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Q3995147 Medicina
    A Sra. ASF de 74 anos apresenta declínio cognitivo progressivo há três anos, inicialmente com prejuízo de memória episódica, evoluindo para dificuldades em atividades instrumentais da vida diária. A avaliação neuropsicológica demonstra comprometimento predominante de memória e funções executivas. A tomografia de crânio não evidencia lesões estruturais significativas. Exames laboratoriais descartam causas metabólicas reversíveis. O diagnóstico clínico de Doença de Alzheimer foi estabelecido conforme critérios do protocolo nacional. Atualmente, a paciente encontra-se em fase moderada da doença, com prejuízo funcional relevante, porém ainda deambula sem auxílio. A equipe discute o tratamento farmacológico mais adequado segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Segundo o PCDT, qual é a conduta farmacológica corretamente indicada para este estágio clínico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995146 Medicina
    V.M.S., mulher, 52 anos, procura atendimento em unidade de urgência por cefaleia bilateral em pressão, de intensidade moderada, contínua há quatro dias. Nega náuseas, fotofobia ou piora aos esforços. Relata estresse recente e privação de sono. Refere uso frequente de analgésicos comuns, com alívio parcial. O exame neurológico é normal, sem sinais de alarme ou alteração sistêmica. Qual é a conduta correta? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995145 Medicina
    L.M.R., mulher, 34 anos, previamente hígida, procura a unidade de emergência com cefaleia pulsátil unilateral intensa há aproximadamente 12 horas, associada a náuseas, fotofobia e piora aos esforços. Refere crises semelhantes previamente diagnosticadas como enxaqueca sem aura, com resposta insatisfatória ao uso domiciliar de analgésicos simples. Encontra-se hemodinamicamente estável, afebril, sem rigidez de nuca e sem déficit neurológico focal. Não há contraindicações medicamentosas conhecidas. Qual é a conduta correta para abortar a crise no pronto atendimento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995144 Medicina
    M.A.L., mulher de 56 anos, relata desconforto intenso em membros inferiores ao se deitar, descrito como necessidade irresistível de movimentar as pernas, pior à noite e parcialmente aliviado com movimento. Os sintomas duram há mais de seis meses, prejudicam o sono e não há sinais de neuropatia. A ferritina sérica é de 42 ng/mL (VR:15 ng/mL a 200 ng/mL. Metodologia CLIA). Qual é a conduta mais apropriada? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.  
Alternativas
Q3995143 Medicina
A.S.M., homem de 64 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson há dois anos, em uso de levodopa, apresenta boa resposta motora, mas relata alucinações visuais bem estruturadas. Não há confusão mental, uso de anticolinérgicos ou alterações metabólicas. O exame neurológico não mostra delirium, e a cognição está preservada. Qual conduta é mais adequada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995142 Medicina
    S.G.A., mulher de 62 anos, com antecedente de hipertensão controlada, apresenta episódio de disartria e instabilidade de marcha, com melhora parcial após 10 dias. A ressonância magnética de encéfalo demonstra múltiplas lesões hiperintensas em T2 periventriculares e infratentoriais, sendo algumas com realce por gadolínio e outras sem realce. O líquor mostra bandas oligoclonais positivas. Qual afirmação é correta frente ao caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995141 Medicina
    L.F.R., homem de 44 anos, procura atendimento por fraqueza progressiva em membros inferiores há quatro dias, associada a parestesias distais, dificuldade para subir escadas e arreflexia generalizada. Refere episódio de diarreia infecciosa duas semanas antes. A capacidade vital forçada encontra-se em queda progressiva, ainda acima de 20 mL/kg. O líquor coletado no terceiro dia de sintomas mostra discreta elevação proteica sem pleocitose significativa. A equipe discute a necessidade de iniciar tratamento específico. Qual é a conduta terapêutica corretamente indicada neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995140 Medicina
    T.M.C., homem, 52 anos, previamente hígido, é levado ao pronto-socorro em atividade convulsiva tônico-clônica contínua com duração aproximada de 8 minutos. Não há recuperação da consciência entre os episódios e o acesso venoso ainda não foi obtido no primeiro minuto de atendimento. A equipe discute a conduta inicial mais adequada. Qual é a conduta correta como terapia de primeira linha neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995139 Medicina
    D.G.M., homem, 39 anos, previamente hígido, apresenta uma crise convulsiva tônico-clônica generalizada, com recuperação completa. O exame neurológico é normal, a tomografia de crânio não mostra alterações, e o EEG demonstra descargas epileptiformes focais. O paciente trabalha como operador de máquinas pesadas e demonstra preocupação com o risco de nova crise. Qual é a afirmação correta sobre o início do tratamento após uma primeira crise não provocada? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995138 Medicina
    Um homem de 41 anos apresenta uma primeira crise convulsiva não provocada, com generalização tônico-clônica, recuperação completa e exame neurológico normal. A tomografia de crânio é normal. O eletroencefalograma realizado em vigília e sono demonstra descargas epileptiformes interictais focais. O paciente questiona o risco de recorrência e a necessidade de seguimento. Sobre o caso, qual afirmação é correta? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995137 Medicina
    A Srta. R.A.P., 22 anos, previamente hígida, é levada ao pronto-socorro após 10 dias de alterações comportamentais, insônia, ansiedade intensa e episódios de agitação psicomotora. Evolui com discurso desorganizado, crises convulsivas generalizadas e rebaixamento progressivo do nível de consciência. O líquor mostra pleocitose discreta com proteinorraquia leve, e a ressonância magnética de crânio não evidencia alterações. O EEG revela atividade lenta difusa. A equipe considera as possíveis etiologias neurológicas para o quadro subagudo. Qual é o diagnóstico mais compatível com este quadro, segundo a literatura especializada? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995136 Medicina
