inclusiva, o professor organiza atividades regulares e progressivas de leitura e escrita em Braille, integradas às demais disciplinas. Ele afirma que o ensino do Braille não deve ser tratado como atividade ocasional ou apenas como apoio. Essa posição indica que o Braille deve ser entendido como:
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Q3988814 Braille
O conceito de desenho universal para a aprendizagem (DUA) aplicado ao ensino do Braille sugere que os materiais didáticos devem ser:
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Q3988813 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem de um aluno com baixa visão, em uma perspectiva mediadora, deve priorizar: 
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Q3988812 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) pressupõe que o desenvolvimento de competências pelos alunos com deficiência deve ser garantido por meio de: 
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Q3988811 Pedagogia
A função social da escola, diante de um aluno com deficiência visual que apresenta bons resultados acadêmicos mas sofre isolamento social, exige:
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Q3988810 Pedagogia
A aplicação de uma prova em Braille que exige a interpretação de um gráfico em relevo avalia, além do conteúdo disciplinar: 
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Q3988809 Braille
Ao ensinar Braille aos alunos, o professor destaca sua lógica combinatória. Os alunos devem compreender o Braille como:  
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Q3988808 Pedagogia
No que tange à forma como se difundiu em diversos países e línguas, pode-se afirmar que o sistema Braille caracteriza-se por:
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Q3988807 Pedagogia
A interdisciplinaridade, enquanto princípio organizador do trabalho pedagógico, demanda:
Alternativas
Q3988806 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva reafirma que o atendimento educacional especializado:
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Q3988805 Pedagogia
Um aluno utiliza tecnologia assistiva, mas continua excluído de debates por falta de estratégias didáticas inclusivas. O caso evidencia que tecnologia assistiva, isoladamente:
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Q3988804 Pedagogia
Na articulação entre o atendimento educacional especializado (AEE) e a sala comum, o planejamento prevê adaptação de materiais, acompanhamento individual e participação nos projetos coletivos da turma. Essa organização caracteriza:
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Q3988803 Pedagogia
Na perspectiva da Educação Inclusiva, no tocante à tecnologia assistiva, a escolha de recursos deve fundamentar-se:
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Respostas
1: A
2: C
3: E
4: E
5: A
6: D
7: B
8: D
9: C
10: D
11: A
12: A
13: B
14: A
15: D
16: B
17: C
18: B
19: D
20: A