Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Q3819770 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 67 anos, tabagista 40 maços/ano, ex- -fumante há 3 anos, diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), classificado como GOLD D há 4 anos (VEF₁: 38% do previsto). Faz uso de tiotrópio e formoterol regularmente, sem oxigenoterapia domiciliar. Chega ao pronto atendimento com dispneia intensa e aumento de volume de escarro purulento há 3 dias, evoluindo com cansaço progressivo e confusão mental nas últimas horas.

Ao exame físico: FR: 28 irpm, uso de musculatura acessória SatO₂: 82% em ar ambiente. PA: 138 × 86 mmHg; FC: 112 bpm; T: 37,8 °C.

Ausculta pulmonar com roncos difusos e sibilos esparsos.

Gasometria arterial pH: 7,28; PaCO₂: 68 mmHg; PaO₂: 54 mmHg; HCO₃⁻: 31 mEq/L.

Radiografia de tórax a seguir:


Q37_38.png (308×225)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a conduta inicial para esse paciente? 
Alternativas
Q3819769 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 67 anos, tabagista 40 maços/ano, ex- -fumante há 3 anos, diagnosticado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), classificado como GOLD D há 4 anos (VEF₁: 38% do previsto). Faz uso de tiotrópio e formoterol regularmente, sem oxigenoterapia domiciliar. Chega ao pronto atendimento com dispneia intensa e aumento de volume de escarro purulento há 3 dias, evoluindo com cansaço progressivo e confusão mental nas últimas horas.

Ao exame físico: FR: 28 irpm, uso de musculatura acessória SatO₂: 82% em ar ambiente. PA: 138 × 86 mmHg; FC: 112 bpm; T: 37,8 °C.

Ausculta pulmonar com roncos difusos e sibilos esparsos.

Gasometria arterial pH: 7,28; PaCO₂: 68 mmHg; PaO₂: 54 mmHg; HCO₃⁻: 31 mEq/L.

Radiografia de tórax a seguir:


Q37_38.png (308×225)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual o diagnóstico funcional mais provável, segundo a gasometria arterial?
Alternativas
Q3819743 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, 58 anos, tabagista de 40 maços/ano, portador de DPOC moderado.


Procura pronto-socorro com febre há 3 dias, tosse produtiva com expectoração purulenta e dispneia progressiva. Nas últimas 6 horas, evoluiu com rebaixamento do sensório e intensa dificuldade respiratória. O exame físico na sala de emergência apresenta: PA: 92 × 60 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 38 irpm; SatO₂: 82% em cateter nasal 5 L/min; T: 38,6 °C.


Escala de Glasgow: 12.


Estertores crepitantes difusos em hemitórax esquerdo e abolido em base.


Uso de musculatura acessória e tiragem intercostal.


Apresenta exames complementares: leucócitos: 18.400/mm³; creatinina: 1,9 mg/dL.


Gasometria em O₂: 5 L/min; pH: 7,28; PaO₂: 52 mmHg; PaCO₂: 58 mmHg; HCO₃⁻: 20 mEq/L; relação PaO₂/ FiO₂:110.


Radiografia de tórax a seguir:

Q10_11.png (340×269)

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual fator está mais associado à mortalidade nesse quadro e qual é o principal mecanismo fisiopatológico?
Alternativas
Q3819713 Medicina

Homem de 48 anos, portador de asma há 20 anos, refere piora progressiva dos sintomas respiratórios nos últimos meses, apesar do tratamento otimizado com corticoides inalatórios e medicações de resgate. Refere sintomas de pirose e regurgitação frequentes. Faz uso inibidor de bomba de prótons (IBP) em dose plena, mas refere apenas uma melhora discreta nos sintomas.


A esse respeito, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3818838 Medicina
Em relação ao escore CURB-65 para estratificação de gravidade na pneumonia adquirida na comunidade (PAC), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3818829 Medicina
Paciente com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) moderada está em ventilação mecânica. Qual estratégia ventilatória é indicada?
Alternativas
Q3818825 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente jovem de 22 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 há 6 anos, chega ao pronto-socorro com história de náuseas, vômitos e dor abdominal difusa há 12 horas. Refere poliúria nos últimos dias. Ao exame físico: PA: 94 x 60 mmHg; FC: 118 bpm; FR: 32 irpm (respiração de Kussmaul); temperatura axilar: 37,5 °C; com mucosas secas, pulsos periféricos filiformes.


