Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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I. De acordo com a classificação espirométrica da gravidade da DPOC, o paciente é classificado como GOLD 3.
II. Considerando a estratificação de risco da DPOC, o paciente pertence ao grupo D.
III. A associação de beclometasona, formoterol e glicopirrônio constitui uma opção terapêutica adequada para esse paciente.
De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, está CORRETO o que se afirma em:
Qual é a conduta mais adequada?
Considerando os achados clínicos e radiológicos, qual é a conduta mais apropriada para o controle da infecção pleural?
Mulher de 19 anos procura atendimento com queixa principal de “aperto no peito” ao ar livre. Relata que esteve assintomática durante todo o verão, mas os sintomas iniciaram no outono. O histórico médico é relevante para sintomas semelhantes no outono anterior, que remitiram no inverno, fazendo com que ela se esquecesse do ocorrido até o momento.
A paciente nega sintomas em ambientes fechados, mas nota a opressão torácica ao sentar-se na área externa de sua casa ou ao andar de carro com as janelas abertas. Sinais vitais: temperatura: 36,9 ºC; frequência cardíaca: 85 bpm; frequência respiratória: 21 irpm; o exame físico não apresenta alterações.
A partir do exposto, é correto afirmar que o manejo apropriado para essa paciente é o uso de
Considerando a principal hipótese diagnóstica, com base no manejo e nas categorias da estratificação de risco das diretrizes mais recentes, é correto afirmar:
Um homem de 58 anos, diabético, procura o pronto-socorro com história de pneumonia há sete dias, apresentando febre persistente, dor torácica ventilatório-dependente, dispneia e piora do estado geral, apesar do uso de antibioticoterapia adequada. A tomografia computadorizada de tórax evidencia derrame pleural loculado à direita, associado a espessamento pleural. A toracocentese diagnóstica demonstra líquido pleural purulento.
Considerando os achados clínicos e radiológicos, qual é a conduta mais apropriada para o controle da infecção pleural?
Mulher de 72 anos, ex-tabagista, com histórico de câncer de mama tratado cirurgicamente, há 3 anos, é admitida no pronto-socorro com quadro de dispneia de início súbito e dor torácica à direita iniciadas há 4 horas. Nega síncope, episódios prévios semelhantes ou internações recentes. Faz uso regular apenas de inibidor da aromatase. Ao exame físico: taquipneica, acianótica; pressão arterial: 95 x 60 mmHg; frequência cardíaca: 112 bpm; frequência respiratória: 26 irpm; SatO2: 91% em ar ambiente; cardiopulmonar: normal; há turgência jugular a 45 graus 2+/4; extremidades sem edema. Escore PESI: 118 pontos (classe IV). Troponina T: 0,08 ng/mL (normal: < 0,01); peptídeo natriurético (BNP): 450 pg/mL (normal: < 100). Angiotomografia de tórax: presença de falha de enchimento intraluminal em artéria pulmonar principal direita, estendendo-se para ramos lobares inferiores; razão do diâmetro diastólico final VD/VE de 1,2.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, com base no manejo e nas categorias da estratificação de risco das diretrizes mais recentes, é correto afirmar:
Mulher de 19 anos procura atendimento com queixa principal de “aperto no peito” ao ar livre. Relata que esteve assintomática durante todo o verão, mas os sintomas iniciaram no outono. O histórico médico é relevante para sintomas semelhantes no outono anterior, que remitiram no inverno, fazendo com que ela se esquecesse do ocorrido até o momento. A paciente nega sintomas em ambientes fechados, mas nota a opressão torácica ao sentar-se na área externa de sua casa ou ao andar de carro com as janelas abertas. Sinais vitais: temperatura: 36,9 ºC; frequência cardíaca: 85 bpm; frequência respiratória: 21 irpm; o exame físico não apresenta alterações.
A partir do exposto, é correto afirmar que o manejo apropriado para essa paciente é o uso de
Homem de 78 anos, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) avançada, em cuidados paliativos exclusivos, encontra-se em acompanhamento domiciliar pela Equipe de Saúde da Família. Apresenta dispneia intensa (escala de Borg 8/10) em repouso, com piora aos mínimos esforços, associada a náuseas e redução do apetite há cinco dias. Encontra-se lúcido e refere sensação de “falta de ar insuportável”. A família informa que o paciente não tolera a máscara de oxigênio e apresenta boca seca. Após ajuste da oxigenoterapia, medidas de posicionamento e outras intervenções não farmacológicas, a dispneia permaneceu refratária.
Nesse contexto, qual é a conduta farmacológica mais adequada?
Lactente de 4 meses, sexo masculino, previamente hígido, nascido a termo, dá entrada no pronto-socorro com desconforto respiratório progressivo há 2 dias. Apresenta: FR: 68 irpm, saturação de O₂: 89% em ar ambiente, tiragem subcostal e intercostal moderada, batimento de asa do nariz e gemência. À ausculta: sibilos difusos e crepitações bilaterais. Após lavagem nasal com SF 0,9% e aspiração de vias aéreas superiores não houve melhora. A radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar bilateral sem consolidações. O paciente é colocado em cateter nasal de alto fluxo (CNAF) a 2 L/kg/min, com fração inspirada de O₂ (FiO₂) a 40%.
Sobre a fisiologia e a aplicação do CNAF na bronquiolite viral aguda em lactentes, assinale a alternativa correta.
Um homem de 28 anos procura o pronto-socorro com dor torácica súbita à direita e dispneia. A radiografia de tórax evidencia pneumotórax espontâneo pequeno, sem sinais de instabilidade hemodinâmica. Após algumas horas de observação, novo exame demonstra aumento do pneumotórax e piora da dispneia.
Qual é a conduta mais adequada?
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização) Considerando o exposto e a principal hipótese diagnóstica, a conduta adequada é
I. Tosse com duração de três semanas ou mais constitui importante critério para investigação de tuberculose na população geral.
II. O diagnóstico laboratorial pode envolver teste rápido molecular, baciloscopia, cultura e teste de sensibilidade aos fármacos.
III. A ausência de bacilos na baciloscopia permite excluir tuberculose pulmonar, tornando desnecessária investigação complementar.
IV. A radiografia de tórax pode contribuir para a avaliação diagnóstica, mas deve ser interpretada em conjunto com dados clínicos e laboratoriais.
Está correto o que se afirma em:
I. Tosse crônica, expectoração e dispneia, associadas à exposição a fatores de risco, podem levantar suspeita clínica da doença.
II. Uma relação VEF1/CVF pós-broncodilatador inferior a 0,7 constitui parâmetro utilizado na identificação de obstrução persistente ao fluxo aéreo.
III. O valor do VEF1 isoladamente permite determinar de forma suficiente a intensidade dos sintomas e o risco futuro de exacerbações.
IV. O tabagismo constitui importante fator associado ao desenvolvimento da DPOC, e sua cessação integra as medidas de manejo da doença.
Está correto o que se afirma em:
Mulher, 29 anos, previamente hígida, procura atendimento com história de Tosse seca há 8 dias, febre baixa intermitente (máx. 37,7°C), cefaleia e mal-estar. Refere que “não melhorou” desde um quadro gripal inicial. Exame físico: FR: 18 irpm, SatO₂:97% em ar ambiente. Ausculta:poucos estertores dispersos, sem foco claro.
Exames:Leucócitos: 7.800/mm³, PCR discretamente elevado, Radiografía de tórax: infiltrado intersticial difuso, sem consolidação lobar. Paciente estável, sem critérios de gravidade.
Qual alternativa abaixo apresenta a melhor conduta inicial?