Leia o caso clínico a seguir. L.I.L.S., do sexo feminino, d...
Leia o caso clínico a seguir.
L.I.L.S., do sexo feminino, de 50 anos, HAS, DM, hipercolesterolemia em tratamento irregular. Apresenta dor epigástrica tipo queimação há 14 horas, 6/10 na escala de dor referida por ela mesma, sem irradiação, sem melhora com inibidor de bomba de prótons ou hidróxido de magnésio.
Nesse caso, qual conduta inicial?
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: Em paciente com alto risco cardiovascular — mulher de 50 anos, HAS, DM e hipercolesterolemia — a dor epigástrica em queimação persistente pode ser equivalente anginoso; por isso, a primeira conduta é excluir síndrome coronariana aguda, e não assumir causa gastrointestinal.
- Em dor epigástrica ou queimação, não use a localização isoladamente para definir origem digestiva se houver alto risco cardiovascular.
- Mulheres e diabéticos podem ter síndrome coronariana aguda sem dor torácica típica; epigastralgia pode ser equivalente isquêmico.
- Quando a questão pedir conduta inicial, priorize excluir primeiro a hipótese de maior gravidade e risco temporal.
- Falha de resposta a antiácido ou IBP não confirma SCA, mas enfraquece a segurança de assumir dispepsia simples.
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