    F.H.C., homem, 62 anos, foi admitido por acidente vascular cerebral isquêmico em território da artéria cerebral média direita, sem indicação para trombólise. Após 48 horas, encontra-se clinicamente estável, sem infecções, com função respiratória preservada e nível de consciência íntegro. Apresenta hemiparesia esquerda moderada, dependência parcial para transferências e disfagia leve já compensada com dieta adaptada. Qual é a conduta mais adequada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo
Alternativas
Q3995135 Medicina
    R.L.S., homem, 71 anos, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico há três meses, com boa recuperação funcional e seguimento ambulatorial regular. É hipertenso, diabético, ex-tabagista, apresenta fibrilação atrial permanente e não possui história prévia de sangramento. Encontra-se clinicamente estável, sem déficits neurológicos residuais significativos. Qual é a conduta mais adequada para este perfil clínico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995134 Medicina
    J.P.R., homem, 69 anos, previamente independente, apresenta episódio súbito de hemiparesia direita associada a disartria, com duração aproximada de 25 minutos e resolução completa antes da chegada ao hospital. A tomografia de crânio inicial não evidencia hemorragia. A ressonância magnética realizada nas primeiras horas demonstra pequena lesão isquêmica pontual em difusão restrita, sem outras alterações estruturais. No momento da avaliação, o paciente encontra-se assintomático. Qual é a classificação correta deste evento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995133 Medicina
    M.G.S., mulher, 79 anos, em uso crônico de varfarina por fibrilação atrial, é admitida na emergência com rebaixamento do nível de consciência e hemiparesia súbita. A tomografia de crânio evidencia hemorragia intracerebral espontânea, e o INR na admissão é de 2,6. Qual é a conduta mais adequada para este caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.  
Alternativas
Q3995132 Medicina
    M.R.A., homem, 76 anos, previamente independente e com fibrilação atrial conhecida, é admitido em hospital público 6 horas após início súbito de hemiparesia direita e desvio do olhar conjugado. A tomografia de crânio sem contraste afasta hemorragia, mas evidencia área hipodensa extensa em território da artéria cerebral média esquerda, compatível com infarto isquêmico agudo. Qual é a conduta mais adequada neste momento? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Alternativas
Q3995031 Medicina
    Um homem de 61 anos, hipertenso e diabético, acompanhado pela equipe de Saúde da Família, refere dispneia aos esforços moderados e fadiga progressiva há cerca de quatro meses. Nega dor torácica, síncope ou internações recentes. Ao exame, apresenta pressão arterial de 128/78 mmHg, frequência cardíaca de 76 bpm, sem estertores pulmonares ou edema periférico. Ecocardiograma recente, solicitado pela APS, demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 35%, sem valvopatias significativas. O paciente encontra-se clinicamente estável, em uso apenas de losartana em dose baixa. A conduta farmacológica inicial recomendada para esse paciente é:
Alternativas
Q3995030 Medicina
    O Sr. B.G.R. de 70 anos, hipertenso, é levado à Unidade de Saúde da Família por familiar que relata início súbito, há aproximadamente 50 minutos, de dificuldade para articular palavras, desvio da comissura labial e fraqueza no membro superior direito. À avaliação inicial, o paciente encontra-se consciente, com disartria evidente, assimetria facial e déficit motor focal, sem história prévia recente de trauma ou crises convulsivas.     A equipe reconhece quadro neurológico focal agudo, registra de forma precisa o horário de início dos sintomas, institui monitorização clínica básica e aciona imediatamente o serviço de remoção para transferência à unidade hospitalar de referência.     À luz das diretrizes assistenciais para manejo inicial de urgências na Atenção Primária, a conduta adotada está tecnicamente correta porque: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Alternativas
Q3995029 Medicina
    O Sr. R.S.R. de 45 anos procura a Unidade de Saúde da Família relatando aparecimento progressivo, há cerca de quatro meses, de lesão cutânea hipocrômica no antebraço direito, associada à redução da sensibilidade térmica e tátil no local. Ao exame físico, observa-se lesão única, bem delimitada, com hipoestesia, sem espessamento neural palpável e sem manifestações sistêmicas associadas.     A unidade não dispõe, no momento, de baciloscopia para avaliação imediata. A equipe procede à classificação operacional do caso para definição terapêutica, conforme os critérios estabelecidos no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde.     Considerando exclusivamente os parâmetros normativos para classificação operacional na ausência de baciloscopia, o caso deve ser classificado como: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Alternativas
Q3995028 Medicina
    O Sr. JKT 35 anos procura a Unidade de Saúde da Família aproximadamente 36 horas após relação sexual desprotegida com parceiro de sorologia desconhecida. Informa não fazer uso regular de profilaxia pré-exposição (PrEP), não apresentar diagnóstico prévio de HIV, hepatites virais ou outras infecções sexualmente transmissíveis e não relata sintomas no momento do atendimento.     A equipe realiza acolhimento, registro do evento, avaliação do risco biológico da exposição e análise da oportunidade temporal para intervenção preventiva, conforme os fluxos assistenciais e critérios estabelecidos no protocolo nacional vigente.     Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde para Profilaxia PósExposição (PEP), a conduta mais adequada nesse cenário consiste em: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Alternativas
Respostas
6661: C
6662: A
6663: A
6664: D
6665: D
6666: D
6667: A
6668: A
6669: C
6670: C
6671: A
6672: A
6673: A
6674: B
6675: B
6676: A
6677: A
6678: D
6679: A
6680: A