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Q4039821 Medicina
Menino de 3 anos, previamente hígido, apresenta cefaleia holocraniana e febre há cerca de quatro semanas, evoluindo com irritabilidade, vômitos e rigidez de nuca. Na admissão, apresenta crise convulsiva tônico-clônica generalizada. O pai, que mora na mesma casa em que a criança, está em tratamento para tuberculose pulmonar há dois meses. Não houve rastreio dos contatos na época do diagnóstico paterno. O paciente é submetido à punção lombar e o resultado confirma o diagnóstico de meningoencefalite tuberculosa (resultado do teste rápido molecular para tuberculose positivo e sem resistência à rifampicina). De acordo com o “Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil”, de 2019, o tratamento recomendado para o caso descrito é:
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Q4039820 Medicina
A doença granulomatosa crônica (DGC) é um erro inato da imunidade que cursa com disfunção neutrofílica, predispondo infecções recorrentes por Burkholderia cepacia, Nocardia spp e Aspergillus. Sobre o tratamento da DGC, é correto afirmar que: 
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Q4039819 Medicina
Menino de 8 anos é internado com febre, exantema maculopapular, edema facial e linfadenopatia generalizada que se iniciaram duas semanas após início de fenitoína. Encontra-se em estado geral regular e apresenta hiperemia ocular. Realiza hemograma que evidencia eosinofilia. A hipótese diagnóstica mais provável é: 
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Q4039818 Medicina
Menina de 3 anos é levada à consulta por edema progressivo de joelho direito há cerca de três meses. Os pais referem que a filha acorda pela manhã com dificuldade para caminhar, com melhora ao longo do dia. Negam febre, perda ponderal ou dor noturna. Ao exame físico, observam-se aumento de volume e limitação de movimento do joelho direito. O resultado dos exames laboratoriais apresenta VHS discretamente elevado, PCR normal, fator antinuclear (FAN) positivo e fator reumatoide (FR) negativo. O quadro clínico descrito é mais compatível com:
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Q4039817 Medicina
Menina de 9 anos é internada para investigação de febre diária há cerca de cinco semanas. A febre apresenta picos elevados, ocorrendo predominantemente no final da tarde, com resolução espontânea. Durante os episódios febris, observa-se exantema macular evanescente em tronco e membros. Evoluiu com linfadenomegalia generalizada e hepatoesplenomegalia. O resultado dos exames laboratoriais foi anemia normocítica, leucocitose com neutrofilia, plaquetose, elevação importante de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR), com ausência de blastos no sangue periférico. Hemoculturas seriadas são negativas. Após aproximadamente quatro semanas do início do quadro, a paciente passa a apresentar artrite evidente em joelhos e punhos, associada a rigidez matinal. Diante do quadro descrito, a principal hipótese diagnóstica é:  
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Q4039816 Medicina
Há duas semanas, menino de 7 anos apresenta quadro de púrpura palpável em membros inferiores, artralgia em tornozelos e dor abdominal em cólica. Após atendimento médico, evoluiu com melhora progressiva das manifestações cutâneas e articulares, mantendo-se clinicamente bem. Passadas oito semanas do início do quadro, durante reavaliação ambulatorial, o paciente realiza exame de urina que evidencia hematúria microscópica e proteinúria leve. A pressão arterial encontra-se normal e não há edema. Considerando o quadro clínico apresentado, o diagnóstico mais provável e o seguimento necessário, respectivamente, são:
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Q4039815 Medicina
Menino de 3 anos é levado de volta à emergência com histórico de febre (39ºC) há nove dias, abalamento no pescoço e conjuntivite não purulenta em ambos os olhos. No início do quadro, foi avaliado por pediatra, que prescreveu amoxicilina com clavulanato em dose adequada para peso e idade, porém não houve melhora. Ao atual exame físico, apresenta-se febril, com adenomegalia cervical posterior esquerda medindo 2cm sem sinais flogísticos, hiperemia de conjuntiva sem exsudato, edema de mãos e pés, lábios secos e fissurados. Nesse caso, deve ser instituído tratamento precoce com:
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Q4039813 Medicina
Menino de 7 anos de idade, com diagnóstico recente de linfoma de Burkitt, é internado para início de quimioterapia. Antes do tratamento, apresenta grande massa tumoral. Nas primeiras 24 horas após o início da quimioterapia, evolui com elevação sérica de ácido úrico, fósforo e potássio, associada à piora da função renal. Considerando o quadro clínico descrito, a conduta inicial mais adequada, além da monitorização seriada de eletrólitos e função renal, inclui: 
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Q4039812 Medicina
Menino de 4 anos chega ao pronto atendimento com a mãe, que relata ter sentido “algo duro” na barriga do filho durante o banho nos últimos cinco dias. Ao exame físico, a criança apresenta estado geral regular, hipocorada +/4+, hidratada, massa de consistência endurecida no andar superior do abdômen sem ultrapassar a linha média, PA no percentil 99 para a idade e a estatura. No exame de urina, apresenta hematúria microscópica. O diagnóstico mais provável e o exame a ser solicitado, respectivamente, são:
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Q4039811 Medicina
