Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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I. Não estão com a bexiga cheia.
II. Não praticaram atividades físicas no dia da consulta.
III. Não ingeriram suco ou café 30 minutos antes da aferição.
Quais estão corretas?
Leia o caso clínico a seguir.
N.M.E., do sexo feminino, de 33 anos, apresenta-se com desconforto torácico, PA 110x70, FC 110-130, SatO2 = 97% em ar ambiente e no ECG, realizado na unidade de saúde, identifica-se ritmo irregular, eixo cardíaco em 30º, presença de onda P, intervalo P-R regular, QRS estreito e presença de onda T.
De acordo com o caso, está indicado:
Leia o caso clínico a seguir.
M.V.A.P.C., de 21 anos, do sexo feminino, sem comorbidades conhecidas, uso irregular de clonazepam sem prescrição médica, relata queixa de dor torácica de forte intensidade 10/10, iniciada há três horas, irradiando para o pescoço e para o membro superior esquerdo. Relata ainda piora com esforço e que os sintomas se iniciaram após discussão com namorado. ECG mostrando supradesnivelamento do seguimento ST em derivações precordiais V2-V3 de até 1 mm. Curva de troponina e de ck-mb negativa após seis dosagens.
Nesse caso, qual a conduta?
Leia o caso clínico a seguir.
L.I.L.S., do sexo feminino, de 50 anos, HAS, DM, hipercolesterolemia em tratamento irregular. Apresenta dor epigástrica tipo queimação há 14 horas, 6/10 na escala de dor referida por ela mesma, sem irradiação, sem melhora com inibidor de bomba de prótons ou hidróxido de magnésio.
Nesse caso, qual conduta inicial?
Um recém-nascido com 48 horas de vida, nascido de parto cesáreo, a termo, apresentou, no teste do coraçãozinho, saturação de oxigênio de 93% em mão direita e 90% em pé direito, em duas avaliações com uma hora de diferença.
Nesse caso, a conduta a ser adotada antes da alta hospitalar é:
Um histórico médico preciso é a informação mais útil que um clínico pode ter enquanto decide se um paciente pode realizar o tratamento dentário planejado de modo seguro. O cirurgião-dentista também deve estar preparado para prever de que modo um problema médico pode alterar a resposta do paciente em relação aos agentes anestésicos necessários e à cirurgia. Se o histórico for obtido com sucesso, o exame físico e a avaliação laboratorial de um paciente geralmente desempenham papéis secundários na avaliação pré-operatória.
Tendo em vista a condição sistêmica e sua influência nas decisões clínicas, para o pré-operatório de um paciente deve-se considerar que:
Paciente do sexo feminino, de 78 anos, portadora de diabetes e insuficiência cardíaca classe funcional III da New York Heart Association (NYHA). Faz uso de caverdilol, aspirina, furosemida e enalapril em dosesalvo. Ao exame físico, apresenta FC de 60 BPM, PA de 110 x 70 mmHg, ritmo cardiaco regular e sem galope, pulmoes sem ruidos adventicios. A ureia e de 57 mg/dL, o potássio de 3,3 mEq/L e a creatinina de 1,3 mg/dL.
Nesse caso, qual modificação deve ser feita nas suas medicações no momento?
Paciente do sexo masculino, de 68 anos, sem doenças prévias, relata “indigestão” intermitente, desconforto epigástrico e retroesternal, que dura de um a cinco minutos, associado à dispneia e a náuseas. Ele estava bem até dois meses atrás. Inicialmente, os episódios ocorreram enquanto jogava tênis e, ocasionalmente, após as refeições mais copiosas. No último mês, teve sintomas mais frequentes após subir escadas e, recentemente, dor em repouso.
Nesse caso, a conduta indicada é: