Questões de Concurso Sobre avaliação educacional em pedagogia

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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158881 Pedagogia
Com o objetivo de aprimorar a competência de leitura e escrita criativa de estudantes da 2ª série do Ensino Médio, uma professora de Literatura propõe uma sequência de ensino para os alunos com os seguintes passos: 1) uma apresentação inicial na qual a docente mostra aos alunos trechos de filmes de sucesso que foram produzidos a partir de releituras de obras canônicas; 2) uma introdução sobre o conto A cartomante, de Machado de Assis; e 3) leitura do texto integral desse conto.

Para concluir a atividade e estimular a competência de leitura e escrita criativa, a opção mais apropriada seria solicitar aos estudantes que
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português e Inglês |
Q4158871 Pedagogia
Um docente do Ensino Médio escolheu elaborar uma sequência didática de ensino de Literatura a fim de promover um debate com os alunos em relação aos povos originários retratados em diferentes momentos da literatura brasileira. Elegeu, para o conjunto de aulas, as obras I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias, O Guarani, de José de Alencar, Macunaíma, de Mário de Andrade e O Quarup, de Antonio Callado. Ao longo dos encontros, o docente sistematizou as aulas apresentando os pontos em comum das obras e como os textos ajudaram a criar um imaginário sobre os povos indígenas brasileiros. Antes de concluir a sequência, o professor propôs como atividade de interpretação uma prova escrita que continha as seguintes questões: 1) qual o nome do personagem principal de cada um dos livros trabalhados?; 2) qual a classificação de cada um dos narradores das obras?; 3) quem foi o antagonista de cada uma das obras?; 4) o tempo das obras é psicológico ou cronológico?

Partindo do pressuposto de que a atividade de avaliação está inadequada, de acordo com as concepções mais atuais de ensino de Literatura, o professor poderia ter estimulado uma avaliação mais coerente propondo aos alunos que
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Q4157765 Pedagogia
As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação, garantindo:

I - a observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano;
II - utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.);
III - a continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela criança (transição casa/instituição de Educação Infantil, transições no interior da instituição, transição creche/pré-escola e transição pré-escola/Ensino Fundamental);
IV - documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança na Educação Infantil;
V - a não retenção das crianças na Educação Infantil.

São corretas as afirmativas:
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Q4156167 Pedagogia
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Competências e habilidades de leitura

    Ler envolve diversos procedimentos e capacidades (perceptuais, motoras, cognitivas, afetivas, sociais, discursivas, linguísticas), todas dependentes da situação e das finalidades de leitura. [...]
    O conhecimento sobre o conjunto de capacidades de todas as ordens que são requeridas nas diversas práticas de leitura vem crescendo acentuadamente com o desenvolvimento das pesquisas e teorias sobre leitura que tiveram lugar da segunda metade do século passado até hoje. Acumulou-se, nos últimos cinquenta anos, muita informação a respeito. E essas informações dependem dos focos dessas pesquisas e teorias.
    Podemos dizer que, no início da segunda metade do século XX, ler era visto – de maneira simplista – apenas como um processo perceptual e associativo de decodificação de grafemas (escrita) em fonemas (fala), para se acessar o significado do texto. Nesta perspectiva, aprender a ler encontrava-se altamente equacionado à alfabetização. [..]
   Uma vez construídas essas associações, uma vez alfabetizado, o indivíduo poderia chegar da letra à sílaba e à palavra, e delas, à frase, ao período, ao parágrafo e ao texto, acessando assim, linear e sucessivamente, seus significados. É o que se denominou na escola fluência de leitura. Nessa teoria, as capacidades focadas eram as de decodificação do texto, portal importante para o acesso à leitura, mas que absolutamente não esgotam as capacidades envolvidas no ato de ler. [...]
    No desenvolvimento das pesquisas e estudos sobre o ato de ler, ao longo desses cinquenta anos, muitas outras capacidades nele envolvidas foram sendo apontadas e desveladas: capacidades de ativação, reconhecimento e resgate de conhecimento armazenado na memória, capacidades lógicas de interação social etc. A leitura passa, primeiro, a ser enfocada não apenas como um ato de decodificação, de transposição de um código (escrito) a outro (oral), mas como um ato de cognição, de compreensão, que envolve conhecimento de mundo, conhecimento de práticas sociais e conhecimentos linguísticos, muito além dos fonemas e grafemas.
    Num primeiro momento, tratou-se da compreensão do texto, do que nele estava posto, ou pressuposto. Nessa abordagem, cujo foco estava no texto e no leitor, na extração de informações do texto, descobriram-se muitas capacidades mentais de leitura, que foram denominadas estratégias (cognitivas, metacognitivas) do leitor.
     Posteriormente, passou-se a ver o ato de ler como uma interação entre o leitor e o autor. O texto deixava pistas da intenção e dos significados do autor e era um mediador desta parceria interacional. Para captar estas intenções e sentidos, conhecimentos sobre práticas e regras sociais eram requeridos.
    Mais recentemente, a partir dos anos 1990, a leitura tem sido vista como um ato de se colocar em relação um discurso (texto) com outros discursos anteriores a ele, emaranhados nele e posteriores a ele, como possibilidades infinitas de réplica, gerando novos discursos/textos.
    Nenhuma dessas teorias invalida os resultados anteriores. O que acontece é que fomos conhecendo cada vez mais a respeito dos procedimentos e capacidades envolvidos no ato de ler. No entanto, a leitura escolar parece ter parado no início da segunda metade do século passado.
    Se perguntarmos a nossos alunos o que é ler na escola, eles possivelmente responderão que é ler em voz alta, sozinho ou em jogral (para avaliação de fluência entendida como compreensão) e, em seguida, responder um questionário onde se deve localizar e copiar informações do texto (para avaliação e compreensão). Ou seja, somente poucas e as mais básicas das capacidades leitoras têm sido ensinadas, avaliadas e cobradas pela escola. Todas as outras são quase ignoradas. Isso é o que mostram os resultados de leitura de nossos alunos em diversos exames, como o ENEM, SAEB e PISA, tidos como altamente insuficientes para a leitura cidadã numa sociedade urbana e globalizada, altamente letrada, como a atual.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 75-79. (Adaptado).


