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Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Brasília, 2005. Disponível em: < https:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 04 nov. 2023.
I - Pessoa surda é aquela que utiliza aparelho auditivo e utiliza a Linguagem de Sinais ou a mímica para se comunicar.
II - A Língua Brasileira de Sinais - Libras é disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia.
III - As instituições federais não são obrigadas a ofertar o ensino bilíngue, que tem como proposta a Língua Brasileira de Sinais - Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa escrita como segunda.
IV - Os estudantes com deficiência auditiva e apenas os surdos que tenham domínio da Língua Brasileira de Sinais - Libras têm direito ao Atendimento Educacional Especializado.
V - As instituições federais de ensino devem garantir que seus professores reconheçam e respeitem a singularidade linguística do estudante surdo, adotando formas de avaliação coerentes com a sua especificidade.
Assinale a alternativa que contém as afirmações CORRETAS:
BRASIL. Lei nº 9394/1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Conselho Nacional de Educação, 1996.
FLEITH, D. de S. A Construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades / Superdotação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007. 80p. Disponível em: < http:// portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/altasha b2.pdf>. Acesso em 06 dez. 2023.
I - O estudante com altas habilidades / superdotação tem recursos intelectuais suficientes para desenvolver sozinho o seu potencial superior.
II - Caso o estudante com altas habilidades / superdotação opte por acelerar os estudos na Educação Básica e Superior, conforme garantido em legislação, ele perde o direito ao Atendimento Educacional Especializado.
III - Para Renzulli, um dos mais importantes estudiosos da área, as pessoas com altas habilidades / superdotação têm três elementos principais característicos: habilidades acima da média, envolvimento com a tarefa e criatividade.
IV - Há diversas formas de aceleração, como: saltar séries escolares; aceleração por disciplina; cursos especiais fora da escola em áreas específicas.
V - São exemplos de atividades de enriquecimento curricular: realizar oficinas de invenções; promover programas que instiguem o pensamento crítico e produtivo; desenvolver projetos em pequenos grupos; organizar atividades embasadas nos interesses dos estudantes.
Assinale a alternativa CORRETA:
BERSCH, R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Assistiva – Tecnoogia e Educação, Porto Alegre – RS, 2017. 20p. Disponível em: < https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 06 dez. 2023.
CALHEIROS, D. dos S.; MENDES, E. G.; LOURENÇO G. F. Considerações Acerca da Tecnologia Assistiva no Cenário Educacional Brasileiro. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 229-244, jan. / mar. 2018. Disponível em: < https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/18825/pdf> Acesso em: 06 dez. 2023
I - A Tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento com característica interdisciplinar, permitindo o envolvimento de diferentes profissionais.
II - Toda tecnologia educacional é uma tecnologia assistiva.
III - As órteses e próteses são exemplos de tecnologia assistiva.
IV - A consultoria colaborativa tem sido uma forma de maximizar a utilização da Tecnologia Assistiva nas escolas comuns, devido à falta de formação dos professores na área.
V - O processo de seleção da tecnologia assistiva deve envolver a equipe multiprofissional, a família e o usuário.
VI - A comunicação aumentativa e alternativa não pode ser considerada exemplo de tecnologia assistiva.
Assinale a alternativa que contém as afirmações FALSAS:
MAHL, E.; OLIVEIRA, P. de; ZUTIÃO, P. Estratégias utilizadas por três professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do IF Baiano: relatando experiências. Revista Transmutare, Curitiba – PR, v.5, p. 1-19, 2020. Disponível em: < https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/12981/8211 >. Acesso em: 04 nov. 2023.
Brasil. Resolução nº 4, de 02 de outubro de 2009, institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 2009. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf>. Acesso em: 13 nov. 2023.
FERNANDES, W. L.; COSTA, C. S. L. da. Possibilidades da Tutoria de Pares para Estudantes com Deficiência Visual no Ensino Técnico e Superior. Relato de Experiência. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 21, n. 1, p; 39-56, 2015. Disponível em: < https://scielo.br/j/rbee/a/NdbbF87fYFSTdrRwwLB8hWP/?format=pdf&lang= pt>. Acesso em: 11 nov. 2023.
