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Q3995378 Psiquiatria
    A Srta. T.F.S., 42 anos, foi diagnosticada com episódio depressivo maior moderado e evoluiu com remissão completa após 12 semanas de tratamento com inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Relata histórico de dois episódios prévios nos últimos cinco anos, um deles com risco suicida. Segundo as diretrizes atuais, qual deve ser a estratégia terapêutica mais apropriada neste momento para prevenção de recaídas e recorrência? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995377 Psiquiatria
    O Sr. J.R.M., 36 anos, com histórico de esquizofrenia, é levado ao pronto-socorro por familiares devido a comportamento agressivo, desorganização do pensamento e recusa alimentar há 48 horas. Na triagem, encontra-se inquieto, hiperativo, em postura ameaçadora, mas ainda responsivo a comandos verbais simples. Segundo as recomendações atuais para o manejo da agitação em ambiente de emergência, qual deve ser a conduta inicial prioritária? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995376 Psiquiatria
    O Sr. G.M.F., 47 anos, com diagnóstico de episódio depressivo grave, realizou tratamento com dois diferentes antidepressivos de classes distintas em doses terapêuticas por pelo menos seis semanas cada, sem resposta clínica satisfatória. Relata importante prejuízo funcional e ideação suicida ocasional, sem plano estruturado. Segundo a diretriz NICE (2022), qual deve ser a conduta mais apropriada neste momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995375 Psiquiatria
    A Srta. G.T.S., 32 anos, comparece à consulta com queixas de tristeza persistente, perda de prazer nas atividades, leve dificuldade de concentração e insônia inicial há cerca de dois meses. Não há ideação suicida e o prejuízo funcional relatado é leve. Ao aplicar escala de avaliação padronizada, os critérios para episódio depressivo leve são preenchidos. Segundo a diretriz clínica da American Psychological Association (2019), qual é a abordagem terapêutica mais indicada neste momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995374 Psiquiatria
    E.C.F., 9 anos, é levado à consulta por apresentar histórico de seis meses de desatenção em sala de aula, dificuldade em manter o foco em tarefas, comportamento inquieto em casa e na escola, além de frequentemente interromper falas alheias. Os sintomas iniciaram aos 7 anos e impactam o desempenho escolar e o convívio social. Segundo os critérios diagnósticos normativos do DSM-5 descritos na revisão de 2020, qual das seguintes afirmações está correta? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995373 Psiquiatria
    O Sr. F.L.A., 76 anos, está internado há 4 dias para tratamento de pneumonia. Hoje, a equipe observa início súbito de desorientação, inversão do ciclo sono-vigília, flutuação do nível de consciência e desatenção. O paciente encontra-se inquieto, removendo dispositivos e com agitação leve, sem risco iminente à equipe. Qual a conduta mais adequada nesse momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento
Alternativas
Q3995372 Psiquiatria
    A Sra. L.S.R., 24 anos, apresenta-se com IMC de 16,3 kg/m², amenorreia há 5 meses, bradicardia, hipocalemia leve e relato de preocupação intensa com ganho de peso, mesmo estando visivelmente magra. Durante a consulta, admite comportamentos restritivos alimentares severos, negação da gravidade do quadro e recusa em aderir a tratamento ambulatorial. Qual a conduta mais apropriada neste contexto? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995371 Psiquiatria