Texto 2 





Texto 3 

O Texto 3 consiste de uma atividade de interpretação para o 5º ano do Ensino Fundamental. Uma análise global das questões apresentadas no Texto 3 revela que o elaborador da atividade preocupa-se com a 
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Q4155964 Pedagogia
The product of a students’ learning may be measured at a particular time in order to point out what learners can achieve or how much they know at a given stage. Alternatively, it's possible to identify students’ skills focusing on the learning process. These two types of assessment are called, respectively: 
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Q4155795 Pedagogia

Observe o infográfico a seguir para responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


Os tipos de avaliação de aprendizagem apresentados no infográfico mostram que 

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Q4155791 Pedagogia
Uma professora de língua inglesa do ensino fundamental, segunda fase, quando segue as orientações sobre avaliação constantes nos PCNs – Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental - língua estrangeira, seguindo a visão de avaliação presente no documento, deve
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Q4154737 Pedagogia
Numa perspectiva progressista, a escola, o ensino, os conteúdos, a metodologia, a aprendizagem e a avaliação formam um conjunto de elementos que devem coexistir num modelo educacional. Para área de educação física e demais conhecimentos que envolvem linguagem, sentidos e subjetividades, a tarefa torna-se difícil e complexa. Diante disso, o Coletivo de Autores (1992) defende que a avaliação é 
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Q4153893 Pedagogia
Quais são os dois componentes utilizados para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)?
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Q4153190 Pedagogia
Pensando no acompanhamento e avaliação da aprendizagem, podemos dizer que a avaliação formativa se caracteriza por: 
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Q4153036 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem pautada como diagnóstica apresenta como característica fundamental:
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Q4153035 Pedagogia
No Planejamento de Ensino numa abordagem crítica, os objetivos de aprendizagem devem ser orientados e: 
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Q4153033 Pedagogia
No âmbito da gestão educacional, a avaliação institucional possui como principal finalidade:
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Q4152860 Pedagogia
O que ficou de mais importante durante a experiência é ter aprendido que a escrita é um processo. É preciso preparar-se para ela e ter a consciência de que ela não termina na primeira tentativa. É muito difícil convencer o estudante (adolescente) da importância dessas etapas, principalmente na sociedade imediatista em que vivemos. No entanto, com paciência e planejamento didático, é possível fazer com que o próprio aluno vá percebendo sua evolução na escrita. Também aprendi que nunca haverá as condições ideais de produção, mas é preciso resistir e persistir até alcançar o objetivo, respeitando o tempo e as características pessoais de cada aprendiz.
MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa. Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).

O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como ambientação, observação e regência de aulas.

A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se afirmar que
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Q4152840 Pedagogia
Uma das vantagens dos novos dispositivos eletrônicos, tais como smartphones, que também são utilizados para leitura, é a possibilidade de realização de diversas tarefas simultâneas por meio de muitos aplicativos. No entanto, esses aparelhos também podem acentuar a dispersão em algumas pessoas, dificultando a concentração durante a leitura e, consequentemente, afetando a compreensão do que foi lido.

Considerando esse contexto, um professor de Língua Portuguesa, interessado em entender um pouco mais sobre o processamento da leitura em suportes digitais dos seus alunos de 7º ano do Ensino Fundamental, enviou um arquivo de texto para o e-mail da turma e pediu que fosse lido diretamente no smartphone. Enquanto os alunos liam silenciosamente, o professor observou se eles estavam conseguindo focar apenas na leitura do texto ou se também estavam usando outros aplicativos no celular durante a tarefa. Após o tempo estipulado para a leitura, o docente fez uma roda de conversa para debater oralmente o texto e verificar quais informações haviam sido, de fato, retidas pelos estudantes a partir do que fora lido.