MARINS, K.-H. C.; LOURENÇO, G. F. Avaliação de um Programa de Tutoria por Pares na Perspectiva da Educação Inclusiva. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 51, 2021. Disponível em: <https://www.scielo. br/j/cp/a/QDZrqpxh6rFQHrzq94znBFk/?format =pdf&lang=pt>. Acesso em: 06/12/2023.
Brasil. Nota Técnica – SEESP / GAB / nº 11/2010. Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_ docman&view=download&alias=9937-nota-tecnica-11-2010&Itemid=30192>. Acesso em: 05/12/2023.
I - O AEE pode substituir o ensino da sala comum em alguns casos, pois é ele que atende as necessidades do estudante público-alvo da educação especial.
II - Nos atendimentos do AEE, o professor considera os saberes particulares do estudante, integrando-os à proposta pedagógica da escola.
III - O AEE tem como principal função desenvolver o reforço escolar dos conteúdos ministrados em sala de aula comum, buscando favorecer a inclusão escolar do estudante.
IV - Para facilitar a acessibilidade e participação dos estudantes, o docente responsável pelo AEE deve estabelecer parceria com a família.
V - O AEE pode ocorrer em qualquer sala da escola, não necessitando de espaço próprio para esse atendimento.
VI - O AEE pode ocorrer de forma individual ou em pequenos grupos.
Assinale a alternativa que contempla as afirmações CORRETAS:
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA quanto às possibilidades para auxiliar neste caso:
ZERBATO, A. P.; MENDES, E. G. O Desenho Universal para a Aprendizagem na Formação de Professores: da investigação às práticas inclusivas. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo – SP, v. 47, 2021. Disponível em: < https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/193215>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
LOPES, M. M. Perfil e Atuação dos Profissionais de Apoio à Inclusão Escolar. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, Programa de Pós-Graduação em Educação Especial – PPGEEs, 169p. São Carlos – SP, 2018. Disponível em: <https:// repositorio.ufscar.br/bitstream/handle/ufscar/9899/LOPES_Mariana_2018.pdf?seque ce=4&isAllowed=y>. Acesso em: 15 nov. 2023.
( ) Todos os estudantes com deficiência precisam de profissional de apoio.
( ) O profissional de apoio pode dar suporte às atividades do estudante com deficiência quando necessário.
( ) Deve ser contratado um profissional de apoio para cada estudante com deficiência da turma.
( ) Quando o profissional de apoio não pode ir trabalhar, o estudante com deficiência que ele acompanha deve ser orientado a ficar em casa.
( ) O estudante com deficiência pode realizar atividades diferentes dos colegas de sala.
( ) O profissional de apoio é responsável pela elaboração das atividades que serão desenvolvidas pelo estudante público-alvo da educação especial que ele acompanha.
Assinale a alternativa que contempla a sequência CORRETA:
NUNES, A. I. B. L.; SILVEIRA, R. do N. Psicologia da Aprendizagem. Editora da Universidade Estadual do Ceará – EdUECE, 3 ed. 122p. Fortaleza – CE: 2015. Disponível em: <https://educapes.capes.gov.br/bitstream/ capes/4316 16/2/Livro_Psicologia%20da%20Aprendizagem.pdf>. Acesso em: 08 nov. 2023.
I - Piaget afirma que o conhecimento é inato e que sua construção e evolução dependem unicamente da vontade do sujeito para aprender.
II - Wallon sugere que a escola trabalhe com atividades que tenham como foco a socialização da criança, atividades em grupo e que incluam as dimensões motora, afetiva e intelectual, a partir das quais os estudantes poderão construir suas individualidades.
III - Vygotsky defende que, para a criança se desenvolver, ela precisa se apropriar dos conhecimentos e compreender e utilizar signos culturais, como linguagem, símbolos algébricos, escrita, diagramas, desenhos, mapas.
