Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Q3820572 Medicina
Homem, 70 anos, tabagista 30 maços/ano, DPOC GOLD D. Apresenta-se à emergência com quadro de dispneia intensa, uso de musculatura acessória e cianose. Sinais vitais: frequência respiratória em 34 ipm, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial 138 x 86 mmHg e saturação de oxigênio de 77% em ar ambiente. Realizada gasometria venosa com paciente com oferta de oxigênio via cateter nasal a 2 L/min: pH 7,27; PaCO2 68; PaO2 59; HCO- 30. Dosagem de eletrólitos: K? 4,2; Mg2+ 1,5; Na 135. Radiografia de tórax com hiperinsuflação pulmonar, sem áreas de opacidades, consolidações ou atelectasias, seios costofrênicos livres e área cardíaca normal. Qual a conduta inicial mais adequada?
Alternativas
Q3820479 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Mesmo após tratamento otimizado, o paciente evolui com rebaixamento do nível de consciência e bradipneia, necessitando intubação orotraqueal (IOT). Após IOT e ventilação mecânica, as pressões de pico estão elevadas (> 50 cmH2O), e o capnograma mostra hipercapnia persistente (PaCO2: 70 mmHg), com auto-PEEP visível. O ventilador está em volume controlado, VC: 6 mL/kg; FR: 20 irpm; PEEP: 8 cmH2O; FiO2: 60%.

Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
Alternativas
Q3820478 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Qual deve ser a conduta imediata e prioritária nesse momento?
Alternativas
Q3820476 Medicina
Segundo as diretrizes da Global Initiative for Asthma (GINA), qual achado clínico indica intubação orotraqueal imediata na crise asmática?
Alternativas
Q3820471 Medicina
Paciente de 67 anos de idade, portadora de DPOC e diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta de revisão após alta hospitalar por pneumonia adquirida na comunidade. Encontra-se clinicamente estável, em seguimento ambulatorial, e relata calendário vacinal incompleto.

Considerando seu perfil clínico e o risco de complicações respiratórias e infecciosas, qual deve ser a prioridade em relação à vacinação para proteção contra desfechos graves segundo o calendário vacinal do adulto?
Alternativas
Q3820464 Medicina
Em pacientes com SDRA moderada a grave em ventilação mecânica invasiva, qual estratégia ventilatória está mais associada à redução de mortalidade segundo as diretrizes?
Alternativas
Q3820409 Medicina
Homem de 35 anos, asmático desde a infância, vem em uso de budesonida-formoterol (Symbicort® Turbuhaler) 12/400 mcg, 2 jatos, 2 vezes por dia, com técnica inalatória adequada.
Atualmente, está assintomático, não apresentou crises nem exacerbação nos últimos 6 meses, e não tem limitação para realizar atividades físicas. Vem para a consulta ambulatorial querendo orientações sobre a manutenção da medicação e traz consigo exames que foram solicitados para esse retorno:

•  Espirometria: VEF1  = 98% do previsto, pós-bronco-dilatador sem resposta significativa; •  FeNO: 12 ppb; •  Eosinófilos séricos: 80 céls/µL; •  IgE total: dentro da normalidade.

Qual alternativa indica a classificação e a conduta corretas com relação ao tratamento da asma para esse paciente?
Alternativas
Q3820388 Medicina
Paciente de 65 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica, usuário de oxigênio domiciliar contínuo, terapia medicamentosa otimizada, vem ao pronto atendimento por febre, piora da tosse e do aspecto de sua secreção e piora da dispneia. Foi realizado raio X de tórax, que revelou pneumonia. O paciente encontra-se em franco desconforto respiratório, com uso de musculatura acessória; saturação de oxigênio de 76%. O prontuário do paciente traz a diretriz antecipada de não intubação e não ressuscitação cardiopulmonar; o paciente e os familiares reiteram esse desejo.