Com base nas informações apresentadas, por meio dessa atividade, o professor pretende avaliar
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Q4152835 Pedagogia
Para uma oficina de leitura, que será realizada com 36 discentes de uma turma da 1ª série do Ensino Médio de uma escola pública, a professora de Literatura organizou seu trabalho em quatro etapas:

Motivação/introdução: exposição oral acerca do universo da leitura, bem como apresentação das crônicas a serem utilizadas no círculo de leitura. Desse modo, cada estudante poderá, com base em experiências pessoais, fazer sua escolha e, assim, formar os grupos motivados pelo mesmo repertório de leitura. As crônicas apresentadas aos alunos serão as seguintes: Eu sei, mas não devia, de Marina Colassanti; Notícia de jornal, de Fernando Sabino; O assalto, de Carlos Drummond de Andrade; País rico, de Lima Barreto; e Brincadeira, de Luís Fernando Veríssimo.
Leitura/interpretação: cada estudante, após escolha do texto e formação dos grupos na semana anterior, deverá levar a crônica impressa para casa, com o intuito de aprofundar sua leitura acerca do tema e contribuir com o seu respectivo grupo para o debate final. Além disso, serão apresentadas aos discentes fichas de resumos, nas quais poderão ser descritos os momentos vivenciados por eles no ato da leitura.
Debate: o grupo poderá expor suas impressões acerca da crônica lida, fazer articulações com outras obras, outros temas e outros autores, bem como fazer um paralelo com seu cotidiano.
Avaliação: será criado um mural da história, no qual os discentes deverão compartilhar suas percepções de leitura e responder a um questionário de autoavaliação para aguçar seu senso crítico acerca da sua participação no círculo proposto.

Considerando-se o trabalho que será realizado por essa professora, é possível afirmar que as atividades
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152281 Pedagogia
Após recorrer à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para encontrar novas formas de avaliar a leitura literária, uma professora de uma turma do Ensino Fundamental encontrou o seguinte excerto: “a formação desse leitor-fruidor exige o desenvolvimento de habilidades (...) que garantam a análise dos recursos linguísticos e semióticos necessária à elaboração da experiência estética pretendida”. A partir disso, a professora optou pela autoavaliação, para promover a autonomia dos estudantes e a formação do leitor.

Uma atividade condizente com o objetivo de aprendizagem estipulado pela professora é solicitar que os estudantes
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Português |
Q4152274 Pedagogia
Suponha que a personagem da tirinha a seguir seja uma estudante do 4º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública brasileira.

Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://web.facebook.com/tirinhasinteligentess/posts/. Acesso em: 3 jun. 2024.

Considerando o contexto escolar dessa estudante, assinale a opção correta, a respeito do texto produzido por ela.
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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Inglês |
Q4151687 Pedagogia

When planning a reading test for her 9th grade class, a teacher inserted sentences in the text that did not initially belong there, but discussed the same topic. She then asked students to locate these sentences.



In this case, what reading strategy is this test assessing?

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Ano: 2024 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2024 - INEP - Letras - Inglês |
Q4151669 Pedagogia
TEXT 1
The new High School English teacher has heard her colleagues use the following adjectives to characterize her students: noisy, challenging and disinterested. However, she knows that adolescence is a developmental stage influenced by biological, cognitive and affective factors and that necessary pedagogical adjustments are needed to meet the unique demands of this time. In any case, this reality poses a challenge for her, as she has the task of developing reading and writing skills in English. To meet these requirements, the teacher wishes to seek alternative assessment methods that encourage students to read and produce collaborative, critically reflective texts from which they can construct ideas and develop their argumentative and creative skills. She recognizes that her role should be that of a facilitator in the writing process.

TEXT 2
Due to the qualitative leap in intelligence during the adolescent stage of development, a more mechanical and traditional approach to teaching, learning and assessment that focuses solely on performance by the teacher and learning by the student, without encouraging genuine interaction between them, is more likely to lead to fatigue, discouragement and lack of engagement with the new language being learned. It also becomes clear that teaching based on an exclusionary methodology, ignoring the feelings and needs of these students and increasing their distance from the teacher, does not reach the world of adolescents. However, if they are guided by a meaningful approach to learning, encouraged to actively participate in the classroom and in decision-making processes, and feel that their thoughts and opinions are valued, the process of language learning, teaching and assessment can take a different direction that makes sense to them.
ROCHA, C. H.; BASSO, E. A. Ensinar e aprender língua estrangeira nas diferentes idades – reflexões para professores e formadores. São Carlos: Editora Claraluz, 2008 (adapted).

Based on the information presented, an assessment strategy that is consistent with the teacher’s aims and the characteristics of the developmental stage in question involves
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Respostas
381: D
382: A
383: D
384: C
385: D
386: A
387: C
388: X
389: A
390: C
391: C
392: C
393: C
394: A
395: D
396: B
397: D
398: D
399: C
400: C