Questões de Concurso Sobre pneumologia em medicina

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Q3822400 Medicina
Paciente, 52 anos, sexo masculino, ex-tabagista, 22 maços-ano, parou há dois anos. Em exame pré-admissional, apresenta nódulo em pulmão esquerdo de 1,5 cm no maior eixo. Tomografia computadorizada (TC) de tórax sem contraste mostra nódulo sólido de 16 mm em LID. Refere tosse esporádica, com secreção clara. Exame físico normal.

A conduta indicada nesse caso é:
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Q3822353 Medicina
Os promielócitos neoplásicos têm a capacidade única de diferenciar com a exposição ao ATRA. A síndrome de diferenciação (SD) é uma complicação durante a indução causada pelos efeitos de agentes diferenciadores (ATRA e ATO) nos blastos leucêmicos.

A manifestação mais comum da sindrome de diferenciação é
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Q3822267 Medicina
De acordo com as recomendações da AMIB e os critérios de Berlim para SDRA, é indicada a ventilação mecânica protetora isolada (sem necessidade imediata de manobras de recrutamento ou estratégias avançadas) como tratamento inicial da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) quando houver SDRA
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Q3822225 Medicina

Mulher de 72 anos é atendida em consulta de retorno. O histórico é positivo para tabagismo de 25 anos-maço e DPOC (grau 3; grupo B). Recentemente, ela teve pneumonia com infiltrado persistente no lobo inferior direito observado na radiografia de tórax. A paciente foi tratada com antibiótico. Seu peso permaneceu estável, e ela não apresentou febre ou sudorese noturna. Após seis semanas, uma radiografia de tórax de acompanhamento não apresentou alterações. Uma tomografia é então realizada e mostrada a seguir (a parte sólida do nódulo é de 7 mm):


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Quanto a essa paciente, o próximo passo mais apropriado é

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Q3822221 Medicina

Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2 : 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:


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Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo passo mais apropriado no manejo desse paciente é

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Q3822208 Medicina
Mulher de 26 anos tem história de tosse crônica com secreção amarelada associada a dispneia ao subir escadas rapidamente. Ela fuma trinta cigarros por dia, com histórico de 13 anos-maço. Os testes de função pulmonar revelam (% do previsto): VEF1: 94%; capacidade vital forçada: 94%; capacidade pulmonar total: 107%; capacidade pulmonar de difusão de monóxido de carbono (TLCO): 57%. A radiografia e tomografia realizadas são mostradas a seguir:
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O exame que mais provavelmente deve confirmar a principal hipótese diagnóstica é
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Q3822204 Medicina
Homem de 53 anos refere quadro de febre e dispneia progressiva há uma semana. Ele tem infecção pelo HIV, mas abandonou o tratamento há cinco anos. Não se sabe a contagem recente de linfócitos CD4 ou a carga viral do HIV. A gasometria arterial revela uma PaO2 de 51 mmHg em ar ambiente. A radiografia de tórax é mostrada a seguir:
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O lavado broncoalveolar é positivo para material com coloração de prata metenamina.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o tratamento antimicrobiano mais adequado:
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Q3822194 Medicina
Mulher de 52 anos apresenta quadro de quatro semanas de dispneia progressiva, dor torácica do lado esquerdo e tosse seca. O histórico é relevante para histerectomia para miomas uterinos há três anos. A oximetria de pulso é de 93% em ar ambiente. Exames séricos: hemoglobina: 9,8 g/dL; d-dímero: 770 ng/mL. O ultrassom mostra derrame pleural esquerdo, e a toracocentese revela: líquido amarelado e levemente turvo; proteína: 6,1 g/dL; lactato desidrogenase: 5.910 UI/L; pH: 7,44; adenosina deaminase: 12,1 UI/L; contagem de leucócitos: 157.109 células/mm3 (78% linfócitos); coloração de Gram e cultura para bactérias e fungos permanecem negativos; a citologia mostra linfócitos abundantes sem células malignas. Imagens da tomografia realizada são mostradas a seguir:
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Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame que mais provavelmente pode estabelecer o diagnóstico é
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Q3822182 Medicina
Paciente de 58 anos com DPOC apresenta-se em condição estável. Nos últimos doze meses, ele teve duas exacerbações, uma das quais exigiu hospitalização. Ele usa regularmente tiotrópio (2,5 mg/dia) e formoterol (12 μg, duas vezes ao dia) inalatórios; a medicação oral consiste em roflumilaste (500 mg/dia). A hipertensão arterial é bem controlada com metoprolol (50 mg/dia) e ramipril (10 mg/dia).
A próxima conduta recomendada é
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Q3821415 Medicina
Lactente de 12 meses com quatro episódios de sibilância desde os 8 meses, um deles com necessidade de hospitalização. Todos os episódios ocorreram após quadros respiratórios virais. Entre crises, permanece com sintomas respiratórios leves. Ao exame: eutrófico, eupneico, ausculta com roncos de transmissão, lesões eczematosas em fossas cubitais e poplíteas.
Com base no GINA 2025 para menores de 5 anos, qual a conduta terapêutica correta?
Alternativas
Q3821115 Medicina
Homem de 72 anos, tabagista de longa data, foi diagnosticado com um câncer de pulmão em estádio inicial e será submetido à ressecção cirúrgica pulmonar com intento curativo. Tem diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica, não sendo usuário de oxigênio domiciliar. Não tem outros antecedentes dignos de nota.
Sobre a avaliação pré-operatória para esse paciente, assinale a alternativa que apresenta a melhor predição para complicações pós-operatórias pulmonares.
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Q3820629 Medicina
Mulher de 72 anos é atendida em consulta de retorno. O histórico é positivo para tabagismo de 25 anos-maço e DPOC (grau 3; grupo B). Recentemente, ela teve pneumonia com infiltrado persistente no lobo inferior direito observado na radiografia de tórax. A paciente foi tratada com antibiótico. Seu peso permaneceu estável, e ela não apresentou febre ou sudorese noturna. Após seis semanas, uma radiografia de tórax de acompanhamento não apresentou alterações. Uma tomografia é então realizada e mostrada a seguir (a parte sólida do nódulo é de 7 mm):
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)


