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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777336 Matemática
Sejam x, y e i números reais e positivos, então dois aumentos consecutivos, um de xi% e outro de yi%, correspondem a um aumento percentual igual a:
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777335 Contabilidade de Custos
Em uma loja de departamentos, um certo produto tem preço de custo de R$ 2.326,41 a unidade. Qual deve ser o preço anunciado desse produto se, com um desconto de 10% sobre o preço anunciado, deseja-se obter um lucro de 60% sobre o preço de custo unitário?
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777334 Estatística

Um algoritmo está sendo desenvolvido para modelagem de séries temporais e encontra-se em fase de testes. Nessa etapa, o algoritmo funciona para séries com média 75 e variância 180.


Uma dada série selecionada para o teste não atende às especificações mencionadas, pois possui média 84 e variância 245.


Para alterar linearmente a referida série, tornando apta a testar o algoritmo, é necessário que cada observação seja

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777333 Matemática
Em uma empresa, o salário de cinco funcionários é de R$ 10.000,00, sete funcionários recebem R$ 8.000,00, e, dos demais funcionários, metade recebe R$ 6.000,00, dois sétimos recebem R$ 7.000,00 e três quatorze avos recebem R$ 4.000,00, o que faz com que a média aritmética simples dos salários dos funcionários dessa empresa seja igual a R$ 6.750,00.
A quantidade de funcionários dessa empresa é igual a
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777332 Raciocínio Lógico

Um setor de finanças tem um lote com 40 impostos de renda com problemas que são do tipo: valores incorretos, rendimentos omitidos ou informações cadastrais ausentes. Nesse lote de impostos de renda, 28 têm valores incorretos, 17 têm rendimentos omitidos, 13 têm informações cadastrais ausentes, 6 têm valores incorretos e rendimentos omitidos, 7 têm rendimentos omitidos e informações cadastrais ausentes, e 10 têm valores incorretos e informações cadastrais ausentes.


O número de impostos de renda, desse lote, com pelo menos dois tipos de problemas é igual a

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777331 Raciocínio Lógico

Considere a seguinte afirmação:


Todas as empresas têm filiais ou no Brasil ou no exterior.


Assinale a alternativa que contém uma negação lógica para a afirmação apresentada.

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777330 Raciocínio Lógico

 A sequência: 0, 1, 3, 8, 8, 27, 15, 64, 24, 125, ..., é formada com um padrão lógico aritmético, e que, desde o início, cada par de termos sucessivos é gerado a partir de um mesmo valor.


Sendo assim, a diferença entre o 20o e o 19o termo é igual a

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777329 Português

Na conversa de anteontem com Rita esqueceu-me dizer a parte relativa a minha mulher, que lá está enterrada em Viena. Pela segunda vez falou-me em transportá-la para o nosso jazigo. Novamente lhe disse que estimaria muito estar perto dela, mas que, em minha opinião, os mortos ficam bem onde caem; redarguiu-me que estão muito melhor com os seus.


– Quando eu morrer, irei para onde ela estiver, no outro mundo, e ela virá ao meu encontro – disse eu.


Sorriu, e citou o exemplo da viúva Noronha, que fez transportar o marido de Lisboa, onde faleceu, para o Rio de Janeiro, onde ela conta acabar. Não disse mais sobre este assunto, mas provavelmente tornará a ele, até alcançar o que lhe parece. Já meu cunhado dizia que era seu costume dela, quando queria alguma cousa.


Outra cousa que não escrevi foi a alusão que ela fez à gente Aguiar, um casal que conheci a última vez que vim, com licença, ao Rio de Janeiro, e agora encontrei. São amigos dela e da viúva, e celebram daqui a dez ou quinze dias as suas bodas de prata. Já os visitei duas vezes e o marido, a mim. Rita falou-me deles com simpatia e aconselhou-me a ir cumprimentá-los por ocasião das festas aniversárias.



(Machado de Assis. Memorial de Aires. https://machadodeassis.net/texto/memorial-de-aires)

A colocação pronominal está de acordo com a norma- -padrão em: 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777328 Português

Na conversa de anteontem com Rita esqueceu-me dizer a parte relativa a minha mulher, que lá está enterrada em Viena. Pela segunda vez falou-me em transportá-la para o nosso jazigo. Novamente lhe disse que estimaria muito estar perto dela, mas que, em minha opinião, os mortos ficam bem onde caem; redarguiu-me que estão muito melhor com os seus.