    A Sra. C.M.A., 28 anos, comparece à consulta após tentativa de automutilação. Relata histórico de relações interpessoais intensas e instáveis, medo intenso de abandono, impulsividade, instabilidade afetiva e episódios recorrentes de ideação suicida. Após avaliação diagnóstica, é estabelecido o diagnóstico de transtorno de personalidade borderline. Não há comorbidades psiquiátricas ou uso de substâncias. Qual é a conduta terapêutica inicial com maior evidência de benefício? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995370 Medicina
    O Sr. F.J.S., 52 anos, com história de etilismo crônico e diagnóstico prévio de hepatopatia alcoólica, é admitido no pronto-socorro após ingestão intencional de aproximadamente 5 g de paracetamol (10 comprimidos de 500 mg) há cerca de 2 horas. Refere náuseas e dor abdominal difusa. Exames laboratoriais iniciais revelam AST e ALT aumentadas, INR discretamente prolongado, e função renal preservada. A dosagem plasmática de paracetamol está abaixo da linha de tratamento do nomograma de RumackMatthew. Qual deve ser a conduta inicial mais apropriada? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995369 Psiquiatria
    O Sr. R.L.P., 37 anos, busca atendimento ambulatorial relatando sintomas persistentes de preocupação excessiva há mais de 8 meses, associados a inquietação, fadiga, dificuldade de concentração e tensão muscular. Refere impacto significativo no desempenho profissional, mas nega comorbidades psiquiátricas graves e nunca iniciou tratamento específico.
    Qual critério justifica a indicação inicial de psicoterapia de alta intensidade, sem necessidade de tentativas prévias com abordagens menos intensivas? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995368 Psiquiatria
    A Sra. L.P.A., 33 anos, com diagnóstico prévio de transtorno bipolar tipo I, retorna à avaliação ambulatorial com relato de agitação psicomotora intensa, fala acelerada e pensamento acelerado. No entanto, refere simultaneamente sentimentos de desesperança, insônia terminal, anedonia e ideação suicida. Segundo seu relato, os sintomas depressivos e de excitação começaram há cerca de 6 dias e ocorrem de forma concomitante. Não faz uso de substâncias e nega episódios similares prévios. Qual é o enquadramento diagnóstico mais adequado para este caso? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995367 Psiquiatria
    O Sr. A.M.G., 26 anos, com histórico de isolamento social progressivo há 8 meses, passa a apresentar comportamento desorganizado, além de delírios de perseguição e alucinações auditivas. Após avaliação psiquiátrica, é diagnosticado com esquizofrenia segundo os critérios clínicos vigentes. O paciente nunca fez uso de antipsicóticos e apresenta risco moderado de não adesão ao tratamento medicamentoso. Não há contraindicações clínicas ao uso de long-acting injectables (LAIs). Qual das condutas abaixo está mais adequada para o início do tratamento deste paciente? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995366 Psiquiatria
    Sra. L.C.S., 34 anos, relata pensamentos recorrentes de contaminação ao tocar superfícies públicas, o que a leva a lavar as mãos mais de 40 vezes ao dia. Esses comportamentos causam dermatite nas mãos e prejuízo no trabalho. Nega delírios ou alucinações. Está em busca de tratamento, mas manifesta receio quanto ao uso de medicações.
    Qual é a abordagem inicial de primeira linha, considerando a preferência do paciente? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995165 Medicina