Quanto a essa paciente, o próximo passo mais apropriado é
Alternativas
Q3820620 Medicina
Homem de 21 anos é internado em um centro de desintoxicação devido ao uso de drogas injetáveis com heroína. Ele relata mal-estar, mas não apresenta febre ou tosse. Ao exame físico: temperatura: 37,1 ºC; pressão arterial: 162 x 82 mmHg; frequência cardíaca: 100 bpm; pele: cicatrizes eritematosas nas mãos e nos braços. Um teste tuberculínico (TT) é administrado e lido em 48 horas. A área endurecida tem 8 mm de diâmetro, e o eritema tem 15 mm de diâmetro. As sorologias virais são negativas.

A conduta recomendada é
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Q3820613 Medicina
Mulher de 52 anos apresenta quadro de quatro semanas de dispneia progressiva, dor torácica do lado esquerdo e tosse seca. O histórico é relevante para histerectomia para miomas uterinos há três anos. A oximetria de pulso é de 93% em ar ambiente. Exames séricos: hemoglobina: 9,8 g/dL; d-dímero: 770 ng/mL. O ultrassom mostra derrame pleural esquerdo, e a toracocentese revela: líquido amarelado e levemente turvo; proteína: 6,1 g/dL; lactato desidrogenase: 5.910 UI/L; pH: 7,44; adenosina deaminase: 12,1 UI/L; contagem de leucócitos: 157.109 células/mm3 (78% linfócitos); coloração de Gram e cultura para bactérias e fungos permanecem negativos; a citologia mostra linfócitos abundantes sem células malignas. Imagens da tomografia realizada são mostradas a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame que mais provavelmente pode estabelecer o diagnóstico é
Alternativas
Q3820608 Medicina
Paciente de 58 anos com DPOC apresenta-se em condição estável. Nos últimos doze meses, ele teve duas exacerbações, uma das quais exigiu hospitalização. Ele usa regularmente tiotrópio (2,5 mg/dia) e formoterol (12 μg, duas vezes ao dia) inalatórios; a medicação oral consiste em roflumilaste (500 mg/dia). A hipertensão arterial é bem controlada com metoprolol (50 mg/dia) e ramipril (10 mg/dia).

A próxima conduta recomendada é
Alternativas
Q3820572 Medicina
Homem, 70 anos, tabagista 30 maços/ano, DPOC GOLD D. Apresenta-se à emergência com quadro de dispneia intensa, uso de musculatura acessória e cianose. Sinais vitais: frequência respiratória em 34 ipm, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial 138 x 86 mmHg e saturação de oxigênio de 77% em ar ambiente. Realizada gasometria venosa com paciente com oferta de oxigênio via cateter nasal a 2 L/min: pH 7,27; PaCO2 68; PaO2 59; HCO- 30. Dosagem de eletrólitos: K? 4,2; Mg2+ 1,5; Na 135. Radiografia de tórax com hiperinsuflação pulmonar, sem áreas de opacidades, consolidações ou atelectasias, seios costofrênicos livres e área cardíaca normal. Qual a conduta inicial mais adequada?
Alternativas
Q3820479 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Mesmo após tratamento otimizado, o paciente evolui com rebaixamento do nível de consciência e bradipneia, necessitando intubação orotraqueal (IOT). Após IOT e ventilação mecânica, as pressões de pico estão elevadas (> 50 cmH2O), e o capnograma mostra hipercapnia persistente (PaCO2: 70 mmHg), com auto-PEEP visível. O ventilador está em volume controlado, VC: 6 mL/kg; FR: 20 irpm; PEEP: 8 cmH2O; FiO2: 60%.

Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
Alternativas
Q3820478 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Qual deve ser a conduta imediata e prioritária nesse momento?
Alternativas
Q3820476 Medicina
Segundo as diretrizes da Global Initiative for Asthma (GINA), qual achado clínico indica intubação orotraqueal imediata na crise asmática?
Alternativas
Q3820471 Medicina
Paciente de 67 anos de idade, portadora de DPOC e diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta de revisão após alta hospitalar por pneumonia adquirida na comunidade. Encontra-se clinicamente estável, em seguimento ambulatorial, e relata calendário vacinal incompleto.

Considerando seu perfil clínico e o risco de complicações respiratórias e infecciosas, qual deve ser a prioridade em relação à vacinação para proteção contra desfechos graves segundo o calendário vacinal do adulto?
Alternativas
Respostas
1021: D
1022: B
1023: B
1024: D
1025: C
1026: C
1027: D
1028: C
1029: A
1030: B
1031: A
1032: D
1033: E
1034: C
1035: A
1036: C
1037: B
1038: C
1039: C
1040: C