Apresenta nos exames complementares iniciais: glicemia: 468 mg/dL; gasometria arterial com pH: 7,12 e HCO₃⁻: 9 mEq/L; sódio: 135 mEq/L; potássio: 3,1 mEq/L e cetonemia: positiva.
Diante desse diagnóstico, qual deve ser a prioridade terapêutica ?
Alternativas
Q3818231 Medicina
A pneumonia lipoide é uma condição pulmonar rara, caracterizada pela presença de lipídios nos alvéolos, resultando em uma inflamação crônica do parênquima pulmonar. Seu diagnóstico é desafiador, pois os sinais clínicos e os achados radiológicos podem mimetizar infecções pulmonares comuns, como pneumonia bacteriana ou tuberculose. A etiologia pode ser exógena – por aspiração de substâncias oleosas – ou endógena, associada a distúrbios do metabolismo lipídico. Considerando as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta o fármaco usado em constipação que, ao ser utilizado de forma crônica, especialmente em crianças, pode predispor à pneumonia lipoide exógena.
Alternativas
Q3818206 Medicina
A pneumonia lipoide é uma condição pulmonar rara, caracterizada pela presença de lipídios nos alvéolos, resultando em uma inflamação crônica do parênquima pulmonar. Seu diagnóstico é desafiador, pois os sinais clínicos e os achados radiológicos podem mimetizar infecções pulmonares comuns, como pneumonia bacteriana ou tuberculose. A etiologia pode ser exógena – por aspiração de substâncias oleosas – ou endógena, associada a distúrbios do metabolismo lipídico. Considerando as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta o fármaco usado em constipação que, ao ser utilizado de forma crônica, especialmente em crianças, pode predispor à pneumonia lipoide exógena. 
Alternativas
Q3818031 Medicina
A pneumonia lipoide é uma condição pulmonar rara, caracterizada pela presença de lipídios nos alvéolos, resultando em uma inflamação crônica do parênquima pulmonar. Seu diagnóstico é desafiador, pois os sinais clínicos e os achados radiológicos podem mimetizar infecções pulmonares comuns, como pneumonia bacteriana ou tuberculose. A etiologia pode ser exógena – por aspiração de substâncias oleosas – ou endógena, associada a distúrbios do metabolismo lipídico. Considerando as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta o fármaco usado em constipação que, ao ser utilizado de forma crônica, especialmente em crianças, pode predispor à pneumonia lipoide exógena.
Alternativas
Q3818026 Medicina
Diversas condições pulmonares e cardiovasculares, assim como o uso de determinados fármacos, podem elevar a resistência vascular pulmonar durante a vida intrauterina, no período perinatal ou após o nascimento, contribuindo para o desenvolvimento da Hipertensão Pulmonar Persistente do Recém-Nascido (HPPN). Nesse contexto, assinale a alternativa que descreve corretamente a condição cujo achado anatomopatológico característico é a hipoplasia do leito vascular pulmonar, com redução no número de vasos e sua muscularização excessiva.
Alternativas
Q3817760 Medicina
 A Tuberculose (TB) é uma doença que pode ser prevenida e curada, mas ainda prevalece em condições de pobreza e contribui para perpetuação da desigualdade social. Acerca dessa patologia, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) TB pleural é a forma mais comum de TB extrapulmonar em pessoas infectadas pelo HIV.
( ) A radiografia de tórax deve ser solicitada para todo paciente com suspeita clínica de TB pulmonar.
( ) Nas crianças, a tuberculose pulmonar tende a apresentar maior eliminação de bacilos, em razão da imaturidade do sistema imunológico.
( ) A isoniazida é contraindicada durante a gestação pelo risco potencial de toxicidade neurológica ao feto.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3817757 Medicina