– Quando eu morrer, irei para onde ela estiver, no outro mundo, e ela virá ao meu encontro – disse eu.


Sorriu, e citou o exemplo da viúva Noronha, que fez transportar o marido de Lisboa, onde faleceu, para o Rio de Janeiro, onde ela conta acabar. Não disse mais sobre este assunto, mas provavelmente tornará a ele, até alcançar o que lhe parece. Já meu cunhado dizia que era seu costume dela, quando queria alguma cousa.


Outra cousa que não escrevi foi a alusão que ela fez à gente Aguiar, um casal que conheci a última vez que vim, com licença, ao Rio de Janeiro, e agora encontrei. São amigos dela e da viúva, e celebram daqui a dez ou quinze dias as suas bodas de prata. Já os visitei duas vezes e o marido, a mim. Rita falou-me deles com simpatia e aconselhou-me a ir cumprimentá-los por ocasião das festas aniversárias.



(Machado de Assis. Memorial de Aires. https://machadodeassis.net/texto/memorial-de-aires)

Considere as passagens:


•  Na conversa de anteontem com Rita esqueceu-me dizer a parte relativa a minha mulher… (1o parágrafo)


•  ... os mortos ficam bem onde caem… (1o parágrafo)


•  Outra cousa que não escrevi foi a alusão que ela fez à gente Aguiar, um casal que conheci a última vez que vim… (4o parágrafo)



De acordo com a norma-padrão de regência, as passagens destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777327 Português

Na conversa de anteontem com Rita esqueceu-me dizer a parte relativa a minha mulher, que lá está enterrada em Viena. Pela segunda vez falou-me em transportá-la para o nosso jazigo. Novamente lhe disse que estimaria muito estar perto dela, mas que, em minha opinião, os mortos ficam bem onde caem; redarguiu-me que estão muito melhor com os seus.


– Quando eu morrer, irei para onde ela estiver, no outro mundo, e ela virá ao meu encontro – disse eu.


Sorriu, e citou o exemplo da viúva Noronha, que fez transportar o marido de Lisboa, onde faleceu, para o Rio de Janeiro, onde ela conta acabar. Não disse mais sobre este assunto, mas provavelmente tornará a ele, até alcançar o que lhe parece. Já meu cunhado dizia que era seu costume dela, quando queria alguma cousa.


Outra cousa que não escrevi foi a alusão que ela fez à gente Aguiar, um casal que conheci a última vez que vim, com licença, ao Rio de Janeiro, e agora encontrei. São amigos dela e da viúva, e celebram daqui a dez ou quinze dias as suas bodas de prata. Já os visitei duas vezes e o marido, a mim. Rita falou-me deles com simpatia e aconselhou-me a ir cumprimentá-los por ocasião das festas aniversárias.



(Machado de Assis. Memorial de Aires. https://machadodeassis.net/texto/memorial-de-aires)

Considere a passagem do 3º parágrafo:


“Não disse mais sobre este assunto, mas provavelmente tornará a ele, até alcançar o que lhe parece. Já meu cunhado dizia que era seu costume dela, quando queria alguma cousa.”


Tendo por base a coesão, a coerência e a regência nominal, uma frase que traduz corretamente o ponto de vista expresso no texto é:

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777326 Português

Na conversa de anteontem com Rita esqueceu-me dizer a parte relativa a minha mulher, que lá está enterrada em Viena. Pela segunda vez falou-me em transportá-la para o nosso jazigo. Novamente lhe disse que estimaria muito estar perto dela, mas que, em minha opinião, os mortos ficam bem onde caem; redarguiu-me que estão muito melhor com os seus.


– Quando eu morrer, irei para onde ela estiver, no outro mundo, e ela virá ao meu encontro – disse eu.


Sorriu, e citou o exemplo da viúva Noronha, que fez transportar o marido de Lisboa, onde faleceu, para o Rio de Janeiro, onde ela conta acabar. Não disse mais sobre este assunto, mas provavelmente tornará a ele, até alcançar o que lhe parece. Já meu cunhado dizia que era seu costume dela, quando queria alguma cousa.


Outra cousa que não escrevi foi a alusão que ela fez à gente Aguiar, um casal que conheci a última vez que vim, com licença, ao Rio de Janeiro, e agora encontrei. São amigos dela e da viúva, e celebram daqui a dez ou quinze dias as suas bodas de prata. Já os visitei duas vezes e o marido, a mim. Rita falou-me deles com simpatia e aconselhou-me a ir cumprimentá-los por ocasião das festas aniversárias.