    R.L.F., menino de 4 anos e 8 meses, previamente hígido, é encaminhado ao neuropediatra por dificuldade progressiva para correr, subir escadas e levantar-se do chão. A mãe refere que ele utiliza as mãos sobre as coxas para se apoiar ao ficar em pé. Ao exame físico, observa-se fraqueza muscular proximal de cinturas, pseudohipertrofia de panturrilhas e marcha com base alargada.

    Não há história familiar conhecida. Os exames laboratoriais mostram creatina quinase (CK) persistentemente >12.000 U/L.

    O pediatra questiona qual deve ser o próximo passo diagnóstico. Qual é a conduta diagnóstica inicial correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.

Alternativas
Q3995164 Medicina

    Menino de 11 anos, previamente hígido, apresenta quadro subagudo de irritabilidade, declínio cognitivo e crises epilépticas focais nos últimos dias. Evolui com discinesias orofaciais, lentificação do EEG e flutuação do nível de consciência. A ressonância magnética é normal. O líquor revela pleocitose linfocitária e proteína discretamente elevada. Testes infecciosos iniciais são negativos. A equipe suspeita de encefalite autoimune, mas pondera adiar tratamento até confirmação de autoanticorpos.

    Qual é a conduta normativa correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.

Alternativas
Q3995163 Medicina
    Menina de 2 anos e 6 meses, previamente hígida, é admitida no pronto-socorro com febre alta há 12 horas, irritabilidade intensa, vômitos em jato e rebaixamento progressivo do nível de consciência. Ao exame físico, apresenta rigidez de nuca, sem sinais focais ou instabilidade hemodinâmica. A tomografia de crânio é realizada imediatamente e não evidencia contraindicações à punção lombar.     A equipe médica discute se deve realizar a punção lombar antes de iniciar antibioticoterapia, visando maior acurácia diagnóstica, ou se o início do tratamento deve ser imediato, ainda que isso possa reduzir a positividade das culturas.     Segundo, exclusivamente, as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (WHO), qual é a conduta correta neste cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995162 Medicina

    J.M.A., menino de 4 anos de idade, previamente hígido, é encaminhado para avaliação por atraso global do desenvolvimento. Apresenta linguagem restrita, déficit cognitivo moderado e desempenho abaixo do esperado nas atividades adaptativas. O exame neurológico é inespecífico, sem sinais focais. Não há dismorfismos evidentes, e os exames auditivos, visuais e de neuroimagem são normais. Não há antecedentes familiares conhecidos de deficiência intelectual.

    Durante a consulta, os responsáveis questionam se o cariótipo ainda é indicado como primeira etapa da investigação genética.

    Segundo, exclusivamente, as diretrizes normativas da American Academy of Pediatrics (AAP) para investigação genética em crianças com deficiência intelectual ou atraso global do desenvolvimento, qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.

Alternativas
Q3995161 Medicina
    Adolescente do sexo masculino, 15 anos, com diagnóstico clínico de enxaqueca há dois anos, apresenta crises recorrentes de cefaleia associadas a fotofobia e fonofobia, com alívio parcial com analgésicos comuns. Relata que costuma iniciar a medicação apenas quando a dor já está intensa.     Na anamnese dirigida, informa antecedente documentado de síndrome de Wolff–Parkinson–White (WPW), sem história prévia de AVC, AIT ou cardiopatia estrutural. Durante a consulta, solicita prescrição de triptano, referindo que colegas utilizam essa classe com boa resposta.     Segundo, exclusivamente, a diretriz AAN/AHS sobre tratamento agudo da enxaqueca em crianças e adolescentes, qual é a conduta correta nesse cenário? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995160 Medicina
    Menina de 9 anos, previamente hígida, evolui com quadro subagudo de alteração comportamental, irritabilidade, déficit de memória recente, episódios de discinesias orofaciais e duas crises epilépticas focais nas últimas 48 horas. Há flutuação do nível de consciência. A ressonância magnética de encéfalo é normal. O líquor mostra pleocitose linfocitária discreta, e o EEG evidencia lentificação difusa.     A equipe considera encefalite autoimune provável, mas discute se é necessário aguardar confirmação laboratorial de autoanticorpos para iniciar o tratamento imunomodulador.     Qual é a conduta correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995159 Medicina
    Adolescente do sexo feminino, 14 anos, previamente hígida, desenvolve, de forma subaguda, perda visual dolorosa no olho direito, com discromatopsia e redução importante da acuidade visual. Duas semanas depois, evolui com parestesia ascendente, fraqueza em membros inferiores e retenção urinária. A ressonância magnética da medula mostra lesão longitudinalmente extensa envolvendo mais de três segmentos vertebrais. A RM encefálica não apresenta lesões típicas de esclerose múltipla. A sorologia revela positividade para anticorpos anti–aquaporina-4 (AQP4-IgG), utilizando método baseado em célula (cell-based assay).     A família questiona se o diagnóstico definitivo já pode ser estabelecido ou se seriam necessários novos episódios clínicos para confirmação.     Qual é a conduta diagnóstica correta? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Respostas
621: C
622: B
623: A
624: C
625: D
626: D
627: C
628: B
629: A
630: D
631: C
632: B
633: A
634: B
635: D
636: A
637: C
638: A
639: A
640: B