Após recorrer à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para encontrar novas formas de avaliar a leitura
literária, uma professora de uma turma do Ensino Fundamental encontrou o seguinte excerto: “a formação
desse leitor-fruidor exige o desenvolvimento de habilidades (...) que garantam a análise dos recursos
linguísticos e semióticos necessária à elaboração da experiência estética pretendida”. A partir disso, a
professora optou pela autoavaliação, para promover a autonomia dos estudantes e a formação do leitor.
Uma atividade condizente com o objetivo de aprendizagem estipulado pela professora é solicitar que
os estudantes