IV - Para Piaget, a evolução do conhecimento depende da interação ativa do sujeito com o meio físico e social, que se dá por meio de um processo contínuo, com estágios sucessivos de organização do pensamento.
V - A teoria de Wallon é conhecida como psicogênese da pessoa completa, pois integra aspectos como a razão, a emoção e as influências histórico-culturais.
VI - Vygotsky defende três tipos de conhecimento (inatos, espontâneos e científicos), que se desenvolvem concomitantemente.
VII - Para Vygotsky, o professor é o mediador do conhecimento, devendo considerar o que o estudante já realiza de forma independente, mas focar o processo de ensino e aprendizagem nas capacidades que podem ser efetivadas a partir da sua intervenção.
Assinale a alternativa CORRETA:
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais /Adaptações Curriculares de Pequeno Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000a. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha06.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
BRASIL. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais / Adaptações Curriculares de Grande Porte. Brasília: MEC/SEESP, 2000b. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/cartilha05.pdf>. Acesso em: 12 nov. 2023.
1- Adaptação de grande porte – Temporalidade
2 - Adaptação de pequeno porte – Temporalidade
3 - Adaptação de grande porte – Objetivos
4 - Adaptação de pequeno porte – Objetivos
5 - Adaptação de grande porte – Acesso ao currículo
6 – Adaptação de pequeno porte – Acesso ao currículo
( ) Adaptação do ambiente físico escolar e aquisição de mobiliário especifico.
( ) Cursar os componentes curriculares do 1º ano do Ensino Médio integrado em dois anos.
( ) Utilização do livro de figuras do estudante para comunicação alternativa.
( ) Introdução de objetivos específicos, complementares ou alternativos.
( ) Aquisição de equipamentos, recursos materiais específicos e sistemas alternativos de comunicação.
( ) Priorização de determinados objetivos.
( ) Aumento do tempo para realização de avaliação.
Assinale a alternativa que contempla a sequência CORRETA:
DOMINGUES, C. dos A.; SÁ, E. D.; CARVALHO, S. H. R.; ARRUDA, S. M. C. de P.; SIMÃO, V. S. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: os alunos com deficiência visual – baixa visão e cegueira. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, v.3, 2010. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/index. php?option=com_docman&view=download&alias=7105-fasciculo-3-pdf&Itemid=30192>. Acesso em: 05 dez. 2023.
BRASIL. Medida Provisória nº 1025, de 31 de dezembro de 2020. Dispõe sobre o Plano de Ensino Individualizado – PEI, no âmbito do sistema educacional inclusivo. Disponível em: <https://legis.senado. leg.br/sdleggetter/documento?dm=8921974&ts=1618945764007&disposition=inline#:~:text=Page%20 1,MEDIDA%20PROVIS%C3%93RIA%20N%C2%BA%201.025%2C%20DE%2031%20DE%20DEZEMBRO%20DE%20 2020,%C3%A2mbito%20do%20sistema%20educacional%20inclusivo.>. Acesso em: 05/12/2023.
TANNÚS-VALADÃO, G.; MENDES, E. G. Inclusão Escolar e o Planejamento Educacional Individualizado: estudo comparativo sobre práticas de planejamento em diferentes países. Revista Brasileira de Educação, v. 23, 2018. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rbedu/a/mJJDHWr3xyVzztRdVjdhJSg/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 11 nov. 2023.
MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial. São Carlos: EdUFSCar, 2014. MENDES, E. G.; VILARONGA, C. A. R.; ZERBATO, A. P. Trabalho em Colaboração para Apoio da Inclusão Escolar: da teoria à prática docente. Interfaces da Educação, Paranaíba, v.7, n. 19, p. 66-87, 2016. Disponível em: <https://periodicosonline.uems.br/index.php/interfaces/article/view/1029/953>. Acesso em: 07 dez. 2023.
