Homem, com 42 anos, relata obstrução nasal unilateral
à direita, epistaxe recorrente e hipoacusia à direita com
sete meses de evolução. Nas últimas semanas, notou
diplopia e dor em região temporal direita. Ao exame físico, observa-se paralisia do VI par craniano à direita e
linfonodomegalia cervical alta ipsilateral, com 3,0 cm no
maior diâmetro, endurecida e fixa. A nasofibroscopia revela lesão vegetante em rinofaringe com extensão para
fossa nasal direita. A ressonância magnética evidencia
lesão expansiva em rinofaringe com extensão para base
do crânio e invasão do seio cavernoso direito. A biópsia
confirma carcinoma indiferenciado do tipo nasofaríngeo
(UCNT). Qual o estadiamento clínico (TNM – AJCC 8 edição) e
a melhor abordagem terapêutica inicial para esse caso?