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Exame especular: Perda de líquido claro pelo orifício cervical externo, que se acentua com manobra de Valsalva. pH vaginal (teste com papel de nitrazina): positivo (azul - pH alcalino > 6,0). Teste de cristalização (esfregaço de fundo de saco vaginal em lâmina): positivo (padrão em "samambaia" ou "folha de samambaia"). Colo fechado ao exame visual, sem sangramento.
Toque vaginal: Colo posterior, 1 cm de dilatação, 30% de apagamento, consistência firme, apresentação cefálica móvel, plano -3 de De Lee. Confirma saída de líquido durante o exame.
Cardiotocografia: BCF basal 135-140 bpm, variabilidade moderada, 3 acelerações em 20 minutos, sem desacelerações. Sem contrações uterinas.
Ultrassonografia obstétrica: Feto único, apresentação cefálica, biometria compatível com 39 semanas, peso estimado 3.200g (percentil 50), índice de líquido amniótico: 4,8 cm (oligoidrâmnio moderado - normal: 8-24 cm), placenta grau II posterior, sem alterações.
Considerando o diagnóstico de rotura prematura de membranas a termo e as recomendações atuais, qual a conduta mais adequada?
Cardiotocografia: BCF basal 140-145 bpm, variabilidade moderada, 2 acelerações em 20 minutos, sem desacelerações. Contrações regulares a cada 2-3 minutos.
Exames laboratoriais: Hemograma: Hb 12,1 g/dL, leucócitos 9.800/mm³ (sem desvio), plaquetas 245.000/mm³, PCR: 0,4 mg/dL (normal < 0,5 mg/dL), Urina I: normal, urocultura em andamento, Swab vaginal para Streptococcus agalactiae (GBS): resultado pendente.
Ultrassonografia obstétrica: Feto único, apresentação cefálica, biometria compatível com 31 semanas, peso estimado 1.650 g (percentil 45), líquido amniótico normal (ILA: 12 cm), placenta grau I anterior.
Considerando o diagnóstico de trabalho de parto prematuro e as recomendações atuais para manejo, qual a melhor conduta?
Ultrassonografia obstétrica (32 semanas): feto único, biometria compatível com idade gestacional, líquido amniótico normal, placenta grau I posterior. Sem sinais sugestivos de sífilis congênita (hepatoesplenomegalia, ascite, hidropsia, espessamento placentário).
A paciente nega tratamento prévio para sífilis. Relata que o parceiro não realizou exames recentemente e não tem acompanhamento médico regular. Questiona sobre o tratamento e possíveis riscos para o bebê. Considerando o diagnóstico de sífilis materna e as recomendações para prevenção da sífilis congênita, qual a conduta mais adequada?
•Biometria fetal: DBP: 74 mm (percentil 20), CC: 274 mm (percentil 15), CA: 228 mm (percentil 3), CF: 53 mm (percentil 8)
•Peso fetal estimado: 1.280 g (percentil 3 - abaixo de 2 desvios-padrão)
•Relação CC/CA: 1,20 (aumentada - normal < 1,0 após 32 semanas)
•Índice de líquido amniótico: 6,2 cm (reduzido - normal 8-24 cm)
•Placenta: grau II, localização fúndica
•Anatomia fetal: sem malformações detectadas
•Dopplervelocimetria:
oSístole: Pico de velocidade normal (fluxo anterógrado)
oDiástole: AUSENTE - o fluxo retorna completamente à linha de base (diástole zero)
oÍndice de Pulsatilidade (IP): 2,8 (muito elevado - normal < 1,2 no 3º trimestre)
oÍndice de Resistência (IR): 1,0 (muito elevado - normal < 0,6-0,7)
oRelação S/D: Infinita (diástole = 0)
•Outros Dopplers realizados:
oArtéria cerebral média: IP 1,2 (normal: 1,4-1,8) - vasodilatação cerebral (centralização)
oRelação cerebroplacentária: 0,43 (< 1,0 - anormal, confirma centralização fetal)
oDucto venoso: onda "a" positiva (normal)
•Cardiotocografia: BCF basal 145 bpm, variabilidade moderada, 2 acelerações em 20 minutos, sem desacelerações (reativa).
Considerando o quadro de CIUR grave com os achados dopplervelocimétricos apresentados, qual a conduta mais adequada?
Analise a imagem abaixo para responder à questão.

Paciente refere dor intensa, cansaço, solicita analgesia. Dinâmica uterina atual (hora 9): 2-3 contrações em 10 minutos, duração 30-35 segundos. BCF mantém-se reativo, 145 bpm. Considerando a evolução do trabalho de parto demonstrada no partograma, qual a conduta mais adequada?