Qual é a conduta indicada diante desse cenário?
Alternativas
Q3820380 Medicina
Homem de 58 anos vai a uma consulta de retorno no ambulatório de clínica médica. Relata ser portador de bronquiectasias difusas, com diagnóstico após episódios de pneumonia de repetição na adolescência. Apresentou três episódios de exacerbação dos sintomas respiratórios no último ano. Ao exame clínico, apresenta: FC: 84 bpm; FR: 18 irpm; PA: 126  x  78 mmHg; T: 36,6  ºC. À ausculta pulmonar, identificam-se roncos difusos e estertores em bases. A espirometria mostra VEF1 68% do predito (VR: >  80%). Relata limitação importante nas atividades diárias devido à tosse produtiva crônica e à recorrência de infecções.
Considerando as estratégias terapêuticas a seguir, qual tem a melhor expectativa de benefício?
Alternativas
Q3820375 Medicina
Considerando um paciente com insuficiência respiratória aguda, o diagnóstico diferencial pode incluir os seguintes itens:
Alternativas
Q3820371 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 68 anos, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica, atualmente em uso de formoterol-budesonida 12-400 mcg (uma inalação oral duas vezes ao dia) e tiotrópio 2,5 mcg (duas inalações orais uma vez ao dia), passa em consulta ambulatorial de reavaliação terapêutica. Já teve três exacerbações com necessidade de corticoterapia no último ano, sendo que, na última, foi admitido no hospital e permaneceu internado por cinco dias, sem necessidade de ventilação mecânica ou UTI. É ex-tabagista, segue abstêmio, é aderente a medicação, com técnica adequada de uso. Na avaliação clínica, não foram encontradas outras comorbidades a serem otimizadas.
As próximas alternativas terapêuticas adequadas a esse paciente, considerando particularidades de apresentação, são as seguintes, exceto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820192 Medicina
Um imigrante moçambicano de 35 anos, vivendo no Brasil há oito meses, divide um quarto com outros dez trabalhadores em moradia coletiva. Relata boa saúde, sem tosse, febre ou perda de peso. Foi identificado como contato domiciliar de caso bacilífero de tuberculose pulmonar confirmado na mesma residência. Realizou prova tuberculínica (PPD), com resultado de 5 mm, e radiografia de tórax normal. Não é HIV positivo e não tem comorbidades conhecidas.
Qual é a conduta mais adequada nesse caso?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820155 Medicina
Lactente de 12 meses com quatro episódios de sibilância desde os 8 meses, um deles com necessidade de hospitalização. Todos os episódios ocorreram após quadros respiratórios virais. Entre crises, permanece com sintomas respiratórios leves. Ao exame: eutrófico, eupneico, ausculta com roncos de transmissão, lesões eczematosas em fossas cubitais e poplíteas.
Com base no GINA 2025 para menores de 5 anos, qual a conduta terapêutica correta?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820125 Medicina
Uma paciente de 67 anos, do sexo feminino, está internada em leito de enfermaria para tratamento de infecção urinária complicada. Ao 5o dia de internação, inicia novo quadro febril (T: 38,2 ºC), associado a taquipneia (FR: 24 ipm) e taquicardia (FC: 110 bpm), normotensa (PA: 136 x 79 mmHg) e bem perfundida, além de ausculta com estertores crepitantes em base esquerda do tórax. Submetida a tomografia computadorizada, com achado compatível com processo infeccioso broncopneumônico multifocal. Foi escalonada antibioticoterapia de ceftriaxone para cefepime e vancomicina.

Quanto ao restante da investigação complementar, pode-se afirmar, exceto:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: VUNESP Órgão: HIAE Prova: VUNESP - 2025 - HIAE - Acesso Direto |
Q3820123 Medicina
Paciente do sexo masculino de 19 anos de idade procura atendimento por queixa de crises de tosse, sibilos e falta de ar que tem acontecido de maneira quase diária. Tem antecedente pessoal apenas de asma e, apesar de fazer uso adequado de dispositivo inalatório de salbutamol – única medicação de que faz uso –, não tem tido controle de sintomas, o que já motivou duas idas à unidade de pronto atendimento nos últimos 6 meses, com uso de corticoterapia oral. Nunca foi intubado ou internado por crise. Ao exame, encontra-se bem, exceto pela ausculta pulmonar com sibilos difusos, sem desconforto respiratório em repouso e sem fala entrecortada, sem tiragens. Sinais vitais: pressão arterial: 128 x 67 mmHg, frequência cardíaca: 87 bpm, frequência respiratória: 17 ipm, saturação de oxigênio: 98%.