Menino de 3 anos é trazido pela mãe ao ambulatório com relato de “inchaço dos olhos e da barriga há quatro dias”. Dois dias antes, a mãe procurou o posto de saúde e o diagnóstico foi quadro alérgico. Hoje a mãe observou piora do inchaço. Não sabe informar sobre diurese e nega qualquer outro sinal ou sintoma. Ao exame físico, encontra-se lúcido, eupneico, corado, edema periorbitário bilateral e de membros inferiores 2+/4+, distensão abdominal, aparelho respiratório e cardiovascular sem alterações, frequência cardíaca (FC) = 96bpm e pressão arterial (PA) = 98 x 55mmHg. A principal hipótese diagnóstica e exames laboratoriais a serem solicitados, respectivamente, são:
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Q4039810 Medicina
Menino de 9 anos é trazido pela mãe para consulta, apresentando histórico de edema periorbitário há cinco dias com piora progressiva. No primeiro dia, a mãe o levou à emergência e foi medicado com anti-histamínico, sem melhora. A mãe relata que, há 24 horas, ele apresenta redução do volume urinário e urina escura. Ao exame físico, está hipertenso e com edema palpebral bilateral. O exame de urina revela proteinúria +/4+, hematúria e cilindros hemáticos. A partir do quadro descrito, a hipótese diagnóstica mais provável, exames laboratoriais complementares que corroboram o diagnóstico e o tratamento, respectivamente, são:
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Q4039809 Medicina
Menina de 3 anos foi levada à emergência pelos pais, com diminuição do volume urinário. A mãe relata que, há cerca de dez dias, a filha apresentou febre, vômitos e diarreia com sangue. Ao exame físico, apresenta-se desidratada, hipocorada 3+/4+, edemaciada e irritada. O resultado dos exames laboratoriais foi hemograma com hemácias fragmentadas, hemoglobina (Hb) = 6,0g/dL, hematócrito (Htc) = 18%, leucócitos = 20.000/mm³, plaquetas = 40.000/mm³, ureia = 90mg/dL, creatinina = 2,2mg/dL, elementos anormais do sedimento da urina (EAS) = 15 leucócitos, 20 hemácias por campo e cilindros hemáticos. A criança foi internada, evoluindo, no segundo dia, com febre e crise convulsiva. Novos exames mostraram ureia = 150mg/dL, creatinina = 3,0mg/dL e a excreção fracionada de sódio >1. Encontrava-se hipertensa e com estertoração crepitante em base pulmonar. Diante do quadro descrito, o diagnóstico mais provável e o tratamento, respectivamente, são:  
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Q4039808 Medicina
Lactente de 2 meses, sexo masculino, é admitido em enfermaria de pediatria com quadro de vômitos repetidos e desidratação. Os pais negam febre ou outros sintomas, mas referem que o filho tem vômitos pós-alimentares há cerca de cinco semanas. Imediatamente após o vômito, demonstra sinais de fome. Ao exame físico, apresenta-se moderadamente desidratado, hipoativo e com presença de pequena tumoração à palpação abdominal do epigástrio. Diante desse quadro, a hipótese diagnóstica mais provável, o exame complementar mais adequado e o tratamento, respectivamente, são:
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Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039782 Medicina
No tratamento cirúrgico da hipertensão portal, é correto afirmar que o(s) shunts
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Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039781 Medicina
Mulher de 31 anos foi encaminhada para o ambulatório de cirurgia geral para avaliação de lesão hepática. Foi realizado exame de ultrassonografia (US) abdominal para avaliação ginecológica de rotina que identificou a presença de lesão localizada no segmento V/IVB, levemente hipoecoica em relação ao parênquima hepático normal, com 3,2cm em seu maior eixo e com pequena área hiperecoica central. Prosseguiu a investigação com ressonância magnética (REM) de abdômen superior com contraste que evidenciou, nas sequências ponderadas em T1, lesão hipercaptante de contraste na fase arterial com área de cicatriz central, não captante de contraste, com 3,8cm x 2,9cm no segmento V do fígado, isointensa na fase portal. A conduta adequada nesse caso é a: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039779 Medicina
Em relação aos tumores neuroendócrinos do intestino médio, é correto afirmar que o(a): 
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Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039778 Medicina
Homem de 47 anos, assintomático, sem comorbidades, realizou tomografia computadorizada (TC) de abdômen superior com contraste para avaliação de lesão cística renal. No exame, foi identificado nódulo em adrenal direita, com 3,4cm em seu maior diâmetro, com textura homogênea e bordas bem delimitadas. Foi realizada investigação laboratorial, com pesquisa de metanefrina urinárias, que foi normal, e teste de supressão com dexametasona 1mg, que mostrou dosagem de cortisol de 1,3mcg/dL. A conduta adequada, nesse caso, é: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039777 Medicina
Mulher de 52 anos, sem comorbidades, foi encaminhada para avaliação de nódulo tireoidiano assintomático. Realizou ultrassonografia que identificou nódulo tireoidiano de 3,8cm em lobo direito, classificado como TI-RADS 5 e linfonodo, em compartimento central do pescoço, com 12mm em seu maior diâmetro. Foi realizada punção aspirativa por agulha fina (PAAF) do nódulo tireoidiano que foi classificado como categoria VI do Sistema Bethesda. A conduta cirúrgica adequada para esse caso é: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039776 Medicina
Em relação às técnicas cirúrgicas empregadas para o tratamento cirúrgico da obesidade:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2026 - UERJ - Médico - Cirurgia Geral |
Q4039774 Medicina
O tratamento adequado do hematoma da bainha do reto abdominal é:
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: A
144: B
145: D
146: A
147: C
148: B
149: A
150: B
151: D
152: C
153: A
154: A
155: D
156: D
157: C
158: B
159: C
160: B