(Machado de Assis. Memorial de Aires. https://machadodeassis.net/texto/memorial-de-aires)

Em relação ao local onde as pessoas devem ficar depois de mortas, é correto afirmar que o narrador e Rita 
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777325 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)

Considere as frases:


•  A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar recorrendo ___________  provocações ambíguas.


•  A Otan precisa provar que não se curvará ______________ criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento.


•  O episódio serve de alerta _______________ líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza.


•  Reagir com firmeza já não é escalar, é opor-se _____________ agressões.



De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:

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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777324 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o sentido do termo destacado remete à ideia de “flagrante”.
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777323 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão e sem prejuízo ao sentido original da conjunção e do advérbio, o trecho destacado em “Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas.” (2º parágrafo) admite a reescrita:
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777322 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)
No 3º parágrafo do texto, o sinal de dois-pontos é empregado três vezes para introduzir
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Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777321 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)

Considere a passagem do 4o parágrafo do texto:


“O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam...” 


Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777320 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777319 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)
Considere as passagens:
•  A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas...” (1º  parágrafo)
•  Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. (2º  parágrafo)

As informações destacadas significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2025 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q3777318 Português
Choque de realidade na Polônia

A madrugada de 10 de setembro passado foi um divisor de águas: 19 drones russos penetraram o espaço aéreo da Polônia, membro da Otan, obrigando caças poloneses e holandeses a abatê-los. Foi a primeira vez desde 1949 que aeronaves da aliança confrontaram armamentos russos em território aliado. O premiê polonês, Donald Tusk, alertou: “Foi o momento mais próximo de um conflito aberto desde a 2a Guerra Mundial”. O gesto deixou claro o que está em jogo: a credibilidade da defesa coletiva no coração da ordem euro-atlântica.


Moscou acusou Varsóvia de disseminar “mitos”. Mas a escala, a origem e o momento – às vésperas do exercício Zapad, na Bielorrússia, que tradicionalmente ensaia cenários de guerra contra a Otan – não deixam dúvidas: foi uma operação de sondagem. Vladimir Putin buscou testar tempo de resposta, interoperabilidade e nervos políticos da aliança, a fim de expor velhas fissuras e, sobretudo, abrir novas. A estratégia é antiga, mas eficaz: avançar por meio de provocações ambíguas, negar responsabilidade e colher inteligência e dividendos psicológicos.



A resposta não pode ser tímida nem só verbal. É preciso combinar três dimensões. Primeiro, defesa ativa: interceptar sistematicamente qualquer incursão, reforçar o policiamento aéreo e deslocar barreiras antiaéreas para o leste. Segundo, apoio ampliado à Ucrânia: negar à Rússia os “santuários” de onde partem ataques implica fornecer a Kiev arsenais de longo alcance, inteligência e meios industriais para atingir fábricas de drones e mísseis no território russo. Terceiro, clareza estratégica: a Otan precisa provar que não tolerará a criação de uma nova “zona cinzenta” em seu firmamento, riscando linhas vermelhas – ao invés de diluí-las.


A investida na Polônia foi o ensaio de um desafio maior à segurança europeia e ao sistema internacional. O episódio serve de alerta a líderes europeus que continuam a tratar suas obrigações de defesa com tibieza, ao contrário da Polônia, que leva a ameaça russa a sério. A diretora de Relações Exteriores da União Europeia enunciou a verdade da qual muitos se esquivam: “A guerra da Rússia está escalando, não acabando”.


A lição é tão antiga quanto a guerra: fraqueza é um convite à agressão. Reagir com firmeza já não é escalar, é dissuadir. Armar a Ucrânia e fortalecer a integridade da Otan são a única forma de evitar que a Rússia transforme provocações em rotina, e rotinas, em guerra aberta. O teste foi feito. A hora da verdade chegou.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 12.09.2025. Adaptado)
Em relação às manobras da Rússia no espaço aéreo polonês, o editorial posiciona-se de forma
Alternativas
Q3775871 Pedagogia
No que concerne ao contexto atual da educação brasileira, assinale a opção correta.  
Alternativas
Respostas
2441: C
2442: D
2443: B
2444: A
2445: A
2446: C
2447: E
2448: A
2449: D
2450: B
2451: C
2452: D
2453: A
2454: E
2455: D
2456: B
2457: D
2458: A
2459: B
2460: C