Qual a melhor estratégia terapêutica nesse momento?
Alternativas
Q3820020 Medicina
Homem de 68 anos apresenta-se para uma consulta de seguimento de rotina na UBS/Estratégia de Saúde da Família. Ele tem Doença Pulmonar Ostrutiva Crônica (DPOC) diagnosticado, há oito anos, e tabagismo de 35 maços-ano, tendo cessado o consumo de tabaco há cinco anos. Atualmente, a terapêutica consiste de tiotrópio e salmeterol (LAMA + LABA), ao qual demonstra boa adesão. Apesar da terapêutica correta, o paciente relata dispneia persistente que impacta significativamente a sua qualidade de vida. A pontuação na escala de dispneia do Modified Medical Research Council (mMRC) é de 3. Essa limitação afeta a sua capacidade de realizar tarefas domésticas e atividades de lazer. No último ano, ele teve uma exacerbação moderada, que foi gerida em ambulatório com um ciclo de corticosteroide e antibioterapia orais. Os resultados laboratoriais recentes são notáveis por contagem sérica de eosinófilos de 96 células/mm3 . O paciente reside numa região caracterizada por invernos frios e verões quentes e úmidos, com alertas esporádicos sobre a qualidade do ar devido a incêndios florestais em áreas vizinhas.

A partir do quadro clínico apresentado, é correto afirmar que a conduta de escolha é
Alternativas
Q3819960 Medicina
Um homem de 68 anos, portador de insuficiência cardíaca congestiva, encontra-se no primeiro dia de internação devido à queixa de dispneia progressiva, iniciada há alguns dias. Ao exame, apresentou macicez a punho- -percussão da base pulmonar direita, bem como murmúrio vesicular abolido. Radiografia de tórax evidencia velamento do seio costofrênico direito. Foi solicitada avaliação da cirurgia torácica que realizou toracocentese diagnóstico. No procedimento, houve saída de 600 mL de líquido claro. A relação proteína pleural/proteína sérica é de 0,2, e a relação DHL pleural/DHL sérica é de 0,4. A análise citológica negou malignidade. Houve melhora dos sintomas, mas a radiografia de controle mostrou falha na re-expansão pulmonar.

Considerando os achados e o caso clínico descrito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819943 Medicina
Homem de 75 anos com histórico de hipertensão e etilismo crônico encontra-se internado na enfermaria da cirurgia geral para tratamento de uma infecção de partes moles (erisipela). No segundo dia de internação, foi submetido à passagem de sonda nasoenteral devido à recusa alimentar. No 6o dia de internação, iniciou quadro de febre (38,9 ºC), taquipneia e alteração do nível de consciência. A ausculta torácica revela estertores crepitantes difusos. Radiografia de tórax mostra infiltrado pulmonar difuso bilateral.

Considerando o quadro clínico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3819937 Medicina
Mulher, 66 anos de idade, com queixa de dispneia progressiva há um ano e tosse seca. Ex-tabagista 20 anos-maço. Sem outros antecedentes relevantes. Em espirometria, apresenta CVF de 68% do previsto e VEF1/CVF: 0,84. Tomografia de tórax mostra padrão de reticulado subpleural e basal, favo de mel e bronquiectasias de tração, sem vidro fosco significativo.

A terapia deve ser iniciada com
Alternativas
Q3819925 Medicina
Mulher, 68 anos de idade, tabagista 75 anos-maço, apresenta dispneia e tosse há 2 anos. Fez espirometria, que mostrou VEF1 de 60% do predito e relação VEF1/VFC de 0,65. Apresentou um episódio de exacerbação da dispneia, com necessidade de internação hospitalar, uso de broncodilatadores e antibiótico há 4 meses.

A terapia ambulatorial ideal é
Alternativas
Respostas
1101: C
1102: B
1103: C
1104: C
1105: C
1106: E
1107: C
1108: C
1109: B
1110: D
1111: D
1112: B
1113: B
1114: B
1115: C
1116: E
1117: C
1118: A
1119: A
1120: E