Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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Uma mulher de 38 anos foi diagnosticada recentemente com tuberculose pulmonar bacilífera, iniciando tratamento supervisionado na unidade de saúde. Seu esposo, de 42 anos, comparece ao serviço de referência como contactante domiciliar, relatando nenhum sintoma respiratório e bom estado geral. Ele não possui comorbidades, teste para HIV negativo e apresenta vacinação BCG na infância.
Qual é a conduta para esse contactante?
Paciente do sexo masculino, 19 anos, procura o pronto atendimento de urgência devido a quadro de dispneia, tosse seca e chiado no peito progressivos há quatro dias, com piora noturna. Nega febre ou expectoração purulenta. Há uma semana, iniciou o uso diário de dispositivo eletrônico de vaporização (POD) com nicotina 5% (50 mg/mL). Refere ter tido “bronquite” na infância, com melhora completa na adolescência. Ao exame físico, apresenta sibilos difusos bilaterais, fala entrecortada, saturação de O₂ = 94% em ar ambiente.
Considerando a hipótese diagnóstica de asma brônquica em crise, qual deve ser a conduta medicamentosa inicial?
Paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 45 maços-ano, hipertenso em uso de losartana 50 mg/dia, procura atendimento ambulatorial por dispneia e tosse seca progressivas há 2 anos. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 21 irpm, murmúrio vesicular reduzido nos ápices e estertores crepitantes finos bibasais. Saturação periférica de oxigênio em ar ambiente: 92%. Traz tomografia computadorizada de tórax realizada durante internação devido a piora da tosse há 2 meses, que mostra áreas de enfisema centrolobular nos lobos superiores associadas a reticulações, bronquiectasias e bronquiolectasias de tração nos lobos inferiores, e cistos de faveolamento, sem consolidações ou derrame pleural.
Considerando o quadro clínico e o achado tomográfico, o diagnóstico provável e o exame complementar a ser solicitado para confirmar a repercussão funcional da doença são, respectivamente:
Analise o gráfico a seguir.

O gráfico acima representa um ciclo ventilatório mecânico, que evidencia uma alteração ventilatória no gráfico de fluxo. Esse achado é característico de qual distúrbio ventilatório?
Paciente do sexo masculino, 44 anos, iniciou, há 4 anos, quadro de tosse persistente com secreção clara, dispneia, inapetência e perda de 6 kg. Também referia presença de dores e edema em mãos, punhos e tornozelos, associados a rigidez matinal por mais de 2 horas. Ao exame físico, há artrite simétrica de punhos, tornozelos, interfalangeanas proximais e metacarpofalangeanas das mãos com quinto dedo da mão direita em pescoço de cisne, com Squeeze test (compressão latero-lateral das metatarsofalangeanas) positivo em ambos os pés, e, à ausculta pulmonar, apresentava estertores finos bibasais, com saturação SpO2 de 90%, frequência respiratória (FR) de 18 ipm. A tomografia computadorizada (TC) de tórax revelou opacidades reticulares, definidas por espessamento dos septos interlobulares, sobrepostas a áreas de vidro fosco e distorção arquitetural, além de faveolamento e bronquiectasias de tração predominantes nos lobos inferiores e região subpleural, sendo diagnosticado padrão de pneumonia intersticial usual (PIU). Prova de função pulmonar apontou distúrbio ventilatório restritivo leve com prova broncodilatadora negativa. A broncoscopia não revelou alterações, com lavado broncoalveolar negativo para fungos, tuberculose e citologia oncótica. Exames bioquímicos revelaram fator reumatóide (FR) = 64 UI/mL (VR = <15 UI/mL), anti-CCP = 200 U/mL (VR = Fortemente reagente: superior a 200 U/mL), proteína C reativa (PCR) = 46 mg/L (VR = < 10mg/L) e velocidade de hemossedimentação (VHS) = 61 mm/h (VR = < 20mm/H). As sorologias para sífilis, citomegalovírus, Epstein-Barr, hepatite B, hepatite C e HIV eram todas não reagentes.
Nesse caso, o diagnóstico a ser considerado nesse paciente é
Homem de 76 anos, hipertenso e portador de doença renal crônica estágio 4 (TFG estimada em 22 mL/min/1,73m²), foi internado há 12 dias após queda com fratura de fêmur direito, tendo sido submetido a osteossíntese. Encontra-se em recuperação no pós-operatório, com deambulação restrita. No 10º dia de internação, passou a apresentar dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e taquicardia (FC 108 bpm), sem febre ou tosse produtiva. No momento, a saturação de oxigênio em ar ambiente é de 90%, e, à ausculta pulmonar, mostra murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios.
Considerando o quadro clínico e os fatores de risco, qual é o exame complementar indicado para investigação diagnóstica?
Homem de 68 anos é ex-tabagista de 60 maços-ano, hipertenso de longa data, portador de DPOC grupo E, em uso regular de broncodilatadores de longa ação e corticoide inalado. Comparece em consulta com resultados de exames complementares solicitados em avaliação anterior devido a observação de queda na saturação periférica de oxigênio basal mesmo após otimização do manejo clínico.
Considerando esse caso, há necessidade de iniciar oxigenoterapia domiciliar prolongada (ODP) quando os resultados dos exames indicam
Uma mulher de 38 anos foi diagnosticada recentemente com tuberculose pulmonar bacilífera, iniciando tratamento supervisionado na unidade de saúde. Seu esposo, de 42 anos, comparece ao serviço de referência como contactante domiciliar, relatando nenhum sintoma respiratório e bom estado geral. Ele não possui comorbidades, teste para HIV negativo e apresenta vacinação BCG na infância.
Qual é a conduta para esse contactante?
Paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 45 maços-ano, hipertenso em uso de losartana 50 mg/dia, procura atendimento ambulatorial por dispneia e tosse seca progressivas há 2 anos. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 21 irpm, murmúrio vesicular reduzido nos ápices e estertores crepitantes finos bibasais. Saturação periférica de oxigênio em ar ambiente: 92%. Traz tomografia computadorizada de tórax realizada durante internação devido a piora da tosse há 2 meses, que mostra áreas de enfisema centrolobular nos lobos superiores associadas a reticulações, bronquiectasias e bronquiolectasias de tração nos lobos inferiores, e cistos de faveolamento, sem consolidações ou derrame pleural.
Considerando o quadro clínico e o achado tomográfico, o diagnóstico provável e o exame complementar a ser solicitado para confirmar a repercussão funcional da doença são, respectivamente: