Questões Militares Comentadas sobre otorrinolaringologia em medicina

Foram encontradas 898 questões

Q3874054 Medicina
Em relação às infecções de vias áreas superiores, marque a alternativa CORRETA
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Q3873810 Medicina
 Em relação às síndromes vertiginosas agudas, marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4156281 Medicina
 No tratamento cirúrgico de paragangliomas carotídeos, alguns cuidados devem ser tomados para minimizar as complicações do procedimento.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Q4156280 Medicina
 No contexto de obstrução da via aérea superior em emergências e com relação à indicação de cricotireoidostomia ou traqueostomia, assinale a alternativa correta.
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Q4156279 Medicina
Mulher de 48 anos, não tabagista e não etilista, sem comorbidades, tem queixa de cefaleia frontal persistente e visão dupla há quatro meses. Ao exame físico, observa- -se proptose e limitação da motilidade ocular extrínseca à esquerda, com diminuição da acuidade visual do mesmo lado. Sem linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão expansiva de 4,5 cm no seio etmoidal esquerdo, com invasão da órbita, deslocamento do globo ocular e comprometimento do músculo reto medial com extensão intracraniana e invasão não extensa da dura-máter na fossa craniana anterior. Não parece haver invasão de encéfalo. A biópsia incisional revela adenocarcinoma de tipo intestinal. Após discussão multidisciplinar, a paciente é submetida à ressecção craniofacial anterior com maxilectomia medial, etmoidectomia, ressecção da dura-máter invadida e exenteração da órbita esquerda. O exame anatomopatológico confirma adenocarcinoma de tipo intestinal, com margens cirúrgicas livres, porém exíguas (menor que 1 mm) na região da dura-máter.
Qual é a conduta mais adequada no pós-operatório?
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Q4156278 Medicina
 Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista, apresenta quadro de obstrução nasal à direita, sangramentos nasais recorrentes e dor facial há três meses. Na rinoscopia, nota-se abaulamento da parede medial do seio maxilar direito, com extensão para fossa nasal ipsilateral. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tomografia computadorizada com contraste dos seios da face mostra lesão expansiva de 2,5 cm no seio maxilar direito, com destruição da parede medial e extensão para fossa nasal, sem invasão da órbita, etmoide, septo, base do crânio ou tecidos moles da face. A biópsia incisional revela carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
Qual a melhor abordagem para o caso descrito?
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Q4156277 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 52 anos, previamente hígida, apresenta nódulo em região submandibular esquerda, com crescimento progressivo há seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular profunda de 3,5 cm, que faz corpo com a glândula submandibular esquerda, pétrea, fixa a planos profundos, dolorosa à palpação. Há um linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,0 cm, com características metastáticas e fixo. Ressonância magnética evidencia lesão infiltrativa em glândula submandibular esquerda, com 3,8 cm, com invasão do soalho da boca e musculatura adjacente, além de linfonodo metastático em nível IIA homolateral com sinais de ruptura capsular. A biópsia incisional revela carcinoma adenoide cístico com padrão predominantemente sólido e invasão perineural extensa. Após ressecção da glândula submandibular com margem de segurança, incluindo parte do assoalho bucal e musculatura adjacente, associada a esvaziamento cervical seletivo (níveis I-III), o exame anatomopatológico confirmou tratar- -se de carcinoma adenoide cístico, padrão sólido, com 3,5 cm, invasão perineural extensa, margens cirúrgicas livres (menor margem de 3 mm) e metástase em dois de dezoito linfonodos dissecados, sem ruptura capsular.
Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?
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Q4156276 Medicina
Homem com 73 anos, tabagista e etilista, apresenta aumento de volume indolor em região parotídea direita, com evolução de um ano. Ao exame físico, observa-se lesão nodular profunda em região parotídea à direita com cerca de 2,5 cm no maior diâmetro, de consistência dura, móvel, sem linfonodos significativos palpáveis e com mímica facial preservada. Ressonância magnética evidencia lesão bem delimitada, com 2,8 cm, restrita ao lobo superficial da parótida direita, sem invasão de estruturas adjacentes. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela carcinoma mucoepidermoide de baixo grau.
Qual a conduta mais adequada para esse caso?
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Q4156275 Medicina
Homem de 72 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/ dia), etilista social, apresenta disfonia progressiva há oito meses, associada a dispneia aos médios esforços nas últimas semanas. Nasofibrolaringoscopia mostrou lesão ulceroinfiltrativa em supraglote, envolvendo a prega vestibular e a prega ariepiglótica à direita, paralisia da hemilaringe direita. Tomografia computadorizada e ressonância magnética evidenciam lesão com invasão da cartilagem tireoide, sem extensão extralaríngea, e presença de linfonodo cervical no nível IIA homolateral de 2,5 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT confirma captação em lesão primária e linfonodo cervical, sem evidência de metástases à distância. Após laringectomia total com esvaziamento cervical radical modificado à direita e esvaziamento cervical seletivo II-IV à esquerda, o exame anatomopatológico revela: carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado, com 3,8 cm no maior diâmetro, invasão da cartilagem tireoide, margens cirúrgicas livres, ausência de embolização vascular e linfática e invasão perineural ausente, com metástase em quatro de 32 linfonodos dissecados, sem ruptura capsular, homolaterais ao tumor primário.
