Leia o caso clínico a seguir. Paciente do sexo feminino, de...
Paciente do sexo feminino, de 78 anos, portadora de diabetes e insuficiência cardíaca classe funcional III da New York Heart Association (NYHA). Faz uso de caverdilol, aspirina, furosemida e enalapril em dosesalvo. Ao exame físico, apresenta FC de 60 BPM, PA de 110 x 70 mmHg, ritmo cardiaco regular e sem galope, pulmoes sem ruidos adventicios. A ureia e de 57 mg/dL, o potássio de 3,3 mEq/L e a creatinina de 1,3 mg/dL.
Nesse caso, qual modificação deve ser feita nas suas medicações no momento?
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Em insuficiência cardíaca sintomática, já em IECA e betabloqueador, o próximo passo é antagonista da aldosterona quando não há hiperpotassemia significativa nem insuficiência renal importante; no caso, o potássio está baixo e a creatinina não sugere contraindicação imediata.
- Em insuficiência cardíaca sintomática já tratada com IECA e betabloqueador, procure se há espaço para antagonista da aldosterona antes de escolher medidas apenas sintomáticas.
- Leia potássio e função renal como filtros de elegibilidade para espironolactona: hiperpotassemia e disfunção renal importante contraindicam; hipocalemia não.
- Não indique mais diurético sem sinal clínico de congestão; diurético trata sobrecarga volêmica, não substitui a adição prognóstica correta.
- Ritmo regular e FC controlada enfraquecem antiarrítmico e digoxina quando não há arritmia descrita.
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