De acordo com as colocações, analise as afirmativas abaixo, inserindo V para aquelas que forem verdadeiras e F para as que forem falsas.
( ) Os fatores para o sucesso do coensino / ensino colaborativo são: tempo para o planejamento comum; flexibilidade; correr riscos; definição de papéis e responsabilidades; compatibilidade; habilidades de comunicação e; suporte administrativo.
( ) O coensino / ensino colaborativo ocorre dentro da sala de aula comum, apenas nos momentos de realização de atividades específicas, conforme as necessidades do estudante e das avaliações periódicas.
( ) Para realizar o coensino / ensino colaborativo, existem diferentes propostas de organização da sala de aula, como: um professor ensina e o outro observa; as estações de ensino; e a equipe de ensino.
( ) A prática do coensino / ensino colaborativo é a de somar esforços, de um trabalho de parceria entre professor da educação especial e professor da sala comum.
( ) O coensino / ensino colaborativo depende exclusivamente dos professores envolvidos, não sendo necessário o apoio da gestão escolar e sua previsão no projeto pedagógico da unidade escolar.
( ) A escola, ao optar pelo coensino / ensino colaborativo, pode deixar de ofertar o atendimento educacional especializado – AEE no contraturno, uma vez que o estudante terá o professor da educação especial para acompanhá-lo na sala de aula comum.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
( ) A inclusão escolar deve ser garantida em todos os níveis e modalidades de ensino, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida.
( ) Quem praticar, induzir ou incitar a discriminação de pessoas com deficiência, incluindo a recusa de adaptações razoáveis e o não fornecimento de tecnologia assistiva, poderá responder por crime cuja pena de reclusão é de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
( ) As escolas particulares podem cobrar valores adicionais para contratação de profissionais de apoio escolar, tradutores/intérpretes de Língua Brasileira de Sinais – Libras, ou outro profissional necessário especificamente para aquele estudante com deficiência.
( ) Nos processos seletivos oferecidos pelas instituições de ensino superior e de educação profissional e tecnológica, públicas e privadas, devem ser garantidos à pessoa com deficiência, entre outros direitos: atendimento preferencial, dilação do tempo e provas em formato acessível.
( ) Para os estudantes surdos, a educação bilíngue, que estabelece a Libras como primeira língua e a língua portuguesa escrita como segunda língua, é garantida apenas nas classes e escolas bilíngues ou nas instituições especializadas.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
Fonte: FERNANDES, WOQUITON. LIMA, WILLIAN. Revista Inclusiva em Quadrinhos: Provocando Reflexões. Propes 04/2017 IFBaiano-Fapesb, 2018. Disponível em: . BRASIL. Lei n° 13.146 de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília: 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.> Acesso em: 15 nov. 2023.
Assinale a alternativa CORRETA, tendo como referência as legislações e políticas públicas de Educação Especial e Inclusão Escolar vigentes no Brasil:
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/politicaeducespecial.pdf. Acesso em 05 nov. 2023.
ARANHA, M. S. F. Paradigmas da Relação da Sociedade com as Pessoas com Deficiência. Revista do Ministério Público do Trabalho, Ano XI, nº 21, p. 160-173, 2001. Disponível em: <https://claudialopes. psc.br/wp-content/uploads/2021/08/Paradigmas.pdf>. Acesso em: 05 nov. 2023.
1 - Exclusão
2 - Segregação
3 - Integração
4 - Inclusão
A - Pessoas com deficiência são colocadas em instituições asilares e de custódia, denominadas “Instituições Totais”.
B - Pessoas com e sem deficiência frequentam a mesma sala de aula, nas quais são realizados os ajustes necessários para garantir o acesso e a participação.
C - Pessoas com deficiência são abandonadas e vivem de caridade.
D - Pessoas com deficiência frequentam classes ou escolas especiais, são alvo de mudanças de comportamento e desenvolvimento de habilidades para depois poderem acessar as classes comuns do ensino.
Selecione a alternativa que contém a interligação CORRETA: