Questões de Concurso
Para medicina
Foram encontradas 165.484 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Paciente 76 anos está hospitalizado por quadro de afasia e hemiplegia. O eletrocardiograma (ECG) mostra um ritmo de fibrilação atrial e já foi iniciada anticoagulação oral. Durante internação, evolui com quadro de insuficiência respiratória com necessidade de ventilação mecânica. A radiografia de tórax evidencia opacificação extensa em 2/3 inferiores de hemitórax direito.
Assinale a alternativa com a melhor hipótese diagnóstica e conduta:
Paciente, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), evoluindo com edema de membros inferiores, desconforto abdominal com dispepsia e turgência jugular.
Assinale a hipótese diagnóstica e a conduta inicial adequada:
Paciente com diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica evoluindo com quadro de hipoventilação.
A conduta adequada para esse caso é
Trabalhador rural, com quadro pulmonar crônico, tem diagnóstico de paracoccidioidomicose, em forma leve a moderada.
Assinale a alternativa que indica o tratamento mais adequado:
Idoso, 76 anos, procura atendimento por tosse produtiva com escarro purulento, febre e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, é encontrado FR 28 irpm, PA 85/55 mmHg, FC 125 bpm, má perfusão tecidual. Opacificação em base direita à radiografia de tórax.
A conduta médica mais adequada para o caso é:
Suponha a seguinte situação fictícia:
Paciente, com doença pulmonar obstrutiva crônica, classificado como GOLD E.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao tratamento:
Mulher de 30 anos, com antecedentes de asma, dá entrada em pronto socorro com dispneia intensa, fala entrecortada e uso de musculatura acessória.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta:
Puérpera, 30 anos de idade, apresentando quadro de dispneia e dor torácica de início súbito. Há discreto edema de membro inferior direito e sibilos ao exame físico. FC: 110 bpm. Sat.O₂ 91%.
A hipótese diagnóstica e conduta inicial são, respectivamente:
Homem com 78 anos, tabagista, evoluindo com dispneia, tosse produtiva, sonolência leve é atendido em ambiente ambulatorial. Ao exame físico, são encontrados estertores em base direita e SatO2 de 88% em ar ambiente.
Considerando o caso descrito, a conduta médica mais adequada é:
Paciente de 22 anos, masculino, sem comorbidades, longilíneo, procura atendimento em setor de urgência por dor torácica com início súbito associado a dispneia ao repouso. No exame físico, foi encontrada frequência respiratória de 32 irpm, murmúrio vesicular abolido/diminuído em hemitórax direito.
Assinale a alternativa CORRETA:
Você avalia no ambulatório um paciente de 30 anos de idade, tabagista desde os 18 anos. Há 5 anos tem episódios de sibilância e infecção respiratória recorrentes. Vem para a consulta com uma tomografia de tórax, solicitada pelo colega que encaminhou com bronquiectasias. Está em uso de corticóide inalatório.
Durante a consulta, ao perguntar de doenças anteriores, o paciente refere que a mãe conta que ele teve icterícia colestática prolongada, que iniciou ao nascer e que fez um acompanhamento com o pediatra até os 2 anos de idade, devido a transaminases elevadas que melhoraram espontaneamente.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa CORRETA:
O pediatra encaminhou uma criança de 4 anos de idade, com sopro, para o cardiologista. O cardiologista fez diagnóstico de um sopro inocente, mas o ecocardiograma mostrou sobrecarga de câmaras direitas, tendo a criança sido encaminhada para o ambulatório de pneumologia para investigação de hipertensão pulmonar.
Na avaliação, a criança é absolutamente normal, Sat.O2 97% em ar ambiente, eupneica, ausculta pulmonar normal, desenvolvimento e crescimento normais, brinca, sorri, interage normalmente durante a consulta. Não tem histórico de tosse ou episódios de sibilância.