Homem, 62 anos, fumante de 40 maços-ano, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), está em seguimento na atenção primária. Encontra-se em uso de LAMA (Broncodilatador Antimuscarínico de Longa Ação) associado a LABA (Agonista β2 de Longa Ação). Apesar da terapia vigente, mantém dispneia importante e apresentou duas exacerbações moderadas no último ano. O hemograma recente mostra eosinófilos de 400 células/µL. Além da cessação do tabagismo, de acordo com as recomendações do GOLD 2025, qual é a conduta mais apropriada?
Alternativas
Q3817414 Medicina
Homem, 68 anos, tabagista de longa data, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave, em tratamento domiciliar com broncodilatadores, é internado no pós-operatório de colectomia direita. No 2º dia de internação, evolui com dispneia e queda da saturação de oxigênio. Gasometria arterial em O₂ por cateter nasal 2 L/min, pH: 7,32, PaCO₂: 60 mmHg, HCO₃⁻: 29 mEq/L, PaO₂: 62 mmHg. Assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta desse achado gasométrico. 
Alternativas
Q3817205 Medicina
Homem, 72 anos, internado por pneumonia há 6 dias, evolui subitamente com taquicardia (FC: 124 bpm), taquipneia (FR: 28/min) e dessaturação (SatO2: 84% em oxigênio suplementar 2 L/min). Está hemodinamicamente estável (PA: 110/70 mmHg). Há história prévia de doença renal crônica, com creatinina basal de 3,1 mg/dL. A equipe considera que angiotomografia pulmonar com contraste iodado é contraindicada por risco de nefropatia aguda por contraste. A probabilidade clínica de TEP é considerada alta (escala clínica compatível). Qual é a conduta diagnóstica mais apropriada para confirmar ou excluir tromboembolismo pulmonar nesse paciente? 
Alternativas
Q3817204 Medicina
Homem, 69 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave (ex-fumante), é admitido na emergência com piora progressiva da dispneia nas últimas 48 horas, tosse com escarro amarelado e uso de musculatura acessória. Em casa, usa oxigenoterapia noturna. Ao exame físico, TA: 120/70 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 30 irpm, SatO2: 86% com oxigênio por cateter nasal, 3 L/min. Paciente está ansioso, orientado (Glasgow 14), sem sinais de choque. Gasometria arterial em O2 a 3 L/min, pH: 7,27, PaCO2: 78 mmHg, PaO2: 58 mmHg, HCO3 : 31 mEq/L. Qual é a conduta inicial mais apropriada na UTI para esse paciente, considerando que apresenta insuficiência respiratória aguda hipercápnica sobre DPOC?
Alternativas
Q3817198 Medicina
Mulher, 58 anos, refere tosse seca progressiva e dispneia aos esforços há 18 meses. Nega febre ou produção de escarro. História de artrite reumatoide controlada há 10 anos. Exame físico indica PA: 122/78 mmHg, FC: 88 bpm, FR: 20 irpm e crepitações “velcro” bibasais.
Exames adicionais:
 Radiografia de tórax: padrão reticulonodular basal.
 Tomografia computadorizada de alta resolução: faveolamento subpleural, bronquiectasias tracionais e discreto padrão em favo de mel basal.
 Função pulmonar: capacidade vital forçada 58% do previsto, volume expiratório forçado no primeiro segundo 60% do previsto, difusão pulmonar do monóxido de carbono 45% do previsto.
 Sorologias: anticorpo antinuclear negativo, fator reumatoide discretamente positivo.

Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada, respectivamente?
Alternativas
Q3817195 Medicina
Homem, 71 anos, com DPOC GOLD IV (VEF₁ = 28% previsto), chega à emergência com dispneia intensa, uso de musculatura acessória e confusão mental. Histórico de tabagismo pesado, em oxigenoterapia domiciliar contínua. Ao exame físico, apresenta FC: 128 bpm, FR: 34 irpm, PA: 92/58 mmHg, SatO2: 74% em ar ambiente, estertores difusos + sibilância. Gasometria arterial em O2 suplementar a 2 L/min por cateter: pH: 7,21, PaCO2: 82 mmHg, PaO2: 48 mmHg, HCO₃⁻ : 33 mEq/L. Qual é a conduta mais apropriada nesse momento? 
Alternativas
Q3814042 Medicina
Qual é o exame de imagem padrão-ouro para diagnóstico de PACC?
Alternativas
Q3814041 Medicina
Qual é a manifestação mais comum da PACC? 
Alternativas
Respostas
1061: C
1062: D
1063: B
1064: A
1065: C
1066: C
1067: C
1068: A
1069: A
1070: A
1071: C
1072: A
1073: C
1074: C
1075: E
1076: B
1077: B
1078: D
1079: B
1080: D