Qual a conduta mais adequada no pós-operatório?
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Q4156274 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 68 anos, tabagista há 35 anos (30 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta disfonia progressiva há nove meses, com relato de piora nos últimos dois meses associada a odinofagia e sensação de “bolo” na garganta. Durante laringofibroscopia ambulatorial, foi evidenciada lesão vegetante em prega vocal direita, com extensão para comissura anterior e invasão superficial da prega vocal contralateral, com mobilidade preservada de ambas as pregas vocais. A comissura anterior somente foi acessível com o exame fibroscópico, sendo de difícil visibilização com telescópio, e o paciente tem um grau moderado de retrognatia. Tomografia computadorizada com contraste e cortes finos (1 mm) evidencia lesão restrita à glote, com mínima invasão de cartilagem tireoide na face interna da quilha dela, com espessamento de pregas vocais e extensão para comissura anterior. Não há evidência de linfonodomegalias cervicais ou metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
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Q4156273 Medicina
Mulher de 45 anos, não tabagista e não etilista, apresenta tumor em base de língua com 2,5 cm de diâmetro, com evolução de seis meses. Ao exame físico, observa-se lesão nodular submucosa em hemibase de língua à direita, além de presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, o maior com 1,8 cm à direita. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas não queratinizante. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à base de língua e presença de múltiplos linfonodos cervicais bilaterais, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT evidencia captação em lesão primária e em linfonodos cervicais bilaterais, sem evidência de metástases à distância. Após tratamento com quimiorradioterapia definitiva (70 Gy + cisplatina), a paciente apresenta resposta completa clínica e radiológica. Dois anos após o tratamento, a paciente permanece sem evidência de doença, mas apresenta xerostomia grau 2, disfagia leve para alimentos sólidos e hipotireoidismo em tratamento.
Assinale a alternativa correta sobre esse caso.
Alternativas
Q4156272 Medicina
Homem de 52 anos, etilista social e não tabagista, apresenta tumor em região da tonsila palatina direita com 3,2 cm de diâmetro, indolor, com evolução de dois meses. Ao exame físico, observa-se lesão exofítica em tonsila palatina direita, sem ulceração, e presença de linfonodo cervical ipsilateral de 2,5 cm, móvel, indolor. A biópsia da lesão primária revela carcinoma de células escamosas moderadamente diferenciado. A imuno-histoquímica é positiva para p16. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética confirmam lesão restrita à amígdala palatina e presença de dois linfonodos cervicais ipsilaterais, o maior com 2,8 cm, sem sinais de ruptura capsular. PET-CT não evidencia metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) para carcinoma de orofaringe p16 positivo e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
Alternativas
Q4156270 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 62 anos, tabagista há 40 anos (20 cigarros/dia), etilista crônico, apresenta lesão ulcerada na língua há três meses. Ao exame loco-regional, observa-se, em borda direita de língua, uma lesão predominantemente infiltrativa com 3,5 cm de diâmetro, endurecida, que dista 2,0 cm do V lingual e 1,5 cm da linha média, sem acometimento do soalho da boca. Na palpação do pescoço, apresenta linfonodo cervical ipsilateral palpável, fixo, endurecido e indolor, com 1,5 cm de diâmetro em nível IB. A biópsia incisional do tumor primário confirma carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada cervical evidencia lesão restrita à língua sem invasão de estruturas adjacentes e presença de linfonodo cervical ipsilateral irregular com necrose central de 1,8 cm. Não há evidência de metástases à distância.
Considerando o estadiamento TNM (8a edição) e as diretrizes atuais de tratamento, qual a conduta mais adequada para esse caso?
Alternativas
Q4156261 Medicina
Paciente do sexo feminino, com 62 anos, não tabagista e não etilista, apresenta tumor cervical à esquerda com crescimento progressivo há dois meses. Ao exame físico, observa-se linfonodomegalia em nível III à esquerda, endurecida, parcialmente móvel, medindo aproximadamente 3,5 cm. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela adenocarcinoma metastático. A investigação completa com endoscopia digestiva alta, colonoscopia, mamografia, ultrassonografia de tireoide, tomografia computadorizada (TC) de pescoço, tórax, abdome e pelve não identifica lesão primária. O PET-CT mostra hipercaptação apenas no linfonodo cervical. A análise imuno-histoquímica da amostra da PAAF é positiva para CK7, CK19 e TTF-1, e negativa para tireoglobulina, CK20, CDX-2, mamoglobina e GATA-3.
Qual o provável sítio primário e a conduta mais adequada, respectivamente?
Alternativas
Q4156260 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 58 anos, tabagista e etilista, apresenta-se com nódulo cervical indolor de crescimento progressivo há quatro meses. Ao exame físico, observa-se linfonodomegalia em nível II à direita, endurecida, fixa a planos profundos, medindo aproximadamente 4 cm. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela carcinoma epidermoide metastático. A endoscopia digestiva alta, a nasofibroscopia, a videolaringoscopia e o exame físico (realizado por dois profissionais em momentos diferentes) de cavidade oral e orofaringe não observaram tumor primário. A tomografia computadorizada (TC) de pescoço, tórax e abdome superior não identifica tumor primário. O PET-CT mostra hipercaptação apenas no linfonodo cervical, sem evidência de lesão primária.
Qual é a melhor conduta terapêutica inicial para esse caso?
Alternativas
Q4156258 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 38 anos, descendente de chineses, apresenta-se com linfonodomegalia cervical bilateral alta (níveis IIA e IIB) de evolução progressiva há três meses. Relata episódios de epistaxe leve, zumbido no ouvido esquerdo e cefaleia occipital. Nega tabagismo ou etilismo. Ao exame físico, observam-se múltiplos linfonodos cervicais bilaterais nos níveis II, III e V, o maior com 4 cm, de consistência endurecida e pouco móveis. A nasofibroscopia evidencia lesão submucosa em parede posterolateral da rinofaringe à esquerda. A biópsia revela carcinoma não queratinizante (tipo II da OMS). O PET-CT não evidencia metástases à distância.
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o principal fator etiológico associado a esse tipo de tumor e o melhor método para avaliar a resposta ao tratamento.
Alternativas
Q4156257 Medicina
 Homem, com 42 anos, relata obstrução nasal unilateral à direita, epistaxe recorrente e hipoacusia à direita com sete meses de evolução. Nas últimas semanas, notou diplopia e dor em região temporal direita. Ao exame físico, observa-se paralisia do VI par craniano à direita e linfonodomegalia cervical alta ipsilateral, com 3,0 cm no maior diâmetro, endurecida e fixa. A nasofibroscopia revela lesão vegetante em rinofaringe com extensão para fossa nasal direita. A ressonância magnética evidencia lesão expansiva em rinofaringe com extensão para base do crânio e invasão do seio cavernoso direito. A biópsia confirma carcinoma indiferenciado do tipo nasofaríngeo (UCNT).
Qual o estadiamento clínico (TNM – AJCC 8 edição) e a melhor abordagem terapêutica inicial para esse caso?
Alternativas
Q4156256 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 65 anos, tabagista (30 maços/ano) e etilista (quatro doses de destilado/ dia/20 anos), apresenta-se com odinofagia há cinco meses, seguida por rouquidão persistente, disfagia progressiva e emagrecimento de 8 kg nos últimos três meses. Na nasofibrolaringoscopia, observa-se lesão vegetante em região retrocricoidea com extensão para a parede medial do recesso piriforme esquerdo e fixação da hemilaringe ipsilateral. A tomografia computadorizada cervical mostra lesão infiltrativa com invasão grosseira da cartilagem cricoide e presença de linfonodos cervicais ipsilaterais níveis II e III, o maior medindo 2,5 cm, com necrose central. A biópsia confirma carcinoma epidermoide pouco diferenciado. PET-CT não evidencia metástases à distância. Após discussão multidisciplinar, optou-se por tratamento cirúrgico.
Qual a melhor abordagem cirúrgica e a reconstrução indicada para esse caso?
Alternativas
Q4156255 Medicina
Paciente do sexo masculino, com 58 anos, tabagista há quarenta anos (40 maços/ano) e etilista crônico, apresenta disfagia progressiva para sólidos há quatro meses, odinofagia, perda ponderal de 10 kg no período e sensação de “caroço” na garganta. Na videolaringoscopia, observa-se lesão ulceroinfiltrativa em recesso piriforme direito, estendendo-se para parede lateral da hipofaringe, limitada superiormente na prega faringoepiglótica, sem comprometimento da mobilidade das pregas vocais. A tomografia computadorizada evidencia lesão com realce heterogêneo após contraste, medindo 3,8 cm em seu maior diâmetro, restrita à hipofaringe, sem invasão de cartilagens ou estruturas adjacentes. Não há linfonodomegalias cervicais suspeitas. A biópsia confirma carcinoma epidermoide moderadamente diferenciado.
Qual o estadiamento clínico correto (TNM – AJCC 8ª edição) e a melhor opção terapêutica, respectivamente, para esse caso?
Alternativas
Q4156254 Medicina
Homem de 45 anos apresenta nódulo na região submandibular esquerda com oito meses de evolução. Relata dor leve e aumento de volume durante as refeições, com retorno ao tamanho habitual após, e o quadro vem piorando nas últimas semanas. Ao exame físico, observa-se nódulo endurecido, móvel, medindo aproximadamente 1,5 cm na glândula submandibular esquerda, sem sinais flogísticos. A tomografia computadorizada evidencia dilatação do ducto de Wharton e presença de imagem hiperdensa no interior do ducto.
Qual o diagnóstico mais provável e o tratamento de escolha, respectivamente?
Alternativas
Respostas
81: C
82: D
83: A
84: C
85: E
86: C
87: C
88: B
89: D
90: A
91: D
92: E
93: C
94: B
95: D
96: C
97: D
98: A
99: B
100: E