Ao examinar a orofaringe, você nota uma hipertrofia muito importante de tonsilas palatinas e ao perguntar para a mãe, ela diz que a criança ronca muito alto e que chega a fazer pausas na respiração durante o sono.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa CORRETA:
Você acompanha no ambulatório um adolescente de 16 anos, portador de asma desde a infância. Teve 2 internações nos últimos 6 meses e há 1 mês precisou ficar em ventilação mecânica na UTI devido a asma. Desde antes da internação estava em uso de Corticóide inalado em dose alta, beta 2 agonista de longa duração, e tiotrópio. Desde a alta da UTI há 1 mês, não consegue mais retirar o corticóide oral. A técnica inalatória está correta e o paciente tem boa adesão ao tratamento. Já foram descartadas comorbidades (sinusite, refluxo, disfunção de cordas vocais), não é tabagista e não tem exposição a agentes que possam piorar a asma. Nos últimos exames antes da internação, tinha eosinófilos 250 /microL e fração exalada de óxido nítrico de 25 ppb.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa que contém a alternativa CORRETA para o tratamento desse paciente:
Você está no ambulatório de pneumologia e encaixaram uma consulta de urgência hoje. Tratase de uma criança de 3 anos de idade, sem história de sibilância ou outras comorbidades, com quadro de tosse e febre de 4 dias de duração. Está alimentando um pouco menos que o normal, mas aceita bem líquidos por via oral. A criança está no colo da mãe, no momento está afebril, mas está nitidamente taquipneica para a idade. Não tem tiragem intercostal ou outro sinal de desconforto respiratório. Pela percussão, tem som claro pulmonar bilateralmente e não foi notada redução do murmúrio vesicular nas bases pulmonares.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa CORRETA.
Você atende pela primeira vez um paciente adulto, de 18 anos, sexo masculino, com história de vários episódios de broncoespasmo durante toda a vida. Era acompanhado pelo pediatra até poucos meses atrás e era tratado com corticoide inalatório. Pelo histórico do paciente, ele foi um bebê prematuro ao nascer. Nasceu com 27 semanas de idade gestacional, ficou em ventilação mecânica invasiva por 42 dias e teve alta da UTI neonatal ainda em uso de oxigênio, que só conseguiu ser suspenso após os 4 meses de vida.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa CORRETA.
Mulher de 62 anos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), grupo GOLD B, mais sequela de tuberculose com fibrose apical, com cerca de 3 exacerbações por ano. Em consulta médica apresenta teste de avalição de DPOC de 15 e aderência baixa aos inaladores. Exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares bilaterais, eupneica, sem cianose ou uso de musculatura acessória. FR: 18 irpm.
Conforme protocolos do Ministério da Saúde, assinale a alternativa INCORRETA sobre o cuidado longitudinal desse quadro de DPOC, no âmbito da ESF/SUS:
Mulher de 48 anos, obesa com índice de massa corporal 34, direcionada pela regulação à pneumologia com queixa de "falta de ar noturna". Na anamnese, roncos intensos relatados pelo marido, menção a episódios de apneia com despertares súbitos e queixa de fadiga diurna. Sem dispneia diurna. Exame físico sem alterações dignas de nota. Sons respiratórios normais, sem sibilos. Eupneica, FR: 16 irpm. Tolera bem decúbito dorsal. Escala de Epworth 12 de 24.
Considerando a principal hipótese diagnóstica nessa consulta de pneumologia ambulatorial, a conduta apropriada, no âmbito da rede SUS, é:
Homem de 35 anos, sem acompanhamento específico para HIV/AIDS, com último contagem de CD4 indicando 80 células/mm3, abandonou terapia antirretroviral há vários meses. Apresenta dispneia insidiosa há 2 semanas mais tosse seca, DHL: 650U/L, saturação O2: 87% em ar ambiente. Radiografia mostra infiltrados intersticiais difusos.
Considerando essa suspeita de infecção oportunista definidora de AIDS, o seu correto manejo envolve, EXCETO: